OEsquema

A recusa de Darin a Tony Scott (e não Tarantino)

darin.JPG_141358524

Update: inicialmente, eu havia publicado um texto fake nesse post sem saber. Cometi o erro de não chegar integralmente a fonte e nem a entrevista original. Bom, resolvi transcrever e traduzir eu mesmo o trecho da entrevista original que o Darín fala do convite recusado para trabalhar em Hollywood. Abaixo o vídeo específico do trecho e a transcrição/tradução (com meu pobre espanhol). E lááá embaixo deixei o post original errado.

A: Você foi atrás, gostaria, está atento, ou não te interessa nem o mínimo de jogar na Itália, outra analogia com futebol… o que acontece entre você e Hollywood?
D: Nada…. nada em especial, não me tira o sono nem me deixa louco… me soa muito “cholu” (tiete) (expressão que designa um índio que assume costumes brancos, se pesquisei bem).
A: Não te deixa louco isso? Não te deixa louco? Me escuta… deixa eu evoluir com isso… casa em Los Angeles…
D: Não, não…
A: Me escuta… ter um carro incrível em Los Angeles, viver cercado de estúdios, filmar dois filmes por ano, casa em Santa Mônica, esse fim de semana é de sol em Santa Mônica, tranquilo, lancha, ski, não te interessa isso? Não trabalharias…
D: Eu não sinto essa pulsão nesse momento para nada. Hollywood não me tira o sono, o Oscar não me tira o sono. (…) Me criticaram muito porque dizer que não tinha vontade de ir ao Oscar, não porque não tinha vontade, mas “como vai dizer que não tem vontade de ir ao Oscar? Cê tá brincando!’ Sim, não tenho vontade de ir no Oscar, qual é o problema? Por que tenho que ir ao Oscar? Por quê?
A: Por ser o Oscar.
D: Mas o que crêem que é o Oscar? Que querem que aconteça? Eu já fui, já vi, já deu. Já vi, não fiquei muito feliz e estou aqui. A fantasia que se tem lá de fora, que é um ambiente, uma coisa (…) é exatamente por que digo que é cholo isso. Não é sério. É cholo, entende? Tem a ver mais com a parafernália que rodeia a coisa do que com a coisa em si mesmo. A mim, ofereceram só uma vez uma coisa contundente e séria, à qual eu disse que não e depois começou a me incomodar um pouco porque não aceitavam da parte do diretor um não como resposta.
A: O que era?
D: Era um filme que fizeram que depois se chamou Chamas da Vingança, com Denzel Wahsington.
A: Quem era o diretor?
D: Tony Scott, o irmão do Ridley Scott.
A: Eu tenho que te dizer que não, hein…
D: Mas espera um segundo, antes de fazer essa cara… me escuta, me deixa argumentar. Me ofereceram fazer um traficante mexicano. E por que querem que eu faça um traficante mexicano? Parece que todos os traficantes são latino americanos… no país que tem o maior consumo da face da Terra? Primeiro, não gostei. E, segundo, eu queria vir pra casa. Fazia seis meses que estava fazendo teatro em Madri. Queria vir pra casa ver minha mulher e meus filhos. Me encheu o saco porque a agente me disse que não aceitavam um não como resposta. E automaticamente, depois de uma semana eu dizendo não, não, não, todos os dias estavam na porta do teatro, depois disso passaram à outra faceta, que era “é uma questão de dinheiro? Mas isso não é nenhum problema.” Não, não! Não me interessa!
A: Mas você ganharia mais dinheiro.
D: E? Pra que serve?
A: Para viver melhor.
D: Melhor do que eu vivo? Eu tomo dois banhos quentes por dia. Estava indo bem no teatro, estava trabalhando com gente genial, vinham me abraçar na rua. A ambição pode te levar a um lugar muito obscuro, muito desolador. Eu sou o mais feliz que posso sem olhar para outro lado. (…) Tenho uma situação privilegiada, as coisas estão bárbaras, as pessoas me querem na rua, vejo sorriso, as pessoas vem e me abraçam… o que mais você quer? Pra que mais? (…) Sou um cara muito privilegiado, tenho muita sorte. Me convidam pra trabalhar e se abrem as portas há mais de 30 anos as pessoas confiam em mim. (…) Se vou querer mais do que isso, se vou ambicionar mais do que isso, é porque estou vendo outro filme. Eu sou o mais feliz que posso ser.

