13 de dezembro de 2005 às 17h52
Maxadu!
“Alg1 tmpo hesitei c dvia abrir stas memorias plo principio ou plo fim, i.eh, c poria em 1ro lugar o meu nasc ou minha mort. Suposto o uso vulgar sja comecar plo nasc, 2 considercoes m levaram a adotar dferent metodo: a 1ra eh n sou propriament 1 autor defunto, mas 1 defunt autor, pra kem a campa foi outro berco; a 2da eh q o scrito fikria assim + galant e + novo. Moises, q tb contou sua mort, n a pos no introlito, mas no cabo; diferenca radcal entr este livro e o pentateuco.”
Um universitário paulista está vertendo Memórias Póstumas de Brás Cubas para “ddonês”, a linguagem dos torpedos. A obra vai estar disponível aqui, onde o autor dá a real: “Naum ha regras. Eh impossivel fzer 1 “dcionario d ddones”.
Obviamente eu não vou ler isso, mas achei sensacional, muito interessante. Pena que tantas professoras de literatura vão morrer de desgosto ao longo do processo.
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Editor, redator e (às vezes) desenhista neste blog. Guitarrista e vocalista dos Walverdes. Comentarista de cultura digital na Rádio Oficial de Verão com o programa Minimalismo. Colunista da revista Mais Soma. Diretor de Estratégia e Inovação na Competence. Entre outras coisas.
gustavomini arroba gmail.com 

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