• Hey mãe

    No dia da morte do Orkut é bom saber que um pouco de seu espírito ainda está vivo no Facebook. Por exemplo, ele está lá agora na página Hey Mãe que reúne a ”trollagem dos filhos fãs de Engenheiros do Hawaii com suas queridas mães”. Vai lá ver a zueira. Alguns exemplos:  Tem mais por lá. […] >
  • Taylor Swift: “Me incomoda como as mulheres são colocadas umas contras as outras”

    Não faz muito tempo que a Taylor Swift contou que foi por conta da Lena Dunham, a criadora do seriado Girls, que fez ela começou a entender o que era feminismo de fato. De lá pra cá, a cantora começou a se posicionar mais em relação ao tema.

    Em uma entrevista recente para o talk show Tout Le Monde En Parle, Swift abordou o assunto em  diversos momentos.

    Em especial, elogiou bastante o discurso de Emma Watson na ONU. “Gostaria que quando tinha 12 anos pudesse ver o vídeo da minha atriz favorita explicando de maneira tão inteligente, bonita e pugente a definição de feminismo”.

    Sobre ser uma cantora que não faz vídeo clipes com roupas tão curtas quanto outras, ela deixou claro que não tem o direito de dizer a nenhuma delas para vestir algo menos curto e vice-versa. “Desde que essa escolha venha com delas, eu torço por elas”.

    Swift  também falou sobre a responsabilidade da mídia em alimentar a competição entre garotas e explorar tanto o corpo das mulheres – e ela sabe bem do que está falando, basta notar a obsessão do sites de fofoca gringos nas pernas dela.

    “Acho que quando se trata de mulheres na mídia algo que me incomoda é como as mulheres são colocadas umas contras as outras mais do que os homens. Por exemplo, você nunca vê online, “vote em quem tem a melhor bunda: esse ator ou aquele outros?”. É sempre, tipo, uma cantora e outra cantora, e você pode votar.
    Eu vejo essas coisas diariamente, tipo, ‘vamos saber quem é a mais sexy’, ‘quem é a mãe mais gostosa?’. Eu não vejo: ‘quem é o pai mais gostoso?’ Uma coisa que eu acredito como feminista é que para que nós tenhamos a igualdade de gênero, temos que parar de criar uma luta entre garotas. Temos que parar de ser tão fissurados em ver meninas tentando colocar a outra para baixo. O ideal é uma apoiar a outra como mulher.”

    Veja a íntegra da entrevista de Taylor Swift no Tout Le Monde En Parle:

    Sempre vale lembrar que Taylor Swift é dona de uma das melhores músicas do ano:

  • Mark Ruffalo x Marina Silva

    A história de Mark Ruffalo, conhecido por ser o atual Hulk nos filmes da Marvel, e Marina Silva começou com este post no Facebook da candidata do PSB – no vídeo, Ruffalo declara seu apoio a ela: Post by Marina Silva. A postagem foi feita há quase 24 horas e ainda está lá no Facebook […] >
  • Baixe: “Sejamos todos feministas”, Chimamanda Ngozi Adichie

    Uma matéria do NPR aposta que Chimamanda Ngozi Adichie é a jovem escritora do continente africano mais conhecida no mundo.

    Nigeriana, autora de quatros livros e traduzida em mais de 30 línguas,  Chimamanda já recebeu diversos prêmios por seus trabalhos, especialmente com seu livro mais recente: Americanah venceu dois prêmios da crítica norte-americana (o National Book Critics Circle Award e o The Chicago Tribune Heartland Prize) e entrou na lista de “Melhores Livros de 2013″ do New York Times.

    Fora do universo da literatura, Chimamanda ganhou muita popularidade com seu discurso no TEDxEuston chamado “Sejamos todos feministas”. O vídeo da sua fala ultrapassou 1 milhão de visualizações no Youtube e foi mais longe ainda após ter um trecho sampleado por Beyoncé na música ***Flawless.

    Agora uma adaptação do discurso virou livro e ganhou versão em e-book disponibilizado gratuitamente pela Companhia das Letras. Baixe e leia:

    Curtiu e quer ler mais coisas da Chimamanda? A Companhia das Letras publicou três dos quatros livros da autora:  Americanah (2014), Hibisco Roxo (2011) e Meio Sol Amarelo (2008).

  • A música nova da Lorde: “Yellow Flicker Beat”

    “Yellow Flicker Beat” é o som novo da Lorde. A faixa faz parte da trilha sonora de Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1, que teve curadoria da própria Lorde. 

    Nada de novo, poderia ser um lado B de Pure Heroine, o que é uma boa notícia.

  • Kirsten Dunst: “As mulheres não são retratadas o bastante no cinema”

    Acho que vale voltar a falar sobre a entrevista que a Kirsten Dunst deu para a VS Magazine.

    A matéria aborda rapidamente o aparente sumiço da atriz. Kirsten só participou de um filme em 2014 e seu último papel de destaque foi em Melancolia de 2011. O que será que aconteceu com sua carreira?  Ela conta:

    “Eu até gostaria de trabalhar mais, mas o bons escritores e diretores não fazem um monte de filmes. Além disso, eles geralmente focam seus trabalhos em homens. Consigo pensar só em alguns poucos diretores famosos que fazem filmes centrados em mulheres: Lars Von Trier, Sofia Coppola, Sarah Polley. Existe tanta coisa para explorar sobre a mulher, mas não somos retratadas o bastante no cinema. Você sempre é a namorada, a esposa…”

    A declaração de Kirsten aparece ao mesmo tempo que um estudo mundial da ONU reforça o que já se sabe há muito tempo: as mulheres são pouco representadas no cinema – em uma média mundial, pouco mais de 30% dos personagens com falas em um filme são mulheres.

    A constatação e reclamação de Kirsten não é um caso isolado. Já postei por aqui depoimentos de outras atrizes que reclamam do mesmo problema:

    Cate Blanchett: o público quer filmes com mulheres nos papéis de destaque

    Olivia Wilde: “Nós temos que fazer um trabalho melhor representando as mulheres”

    Lena Dunham: “Não existe lugar para mim no esquema dos estúdios”

  • “Nunca imaginei que o filme poderia chegar tão longe”

    Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é o filme brasileiro que concorrerá a uma indicação na categoria de melhor filme estrangeiro no Oscar 2015. O anúncio foi feito na semana passada pelo Ministério da Cultura. O trabalho do diretor Daniel Ribeiro concorria com outros 17 filmes nacionais.

    Agora o filme entra na lista final, onde compete com filmes do resto do mundo. No ano passado, longas de 76 países concorreram por uma das cinco vagas disponíveis.

    Filmes brasileiros só foram indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro quatro vezes: “O pagador de promessas” (1963), “O Quatrilho” (1994), “O que é isso companheiro?” (1998) e “Central do Brasil” (1999).

    Falei rapidamente por e-mail com Daniel Ribeiro no final de semana. Ele contou um pouco mais sobre a escolha:

    “Foi muito emocionante quando eu soube da notícia. Nunca imaginei que o filme poderia chegar tão longe. Ele começou tão pequeno, como um simples curta e, agora, representando o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar me deixa muito feliz. Agora estou na Austrália, exibindo o filme em um festival. Amanhã vou para Hong Kong, para o lançamento comercial do filme lá.”

    Ainda não viu Hoje Eu Quero Voltar Sozinho? Dá para comprar online o DVD “pirata original” do filme por apenas 10 reais, uma alternativa criada pelos produtores do filme para combater a pirataria.

    Assista o trailer:

    Veja o curta “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, que originou o filme.

/ Bracin
Por Vinicius Felix
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