****

Post original errado:

Entrevistado em setembro no late show argentino Animales Sueltos, o ator e também argentino Ricardo Darín me sai com essa:

Fantino: É verdade que você recusou uma oferta para filmar em Hollywood com Tarantino?
Darín: Sim, é.
F: E por quê?
D: Porque me ofereceram o papel principal mas eu teria que fazer um traficante mexicano. E eu perguntei ao produtor por que os mexicanos sempre tem que fazer os traficantes se os maiores consumidores em nível planetário são os ianques.
F: E o que ele respondeu?
D: Bom, a resposta que ele me deu me incomodou tanto que confirmou minha escolha de não filmar com Tarantino. Me disse “Então é uma questão de dinheiro. Diga quanto você quer que pagamos. Você coloca o preço”. Quer dizer, não podem chegar a ver nem a compreender que existem códigos fora do dinheiro que alguns de nós temos… entende?
F: Mmm… não, na verdade não.
D: Como não? Ale, você é esperto, tem que entender o que falo…
F: Mas você poderia ter ganho mais dinheiro.
D: Mais dinheiro? Ser milionário? Pra quê?
F: Como pra quê? Pra ser feliz.
D: Feliz com mais dinheiro? Do que você está falando?

F: Bom, todos queremos ter mais dinheiro pra ser felizes.
D: Ale, eu tenho dinheiro, tenho um carro importado de alto nível. Como o que quero no café da manhã, no almoço e no jantar, e posso tomar dois banhos quentes por dia. Você tem ideia de quantas pessoas no mundo podem tomar dois banhos quentes por dia? Muito pouca gente, entende? E como eu não me considero um excelente ator, sempre digo a mim mesmo que foi por pura sorte, entende? Nesse mundo capitalista selvagem eu sou um cara de muita sorte. Eu sou um privilegiado entre milhões de pessoas. E mais, eu tenho a sorte de poder ver isso em mim, o que me permite ter uma boa conta bancária e não acreditar nela. Eu posso me ver de fora e dizer “Puta, que louco, que sorte você teve”.
F: Mas você filmaria em Hollywood… e não pode negar que do Tarantino ao Oscar seria um pulo…
D: Acho que eu não sei me explicar direito… eu já estive na cerimônia do Oscar e não gostei, tudo é de plástico dourado, até as relações entre as pessoas. Fui, aproveitei, mas esse mundo não é o meu, não é o que elegi nessa vida.

Errata: bom, preciso admitir que eu traduzi o texto de um blog sem ter assistido a entrevista inteira. E me alertaram que o papo, embora tenha esse teor, não é exatamente este descrito acima. Mais tarde eu corrijo o texto. Fuén! Corneta do fracasso!

Quem quiser tentar o espanhol, no vídeo ele fala a partir de 40 minutos aproximadamente.

***

Vi originalmente no Milton Ribeiro.

114 Comentários
por: Gustavo Mini postado em: Destaque tags: , , ,

114 Comentários

Comentário por Douglas
11 de novembro de 2013 às 14h31

O diretor não era o Tarantino, mas sim o Tony Scott.

Responder

Comentário por Carol
11 de novembro de 2013 às 14h44

no vídeo ele menciona tony scott, não tarantino. lá pelos 40 minutos.

Responder

Comentário por tuto
11 de novembro de 2013 às 14h48

o diretor na verdade era tony scott, irmãodo ridley

Responder

Comentário por tuto
11 de novembro de 2013 às 14h56

na vdd a entrevista nao foi bem assim, está no minuto 41.

Responder

Comentário por André Wofchuk
11 de novembro de 2013 às 14h50

Uma correção apenas, o convite que ele negou foi feito pelo Tony Scott. Não pelo Tarantino.

