O economista e prêmio Nobel Herbert Simon escreveu em 1971 que um mundo com riqueza de informação provoca naturalmente a escassez daquilo que a informação consome: atenção. Resumindo, riqueza de informação produz pobreza de atenção. É um fenômeno que estamos claramente vivendo hoje, quando não temos atenção suficiente pra dar a tudo que aparece ao nosso redor.
Quando uma marca faz uma campanha publicitária, ela está justamente querendo comprar a nossa atenção, seja com a repetição de uma mensagem sem graça, seja sendo apelativa pra impactar ou usando uma moeda mais digna, a criatividade.
Sim, é isso mesmo. Os investimentos milionários em televisão, rádio, jornal, internet e celular servem só pra chamar a sua atenção. Na verdade, o poder de prestar ou não prestar atenção na campanha é seu.
Quem é dono da sua atenção, é mais poderoso do que qualquer uma dessas grandes empresas.
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Post inspirado num texto que gravei para o Minimalismo na Oi FM.
André Perez em 23 de novembro, 2009 às
7:38 pm
Descobri hoje e já tô achando esse um dos blogs mais legais que já encontrei.
Rafael França em 25 de novembro, 2009 às
2:04 pm
Oi Gustavo! Ouvi hoje o minimalismo na Oi e achei fantástico o que você disse sobre curadoria. Não estou conseguindo acessar o arquivo de audio, você tem esse texto publicado aqui no blog, ou o audio em algum lugar? Conheci hoje o blog tb e ja favoritei! Muito bom!
abçs
Gustavo Mini em 25 de novembro, 2009 às
2:08 pm
Oi Rafael.
Vai rolar um grande arquivão com todos os Minimalismos no site da Oi.
Mas ainda temos que aguardar.
Talvez semana que vem eu poste o texto aqui, ainda não sei. :-)
Grande abraço, valeu a audiência e o comentário.
Tommy Beresford em 1 de dezembro, 2009 às
10:31 am
Gustavo, o texto acima (o do post atual) é seu ? Gostei imensamente, bate com o que penso. Mas o link não abriu. Grande abraço.
O valor da nossa atenção « Charles Cadé Blog / Comunicação, tecnologia e cultura digital em 30 de dezembro, 2009 às
7:27 am
[...] Mini, no seu blog. Antes de se entregar a inúmeras promessas de ano novo, convém pensar realmente sobre suas [...]
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