A câmera fotográfica é um objeto que mudou muito de status nos últimos anos. Ela surgiu na vida de nós, não-fotógrafos, como um simples capturador de momentos especiais. E as imagens que elas produziam eram guardadas com toda pompa e circunstância em álbuns super bem cuidados.
Hoje, a câmera, em sua encarnação digital, está à disposição de muito mais gente. Ela se tornou um objeto mais comum que captura momentos também mais comuns. Ficou mais fácil registrar o dia-a-dia e ficou mais difícil selecionar (e desfrutar d’) os momentos realmente especiais no meio de tantos gigas de imagens
Esse é mais um dos paradoxos da cultura digital que não serão resolvidos por aparelhos mas pela mentalidade do usuário.
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Post inspirado num texto que gravei pro Minimalismo da Oi FM.
Imagem: “Stairway to Nothing”, Centro Cultural Martin Cererê em Goiânia.
bruno em 8 de fevereiro, 2010 às
7:56 am
a escadinha onde todo mundo gosta de sentar pra abertar o blunt of judah.
Grande Mini - Trabalho Sujo - OESQUEMA em 27 de fevereiro, 2010 às
12:39 pm
[...] mas, pelo contrário, só os aprofunda. Convido-os a ler o Mini falando do impacto da câmera digital nos não-fotógrafos e do Photoshop na vida real, da volta do relógio de bolso, de um jeito moderno de lidar com o [...]
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