Responder

Comentário por Thales
11 de novembro de 2013 às 15h02

Oi Gustavo,
Já havia visto esta entrevista antes e quero lhe avisar que sua tradução esta errada. Em nenhum momento Darín menciona o nome de Tarantino. Não por qual motivo você colocou esse título, mas seria justo que você corrigisse, pois é uma informação errada.
Ele recusou o filme de Tony Scott, irmão de Ridley Scott.

Responder

Comentário por Vanessa
11 de novembro de 2013 às 15h06

Obrigada Darin. Esse ator não merece mesmo o Oscar, merece a Felicidade e a beleza de ser alguém admirável nesse mundo doente.

Responder

Comentário por Espantalho
11 de novembro de 2013 às 15h10

Não se trata do Tarantino. Se alguém se der ao trabalho de ver a entrevista, verá que foi um filme do Tony Scott, um veículo para o Denzel Washington chamado Man on Fire. O papel acabou ficando com o Mark Anthony.

Responder

Comentário por Hans o Cinéfilo
11 de novembro de 2013 às 15h15

Pelo que estou entendendo, é o Tony Scott, irmão de Ridley Scott que queria filmar com ele em Chamas da Vingança e não o Tarantino… como diz o texto… bem intencionado na explanação mas por favor, não trocar os fatos para não soar persuasivo.

Responder

Comentário por Leandro
11 de novembro de 2013 às 15h20

Olha os dados errados aí!

Não é um filme do Tarantino, é do Tony Scott. É Chamas da Vingança.

Responder

Comentário por Vera
13 de novembro de 2013 às 23h17

O que importa de quem é o filme? o que chama a atenção é ver que nem tudo está perdido neste mundo, de tanta crueldade, tanta ambição… o cara poderia engordar mais a conta mas, preferiu não ajudar a esculhambar um povo… é mania de muita gente: rotular pessoas, nações, estados, etc… e achar que DINHEIRO é tudo na vida.

Responder

Comentário por Aloisio
19 de novembro de 2013 às 13h50

É mesmo, Vera, de que importa a verdade quando está se tentando provar um argumento? Os fins justificam os meios, não é isso?

Responder

Comentário por guilherme
11 de novembro de 2013 às 15h26

Vou tentar acreditar que não houve leviandade na formulação do post. Mas o diretor do filme do qual Darin se recusou a participar era o Tony Scott, não o Tarantino. E os diálogos não se dão da mesma forma que no post tbm. Mas essencialmente, fora a troca do diretor, o argumento é o mesmo. De qualquer maneira, que resposta! Que cara.

Responder

Comentário por Luiza Trindade
11 de novembro de 2013 às 15h26

O Darin é sensacional, mas o filme não é do Tarantino e sim Tony Scott. O desfecho do diálogo é esse, mas as frases ditas não são exatamente essas.

Responder

Comentário por Eloy Nunes
11 de novembro de 2013 às 15h28

Delícia ler isso.

Responder

Comentário por Raquel Monica Gonçalves
11 de novembro de 2013 às 21h15

exatamente!…. faço minhas as suas palvras, Eloy….

Responder

Comentário por Raquel Monica Gonçalves
11 de novembro de 2013 às 21h19

estou falando da tradução certa…

Responder

Comentário por Gregory Mankiw
11 de novembro de 2013 às 15h34

O diálogo como colocado no blog nunca ocorreu. Uma invenção em cima das respostas dele as perguntas do entrevistador.

Aliás, o diretor que o Darín se refere nem é o Tarantino! Ele fala do Tony Scott, no filme “Man on Fire”.

Por favor, antes de compartilhar a informação equivocada, verifique se ela está correta. Lamentável.

Responder

Comentário por Marcos Kligman
11 de novembro de 2013 às 15h39

Escuta VOCÊS SÃO UNS IDIOTAS!!

O darín nunca recusaria um filme de Tarantino, ele recusou um diretor do quinto escalão chamado Tony Scott.

Qual é o problema, não viram a entrevista ou estão afim de sensacionalismo barato?

Simples: ASSISTAM A ENTREVISTA antes de saírem publicando mentiras, OK?

