Monthly Archives: November 2013

Revival anos 00? Vem aí The Rapture novo

O revival dos anos 00 pode começar?

Vem aí o terceiro álbum do The Rapture. Sai em setembro pela DFA.

O disco foi produzido pelo Philippe Zdar, do Cassius.

Chama In The Grace Of Your Love e já tem tracklist:

1. Sail Away
2. Miss You
3. Blue Bird
4. Come Back to Me
5. In the Grace of Your Love
6. Never Gonna Die Again
7. Roller Coaster
8. Children
9. Can You Find a Way?
10. How Deep Is Your Love?
11. It Takes Time to Be a Man

Marcha da Liberdade – 10 motivos pra ir

Porque os eventos de sábado passado não podem ficar sem resposta.

Porque os reaças estão com as manguinhas de fora.

Porque tem gente dizendo que isso não passa de papo de “maconheiro”.

Porque não combina São Paulo ficar na mão de cabeças tão atrofiadas.

Porque é preciso mostrar que eles estão em minoria e que eles estão errados.

Porque eles precisam aprender muito ainda sobre democracia e diversidade.

Porque tá todo mundo (Espanha, Egito, Síria, Inglaterra, M’Boi Mirim etc.) indo pra rua pra se fazer ouvir.

Porque vai ser divertido.

Porque a cidade é sua.

Porque em alguma dessas coisas você acredita.

O evento no Facebook.

“Negócios depois da meia noite”

Terraço do Lions Nightclub

Um alerta para aqueles que insistem em não enxergar a importância da noite na economia paulistana.

Tem uma boa matéria de Fernando Scheller no Estadão, caderno de Economia & Negócios, que fala sobre como “Redes de casas noturnas crescem ao usar ferramentas tradicionais de negócios: estratégia e planejamento.”

Facundo Guerra, do Lions, Vegas, Volt, Z Carniceria e outros futuros lugares, é um dos entrevistados.

“Fetiche. Na noite, diz Facundo Guerra, a melhor maneira de captar o público é criar um fetiche. ‘No Vegas, a ideia foi recriar Las Vegas; a Z Carniceria usa o matadouro, a Volt, o néon; e o Lions é um clube de cavalheiros’, explica.

‘Para ser sincero, acho que trabalhar na noite não tem glamour nenhum’”

Leia a matéria aqui.

Marcha da Maconha: relatos do front de batalha

Esse vídeo editado pelo João Wainer mostra, até pra quem insiste em não enxergar, os excessos da polícia durante a Marcha da Maconha. Truculência com manifestantes? Spray em câmera da Folha? Porrada em repórter? Tá tudo aí.

A emoção e a indignação renderam uma série de ótimos relatos pela rede.

Hoje, sentimos na pele o que é viver no meio de um nó cego de ignorância, ideias preconcebidas e uma sórdida conveniência comercial e política

Bruno Torturra Nogueira no seu blog

Podem ganhar mil eleições de hoje em diante, mas eu acho que hoje eles aplicaram neles próprios a maior derrota de suas vidas.

Pedro Alexandre Sanches no Farofa

A questão não é se fuma ou não, se é maconheiro, se Deus ou Buda permite, seilá, toda essa discussão rasteira infernal. Não dá pra se discutir nada nesse país (e em nenhum outro) na base da porrada.

Lino Bocchini no Desculpe A Nossa Falha

Manifestantes, jornalistas que cobriam o evento, motoristas que transitavam no sentido contrário à marcha e pessoas que simplesmente caminhavam pela avenida no momento da confusão foram vítimas da violência policial.

Ricardo Galhardo, no IG

Meu olho está vermelho é de gás lacrimogênio.

Leonardo Sakamoto no seu blog

Ver o choque em ação, por sinal, é um espetáculo dantesco. Correm, gritam. Fecham os olhos, batem. Contra nós. Que só queríamos andar e mostrar o que pensamos. Disparam a esmo. Jornalistas atropeladas, gente machucada. É isso? É assim?

Texto do Coletivo DAR – Desentorpecendo a Razão

Como lembrou o Matias, essa história ainda não acabou...

Voltando um pouco no tempo, FHC disse isso sobre a proibição à marcha em 2010:

“Tem a ver com os direitos individuais de liberdade de pensamento e manifestação. Eu não vejo como, num Estado democrático, se possa proibir a manifestação do pensamento. Você pode não concordar com uma manifestação, mas proibi-la me parece que é um abuso. Ah mas é a lei, então se você quer mudar uma lei como é que faz? Você tem que se manifestar e a sociedade tem que dar espaço pra isso. Acho que a proibição extrapola o limite do que seja o respeito à Constituição”.

E aqui duas informações para sua reflexão:

-  O juiz que proibiu a Marcha já foi condenado à prisão por espancamento em 1999.

-  Semana que vem tem pré-estreia e cabines de Quebrando o Tabu, com o ex-presidente FHC. Será que a tropa do capitão Del Vecchio será acionada?

Aqui o relato do Bate-Estaca