13 de março de 2009 às 16h17
Os dias não serão de ninguém
Mais do que cercado
Praticamente imerso
Contexto inebriado
O olhar pagando ingresso
Cada forma perfeita
Angariando fundos
Criando estatutos
Estabelecendo seitas
Deuses são promessa transparentes que nunca se cumprem
Deuses são batalhas inocentes que nunca dão trégua
Deuses são parentes indiretos de planos antigos
Deuses tão espertos não percebem como estão perdidos
Mesmo palácios criados
Sem essa clara intenção
Abrigam deuses perdidos
Com muito poder nas mãos
Vivendo à margem de tudo
Adubo para a ilusão
De que um dia
Todos os reis serão seus
Deuses são promessa transparentes que nunca se cumprem
Deuses são batalhas inocentes que nunca dão trégua
Deuses são parentes indiretos de planos mofados
Deuses tão espertos não percebem que os dias não serão seus
Os dias não serão seus
Os dias não serão de ninguém
Os dias não serão de ninguém
Os dias não serão de ninguém
***
Em se tratando dos meus sons solo (sem Walverdes), tem mais esses vídeos.
Profissionalismo
As verdades que não sabem mais
Tie Dye
É tudo toscão assim mesmo.
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Tem também alguma coisa no MySpace e na Trama Virtual (um monte de coisa pra baixar, comece pelo EP Conector).
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Editor, redator e (às vezes) desenhista neste blog. Guitarrista e vocalista dos Walverdes. Comentarista de cultura digital na Rádio Oficial de Verão com o programa Minimalismo. Colunista da revista Mais Soma. Diretor de Estratégia e Inovação na Competence. Entre outras coisas.
gustavomini arroba gmail.com 

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