Responder

Comentário por Rubens
13 de novembro de 2013 às 0h47

Quanta certeza de que ele aceitaria um filme do Tarantino, hein? Eu não me surpreenderia se ele recusasse também, pelos mesmos motivos…

Responder

Comentário por Luiz Rossi
11 de novembro de 2013 às 15h41

Entendi mal ou o diretor era do Tony Scott, (41min e tal) filme Homem em Chamas?

Responder

Comentário por Gregory Mankiw
11 de novembro de 2013 às 15h42

E pra deixar claro que esse diálogo é fake, a parte da entrevista onde ele comenta sobre o Oscar e sobre o convite de Hollywood está a partir dos 40 minutos, aproximadamente.

Responder

Comentário por João Masini
11 de novembro de 2013 às 15h42

Na verdade ele recusou a oferta de Tony Scott, irmão do Ridley Scott pro papel no filme Man on Fire – Chamas da Vingança, e não do Tarantino, como dito no texto.

Responder

Comentário por Rodrigo Silverio
11 de novembro de 2013 às 15h44

Cara…eu aceitaria não pelo dinheiro…mas pelo Tarantino….

Responder

Comentário por Noel Oliveira
11 de novembro de 2013 às 15h45

O diretor não era o Tarantino. Era Tony Scott, conforme o vídeo mostra em http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=izOatvH5vPk#t=2469

Responder

Comentário por Lucas Ramires
11 de novembro de 2013 às 15h48

Legal a matéria, realmente um exemplo de ser humano. Só tem um equívoco, ele foi convidado para trabalhar com tony Scott e não com Tarantino.

Responder

Comentário por Guilherme
11 de novembro de 2013 às 15h50

Baita entrevista. Mas a tua transcrição (ou do Milton Ribeiro) tá bem errada né?

Responder

Comentário por Mauricio Savarese
11 de novembro de 2013 às 15h51

Não é sobre Tarantino que ele fala. É Tony Scott.

Responder

Comentário por Ana
11 de novembro de 2013 às 15h51

Ele em nenhum momento na entrevista cita Tarantino. O filme em questão é do Tony Scott.

Responder

Comentário por joao paulo chiaffitelli
11 de novembro de 2013 às 15h52

Concordo em gênero ,número e grau com tudo que ele disse. Sei que para muita gente não querer dinheiro é coisa de louco ,pois eu acho que eles são loucos! Além disto ,Tarantino é uma merda!!!!!

Responder

Comentário por Francine Magalhães
11 de novembro de 2013 às 15h53

olá!

Assistindo ao vídeo, tive a impressão de que se trata do diretor Tony Scott, irmão do também diretor Ridley Scott. É possível esclarecer essa dúvida? Muito boa a entrevista! Obrigada!

Responder

Comentário por Leonardo
11 de novembro de 2013 às 15h54

Conheço ele do filme “abutres”. Muito bom, recomendo.

Responder

Comentário por kininha
11 de novembro de 2013 às 15h54

finalmente encontro alguém que pensa como eu. tem coisas que o dinheiro não compra. isto é; tem valores que absolutamente não estão à venda!!

Responder

Comentário por Luiza
11 de novembro de 2013 às 15h54

Oi, queria avisar a vocês que a transcrição está completamente equivocada, não é Tarantino e sim Tom Scott. E apesar de ele ter falado algumas coisas que estão na suposta “transcrição”, o que está escrito não é o que ele falou.
Cheque suas fontes antes de postar!

Responder

Comentário por Andre
11 de novembro de 2013 às 15h56

A tradução está errada.
O filme na verdade não era do Tarantino, era do Tony Scott. Inclusive o filme é este aqui http://www.imdb.com/title/tt0328107/

Responder

Comentário por Esperança
11 de novembro de 2013 às 17h11

Tony Scott, suicidou-se ano passado, se não me engano.

Responder

Comentário por nalu chiaffitelli
11 de novembro de 2013 às 15h57

Convenhamos que Darin esteve mt bem áh ele esteve,realmente pq os Latinos tem sempre q ser o trafcante,o ladrão o bandido???? Preconceito ou conceito????????

Responder

Comentário por Hélio Sassen
11 de novembro de 2013 às 16h00

Por favor, corrijam a informação: não foi com Tarantino que Darin negou-se a filmar. Foi com Tony Scott. Façam uma busca no Google.

