26 de novembro de 2009 às 8h00
Bukowski e os computadores
A dúvida se a tecnologia atrapalha ou incrementa o talento de um artista não é nova. Ela vem de séculos e chega até os nossos tempos envolta em polêmica. O escritor Charles Bukowski foi um dos que abraçaram a tecnologia como uma facilitadora. Em 91, Bukowski ganhou um computador de sua esposa e a partir daí sua produção de poemas aumentou. Em parte pela sua maturidade como poeta, é claro. Mas em parte também graças ao processador de textos do computador, algo que ele deixou claro em algumas cartas.
Bukowski, que também chegou a comentar sobre a possibilidade de lançar um e-book, é um escritor até hoje comemorado pela sua tosquice. Ele poderia muito bem ser associado um certo sentimentalismo com o passado. Mas sua abertura à tecnologia é apenas um lembrete de que seu espírito transgressor não estava preso à nostalgia por ferramentas de trabalho vintage.
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Post inspirado num texto que gravei para o Minimalismo na Oi FM.
E nesse link que alguém me passou, não lembro quem.
2 Comentários




Editor, redator e (às vezes) desenhista neste blog. Guitarrista e vocalista dos Walverdes. Comentarista de cultura digital na Rádio Oficial de Verão com o programa Minimalismo. Colunista da revista Mais Soma. Diretor de Estratégia e Inovação na Competence. Entre outras coisas.
gustavomini arroba gmail.com 

26 de novembro de 2009 às 13h15
Charles Bukowski é o cara.
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27 de novembro de 2009 às 19h23
Ai vale a minha máxima, tecnologia é um amplificador. Eu uso esta frase para meu meio que é a TI, mas vale para tudo.
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