1 de março de 2010 às 8h00
Identidade
A pesquisadora e jornalista inglesa Aleks Krotoski está investigando a relação entre a identidade das pessoas dentro e fora da internet. O mito que se criou em torno disso é que muita gente inventa um personagem quando cria um perfil digital, aumentando algumas qualidades e reduzindo defeitos. Mas o que o estudo da Aleks está descobrindo é que cada vez mais as identidades digitais refletem a identidade da pessoa fora da rede.
Ou seja, lentamente estamos amadurecendo na construção das nossas relações online, e descobrindo que não podemos fugir de quem realmente somos nem mesmo no tal “mundo digital”. A fuga não esconde nossos traços. Apenas, de um jeito indireto mas geralmente flagrante para olhos atentos, os reforça.
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A imagem acima é do set do Flickr de desenhos feitos no iPhone pelo incrível José Carlos Lollo.
E o texto do post é inspirado num dos Minimalismos que eu faço pra Oi FM.
2 Comentários




Editor, redator e (às vezes) desenhista neste blog. Guitarrista e vocalista dos Walverdes. Comentarista de cultura digital na Rádio Oficial de Verão com o programa Minimalismo. Colunista da revista Mais Soma. Diretor de Estratégia e Inovação na Competence. Entre outras coisas.
gustavomini arroba gmail.com 

1 de março de 2010 às 14h35
as pessoas sempre tiveram identidades diferentes de acordo com o ambiente em que estão. E quanto menos esses ambientes tiverem conexão entre si, maior a possibilidade de variar mais radicalmente as identidades. Claro que a internet potencializou a possibilidade de múltiplos personagens.
Acho que mais e mais a internet se aproxima do “mundo real” porque ela faz parte do mundo real. E, quanto mais pessoas na internet, mais conexões com outros ambientes, e consequentemente maior a limitação na variação de identidade.
Não sei se me expliquei bem… mas tem haver com a Representatividade do eu na vida cotidiana
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1 de março de 2010 às 21h38
Poder se [re]inventar na web faz parte da graça da brincadeira.
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