[]s!

Responder

Comentário por Cid
11 de novembro de 2013 às 16h02

Tarantino ou Tony Scott? Diferentemente do ator, que questionou mexicano VS. ianques traficantes, este site ou se enganou ou está querendo mais views e likes no nome do Tarantino… (e se mantiverem o título Tarantino mesmo depois de tantas manifestações é pior ainda)…

Responder

Comentário por Gustavo Mini
11 de novembro de 2013 às 16h03

Rapaziada, agradeço o bom coração por me alertarem do meu erro. Realmente, comi mosca em não checar integralmente o vídeo. Já alterei o post. Abraços a todos.

PS: ainda assim, Darín agrega. :-)

Responder

Comentário por TimiK
11 de novembro de 2013 às 16h03

É, foi o Tony Scott (que tb não é fraco, não!), e a recusa foi mais por que queria, antes de filmar, voltar pra Argentina e passar um tempo com a família do que pelo personagem ser um traficante mexicano! O que faz muito mais sentido, já que ele é um ator e traficantes mexicanos existem. rs Muito interessante essa entrevista, vi um fime recentemente com Darín q ele está espetacular chamado Tese Sobre um Homicídio.

Responder

Comentário por Luiz Carlos David
11 de novembro de 2013 às 16h04

Tremenda bobagem.

Responder

Comentário por Mariana
11 de novembro de 2013 às 16h05

Pessoal, a entrevista é ótima e vale ver o vídeo, mas não é exatamente isso que é dito. Até porque o diretor que convidou não foi o Tarantino. Foi o Tony Scott.

Responder

Comentário por Shivas
11 de novembro de 2013 às 16h05

Meu caro, você chegou a ver/ouvir a entrevista antes de republicá-la?
Não tem nada de Tarantino. O filme era do Tony Scott, irmão do Ridley Scott. O filme foi Man On Fire (Chamas da Vingança), com o Denzell Washington.

Abraço

Responder

Comentário por robson sanchez
11 de novembro de 2013 às 16h06

A cara do apresentador é impagável quando o Ricardo Darín responde a pergunta dele de “mas pq nao aceitou, iria ganhar uma grana” e o Darin responde “e??? pra quem???” Deu um mini AVC no apresentador! huahuahuahu

Responder

Comentário por Nicolas Romero
11 de novembro de 2013 às 16h15

Darín não recusou a oferta de Tarantino, por que ela nunca existiu. Na entrevista ele fala de uma oferta do diretor Tony Scott, irmão do diretor de Alien, Blade Runner, entre outros, Ridley Scott. Além do mais, a transcrição e tradução da entrevista não está de acordo com o vídeo. Creio que a postagem deveria ser corrigida.

Responder

Comentário por Mateus
11 de novembro de 2013 às 16h16

Mas que bosta de postagem é esta?

Responder

Comentário por Raul
11 de novembro de 2013 às 16h17

Apesar dos equívocos do post (já devidamente explicados e desculpados), é um relato e tanto. Ele ataca o consumismo, o individualismo e diz que tem muito mais do que precisa. Recusa o papel pelo estereótipo e pela vontade de estar com a família (que não via há 6 meses à época do convite).

Vale muito a pena ver!

Responder

Comentário por Ana Helena
11 de novembro de 2013 às 16h17

Mas pelo que eu ouvi na entrevista do Darín não era com o Tarantino e sim com o Toni Scott… e a transcrição da entrevista não é exatamente essa!!!!! a parte que ele fala sobre isso começa lá pelo 00:40 !

Responder

Comentário por Tatiana
11 de novembro de 2013 às 16h24

A entrevista é incrível e vale a pena ouvir tudo. Mas em nenhum momento darín fala do tarantino (é Tony Scott o diretor) e o texto transcrito não é exatamente o que ele falou…

Responder

Comentário por KATIA PUPO
11 de novembro de 2013 às 16h35

Erro básico na reportagem: O diretor não era o Tarantino e sim Tony Scott. Melhor corrigir.

Responder

Comentário por Haroldo
11 de novembro de 2013 às 16h42

Errrrr…
Existe um erro que considero importante… O diretor em questão NÃO É O TARANTINO, e sim Tony Scott, irmão do Ridley Scott.

