7 de novembro de 2007 às 13h20
Comunicação Básica 2
Desde que fiz o post Comunicação Básica venho prestando atenção nessas coisas – formas peculiares de comunicação entre cartazes e pessoas. É uma arte, muitas vezes totalmente vernacular, que guarda raciocínios preciosos. Em alguns casos, preciosos por uma visão aguçada, em outros por falta de noção.
Esse é de uma lanchonete em Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul. Extremamente simpático, mas eu fiquei achando ele muito dúbio. Pensa só: por que eu vou me preocupar em jogar o papel no lixo se o cartaz indica que um robozinho vai fazer o trabalho? Tem uma outra leitura, que pode ser ainda mais contraproducente: ele está me chamando de robô? Quer que eu seja um mero instrumento do sistema, que joga papéis no lixo? É pra isso que vivemos?
Grandes questões existenciais são levantadas por cartazes informativos…
2 Comentários




Editor, redator e (às vezes) desenhista neste blog. Guitarrista e vocalista dos Walverdes. Comentarista de cultura digital no programa Minimalismo (em pausa!). Colunista da revista Mais Soma. Diretor de Estratégia e Inovação na Competence. Entre outras coisas.
gustavomini arroba gmail.com 



7 de novembro de 2007 às 16h47
no teu prédio tem uns dois muito bons. fotografei um semana passada, aliás.
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25 de novembro de 2009 às 10h48
O mais interessante desse cartaz, ao meu ver, é que ele foi rasgado, ou seja, partes dele mesmo, o papel, foram jogadas no lixo? o cartaz contém uma lição prática do que fazer com o papel… (se bem que as pontas saindo da parede podem ser a cola envelhecida, despregando o cartaz da parede)… enfim…
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