• Tame Impala x Pablo Ruiz: uma piada que pode custar caro

    Chegou a ler a história que o Tame Impala teria plagiado um cantor infantil argentino chamado Pablo Ruiz

    Até que “Feels Like We Only Go Backwards”, a canção do Tame, parece mesmo com “Océano”, o sucesso que Plablito lançou em 1989. Mas a denúncia não nasceu de uma acusação muito séria, os editores do site chileno Rata.cl só criaram a história para fazer uma piada com a semelhança entre as músicas.

    É o que eles contam em uma matéria publicada pela Rolling Stone. “Tivemos a ideia em uma festa e não esperávamos que fosse tão longe”. No próprio site, os chilenos fizeram um post copilando a repercussão gigantesca da notícia – saiu na Pitchfork, no NME e em diversas publicações brasileiras. 

    O engraçado é que a piada dos chilenos pode render um processinho para o australianos do Tame Impala. Em uma entrevista para a Espn Argentina, Pablo Ruiz declarou que considera a música um plágio e que está conversando com advogados sobre o assunto.

    Para a histórica ficar melhor: na mesma entrevista Pablito admite que cantaria com o Tame Impala caso fosse convidado. Vale lembrar que os australianos tocam na Argentina em outubro. Aguardando o próximo capítulo desse história.

  • Uma inédita do Bob Dylan

    “Nothing To It”, uma inédita de Bob Dylan, ganha vida em 2014.  Composta em 1967, ela é um resquício do período em que Dylan estava demolho após um grave acidente de moto e gravava com a The Band as históricas sessões que seriam em breve pirateadas e somente anos depois apareceriam, em parte, no álbum The Basement Tapes (saiba sobre esta história neste texto do Trabalho Sujo).

    Porém, “Nothing To It”e várias outras letras escritas em 1967  eram desconhecidas até pouco tempo atrás. Elas ganham vida em 2014 porque Dylan confiou a um supergrupo as tais letras inéditas.

    O time formado pelo produtor T Bone Burnett, Elvis Costello, Rhiannon Giddens (Carolina Chocolate Drops), Taylor Goldsmith (Dawes), Jim James (My Morning Jacket) e Marcus Mumford (Mumford & Sons) se reuniu por duas semanas para gravar  em Los Angeles e o resultado está no álbum “Lost On The River: The New Basement Tapes”, que será lançado em novembro.

    Ouça “Nothing To It”:

    (Imagem: Divulgação)

  • Árvore em homenagem a George Harrison é morta por besouros

    Saiu na BBC. Melhor manchete do dia: Beatles George Harrison memorial tree killed by beetles.

    Uma árvore plantada em Los Angeles em homenagem a George Harrison morreu por conta de um ataque de besouros, ‘beetles’ em inglês.  Sacou, né? Beatles vem do trocadilho de beat (batida) com beetles (besouro).

    Tosco, mas não deixa de ser um fato simbólico.

    (Imagem: Divulgação)

  • Lorde (via Diplo) – “Tennis Court”

    E o Diplo deu uma leve zoadinha no remix de “Tennis Court” da Lorde. Pelo Twitter, a própria cantora definiu o trabalho como “radical”. Nem tanto…

    (Imagem: Divulgação)

  • A nova do Weezer: Mais do mesmo consciente

    Chega de trechinhos de músicas. O Weezer finalmente soltou uma novidade na íntegra de Everything Will Be Alright In The End, disco novo que sai em setembro.

    A faixa é “Back To The Shack” e contém fortes doses de auto-ironia. Como o título entrega, a banda admite que voltou a apostar no caminho seguro. Chega de ousar e arriscar um som novo. Rivers Cuomo abre a música com um pedido de desculpas aos fãs do “velho” Weezer. Na letra, ele zoa que a busca por um público maior só fez que eles perdessem completamente a popularidade. “É só rock que cês curte? Toma um mais do mesmo, então”.

  • O novo disco do Blink 182

    O Blink 182 vai gravar disco novo. Quem fez o anúncio foi o guitarrista Tom DeLonge através do seu Instagram. O último álbum da banda foi o Neighborhoods, de 2011, lançado após um hiato de 8 anos.

    A banda está com moral. Ao lado de Queens Of The Stone Age, Arctic Monkeys e Paramore, voltam a ser headliner do festival Reading Leeds que rola agosto. É ali que provavelmente tocarão músicas novas pela primeira vez.

  • A retrospectiva da Copa pelo TWITTER

    Eu cravaria o Twitter como grande vencedor da Copa do Mundo. Mesmo sem olhar os números. Tô errado? Com a timeline do Facebook ficando cada vez mais lenta e seletiva, o Twitter voltou a mostrar que é a grande rede social do imediatismo.

    Perto do Twitter, o Facebook parecia TV com delay na hora do gol da seleção.

    Não duvido que a empresa recuperou muitos usuários que tinham abandonado a ferramenta há tempos e retornaram quando perceberam que o quente da Copa do Mundo acontecia ali.

    Se você é da turma do Twitter, o vídeo com a retrospectiva da Copa do Mundo feita pelos caras vai te levar as lágrimas:

    Uma olhadinha nos números totais

    Os números totais do Twitter são menores do que o Facebook, mas merecem uma boa olhada. A rede do Zuck anunciou um total de mais de 1 bilhão de interações (likes, comentários, posts) durante todo o evento. Por sua vez, o Twitter contabilizou 672 milhões de tweets relacionados a Copa do Mundo desde o início da competição. Ou seja, o Twitter não contou as interações, o que deixa qualquer comparação injusta.

    Provavelmente, o Facebook ainda seja o campeão em alcance e popularidade. Vários jogadores fizeram postagens que ganharam mais de um milhão de likes em suas contas oficiais. Se um tweet ainda não tem força para gerar um milhão de RTs, vence na agilidade em que chega para os seguidores.

    E por aí, quem venceu a Copa: Twitter ou Facebook? 

    Assista: A Copa do Mundo em 60 segundos através do Twitter

    (Imagem: Reprodução)

/ Bracin
Por Vinicius Felix
Share with your friends










Submit
Share with your friends










Submit
Share with your friends










Submit
Share with your friends










Submit
Share with your friends










Submit
Share with your friends










Submit
Share with your friends










Submit