Responder

Comentário por daniel
11 de novembro de 2013 às 16h45

os maiores consumidores de drogas obviamente são os ricos, porém os TRAFICANTES de rua, como do filme, realmente são os pobres, botar um mexicano como traficante é simplesmente descrever a realidade

Responder

Comentário por bruno
11 de novembro de 2013 às 17h02

desposta isso aqui… td errado!!!

Responder

Comentário por Mario Amaya
11 de novembro de 2013 às 17h11

A tradução de orelhada se equivoca, mas não está absurdamente fora do sentido original. Vale ouvir o cara no vídeo, dá para entender sem grande problema.

Responder

Comentário por johnny
11 de novembro de 2013 às 17h25

Notícia totalmente errada. Isso é o que dá usar a técnica do ctrl+C, ctrl+V… Para exaltar o Darín, que é muito merecedor disso, não precisava inventar que ele falava do Tarantino, quando na verdade o convite era para o filme Chamas da Vingança, com Denzel Washington, do diretor Tony Scott. No final, quem fez papel de traficante mexicano foi o ator brasileiro Charles Paraventi – e o filme ainda tem participação do Gero Camilo, como um dono de boteco. O nome do Tarantino não é citado nenhuma vez na conversa, e o diálogo, na ordem que aparece neste site (que copiou o erro do blog de um jornalista), é uma montagem feita por alguém que jamais teria chance como montador nos filmes do Taranta. Perdeu-se a chance de se divulgar de um jeito legal uma ótima entrevista do Darín.

Responder

Comentário por espantalho
11 de novembro de 2013 às 23h50

Na verdade, o papel que era destinado ao Darin acabou com o atual marido da Jennifer Lopez, o Marc Anthony. O papel do pai da loirinha que é sequestrada.

Responder

Comentário por Dulce
11 de novembro de 2013 às 17h26

Mas cara, como assim vc ñ assistiu a entrevista completa? A UNICA parte q vc devia ter assistido é a do texto q vc traduziu, q vergonha…

Responder

Comentário por Luiz Savio Lara
11 de novembro de 2013 às 17h27

Ele não falou do Tarantino não, hein… E podia colocar o momento do video onde ele fala o que está no texto, quer que eu assista mais de uma hora de entrevista???

Responder

Comentário por gian
11 de novembro de 2013 às 17h34

É por isso que a internet ta cheia de ERROS GRROTESCOS como esse..
lamentável!! De Tony Scott pra Tarantino tem uma distância enorme!
É que se na chamada estivesse Tony Scott no lugar de Tarantino, não teria tanta gente se interessando… “Rapaziada, … realmente comi mosca..” Francamente!

Responder

Comentário por Mauricio Placeres
11 de novembro de 2013 às 17h36

ta meio mal traduzido isso ai, bem tendenciosa essa tradução.

Responder

Comentário por Tamires
11 de novembro de 2013 às 17h58

Esse texto está COMPLETAMENTE em desacordo com o vídeo.

Responder

Comentário por José
11 de novembro de 2013 às 18h29

O que me espanta…quer dizer, não espanta não, é que Ricardo Darin teve que se explicar por três vezes. E acho que o apresentador entendeu, mas não compreendeu.

Responder

Comentário por Sane
11 de novembro de 2013 às 18h38

Essa tradução foi feita por alguém que sequer arranha o idioma ou é da mais pura má fé de quem quer que a tenha produzido.

Responder

Comentário por Edu
11 de novembro de 2013 às 18h50

Que mer*a, hein? Citando o nome de um gênio assim, tão equivocadamente…

Aulas de espanhol.

Responder

Comentário por Renata
11 de novembro de 2013 às 18h54

Gustavo, tem um erro enorme aqui… O diretor pra quem Darin disse não foi Tony Scott. Ele nem menciona o Tarantino nessa entrevista.

Responder

Comentário por Sane
11 de novembro de 2013 às 19h00

Desculpe, Gustavo, só agora li sua ‘errata’.
De qualquer sorte, Gustavo, o texto merecia ser reeditado, ou apagado, vc não acha? Ele fala de Javier Bardem e até da série Breaking Bad, da nova peça baseada na obra de Ingmar Bergman (Cenas de uma vida conjugal) que foi dirigida pela atriz de o filho da noiva, Norma Aleandro, e na qual atua com Valeria Bertucceli.

Responder

Comentário por Elza
11 de novembro de 2013 às 19h10

Já que você corrigiu o texto, não seria legal corrigir o título? Voce sabe que a galera nao lê nada além disso.

E esse post ficou sem correcao? http://www.oesquema.com.br/2013/11/11/a-recusa-de-darin-a-tarantino/

Responder

Comentário por Bastardo Inglório
11 de novembro de 2013 às 19h22

pra mim o tarantino diria a mesma coisa que o o tony scott,
tipo esse ultimo, o django é caça niquel

Responder

Comentário por Ana
11 de novembro de 2013 às 20h16

Tá errada essa parte: “Não te deixa louco me escutar? …”

Tá errado. Ele tá dizendo: “No, escuchá-me….” Ou seja, “me escuta”, “me ouve”. Aí começa a falar da casa em Los Angeles, Carrão, Jet-Ski, etc. E o Darín fala “tá, e daí?”, etc.

Responder

Comentário por R.B.
11 de novembro de 2013 às 20h33

Vamos analisar o grau de babaquice do fato em questão: o cara é convidado para fazer papel de traficante mexicano em um filme e recusa pois os maiores consumidores são ianques. Wtf? É a mesma coisa de eu dizer que não gosto de laranja porque limões são azedos. Qual o grau de relação entre uma coisa e outra? Por que retratar a realidade é algo tão moralmente rejeitado pelos hipócritas politicamente corretos? Nenhuma recusa desse ator mimado vai mudar o fato de que os estão entre os maiores produtores de coca os peruanos, os maiores refinadores colombianos e os maiores traficantes? BINGO! Mexicanos! A realidade, por não ser um mar de flores, agora deve ser deturpada no cinema por que um grupo social já foi excessivamente representado nela? Duvido MUITO que se esse cara já não fosse rico ele não teria aceitado o papel.

Responder

Comentário por Alejandra
12 de novembro de 2013 às 13h42

Tu ouviu a entrevista? Pq parece que não. Não foi esse o ponto dele, ele disse várias coisas, sendo o principal a questão de que não precisa de mais dinheiro (pq tem muito), não curtiu o papel, queria estar com a família (6 meses sem vê-los), os trabalhos que estava fazendo lhe agradavam mais, a sua vida estava maravilhosa, não sabia atuar em outra língua, e não sentia, em geral, necessidade de aceitar isso. Só.

Responder

Comentário por Nina Stein
12 de novembro de 2013 às 16h30

Pois digo: Ainda bem que é rico e não precisa se prestar a um papel desses! Nós, sul americanos não precisamos sempre estar representando o papel do “traficante” eles que peguem os americanos de origem latina deles para isso! Nós, sul americanos estamos preocupados em produzir e desenvolver filmes cada vez melhores e um ator como Darín não precisa ir para lá ser um “traficante de terceiro mundo” quando ele pode ficar por aqui fazendo coisa melhor até mesmo como um personagem traficante!

Responder

Comentário por Renata
11 de novembro de 2013 às 20h52

Se quiser aprender espanhol me mande email : resalles_espanhol@yahoo.com e erros assim jamais acontecerão !! sai portunhol deste corpo q não te pertence!

Responder

Comentário por Nina Stein
12 de novembro de 2013 às 16h25

kkkkkkk adorei o “merchand” !

Responder

Comentário por Maruka
11 de novembro de 2013 às 22h43

Um detalhe… Darín não disse que é “cholo” (índio que assume costumes de brancos), mas que é “cholu”, abreviatura de “cholulo”, um neologismo argentino que significa algo assim como ser um tiete incondicional de atores e atrizes…

Responder

Comentário por Diego Cárcano
11 de novembro de 2013 às 22h56

Hola, muy buena nota, solo una aclaración: No es “cholo”, sino “cholu” (de “cholulo”: tiete). Un abrazo desde Buenos Aires, Argentina!

Responder

Comentário por Anderson
11 de novembro de 2013 às 23h02

Pessoal, é assistir ao video e ouvir que fica tudo bem claro
ele é feliz com o que tem e se sente privilegiado e não quer nada além disso….
seja qual diretor seja qual filme… ele não quer o ambiente de hollywood
não quer oscar ou outra coisa
ele resume tudo dizendo que é muito feliz com o que tem e pedir mais seria uma ambição sem retorno
grande cara

Responder

Comentário por Anderson
11 de novembro de 2013 às 23h07

concluindo…
o assunto é sobre a opção dele em relação a fama e glamour de hollywood
o que importa se o ator é x ou y?
se o filme era esse ou aquele?

porque vocês não de focam na finalidade do video, que quem assistiu e quis realmente entender… entendeu
ele é feliz com o que tem e não quer sensacionalismo ou ser o cara la fora
ele tem tudo e até mais do que deseja
ele é feliz!

vejo em todos os lugares onde se é permitido comentar e é só um criticando o outro e fugindo do foco, querendo prevalecer a opinião de um sobre o outro, pra que pessoal?
se atenham ao foco, muito mais produtivo ;)
abraço a todos

Responder

Comentário por Ludmilla
12 de novembro de 2013 às 4h45

Hola!

Morei na Argentina muitos anos, e o que o Darín diz é “cholu” (ou seja, um pedaço da palavra “cholulo”). Cholulo/a é um pessoa que fica acompanhando notícias de famosos e entrenimento. Cholulear é ser super tiete, ficar atrás dos famosos etc. Então é isso: que o Oscar e Hollywood são feitos para o consumidor de entretenimento, de fofocas de famosos etc. :) Um abraço!

Responder

Comentário por sandro almeida de souza
12 de novembro de 2013 às 10h13

Comentar o quê?
O hermano falou tudo!!!

Responder

Comentário por Jane
12 de novembro de 2013 às 11h37

Que demais sua postura. Errou, corrigiu. Fim de papo!
Adorei saber isso sobre o Darin. Grande abraço e sucesso! :)

Responder

Comentário por JORGE GILETTA
12 de novembro de 2013 às 12h42

PERFECTA LA ÚLTIMA TRADUCCIÓN,(SOY ARGENTINO) Y ADMIRO A DARÍN.- PARABENS.

Responder

Comentário por Miguel
12 de novembro de 2013 às 15h09

Recomendo ver o segundo vídeo, mais abaixo na página, porque o primeiro está cortado e perde muito da essência, do contexto da entrevista.

Responder

Comentário por Nina Stein
12 de novembro de 2013 às 15h42

Poxa, sacanagem quem traduziu querendo criar polêmica entre os dois! Darín é grandioso, depois dessa entrevista estou ainda mais fã dele! Os dois trabalhando juntos é sonho de consumo para qualquer um apaixonado por cinema de primeira!

Responder

Comentário por Carlos
12 de novembro de 2013 às 17h19

Excelente !! Ricardo Darín além de um dos maiores atores que pude ver, é uma pessoa simplesmente extraordinária e super admirada. Gostei muiitooo

Responder

Comentário por jacinta teixeira
12 de novembro de 2013 às 20h11

Ainda há esperança…

Responder

Comentário por carlos
12 de novembro de 2013 às 22h20

cholo abreviatura de cholulo e uma giria …seria nosso Baba ovo

Responder

Comentário por filipe
12 de novembro de 2013 às 23h13

Virei fa do cara.

Responder

Comentário por Gabriel Girnos
13 de novembro de 2013 às 9h09

Alguém (que compreendo não ser o pessoal d’O Esquema) aproveitou a fala de Darin pra escrever seu próprio discurso em cima — e tentar falar mal do Tarantino sem nenhum outro motivo aparente.
E a pergunta é: PRA QUÊ?
O conteúdo principal — apontar a estupidez da imagem hollywoodiana de sucesso e a jequisse de quem a compra — já está lá, cristalino, na fala original de Darín. Pra que ficar mentindo?
Essas pequenas falsidades gratuitas me impressionam muito.

Responder

Comentário por DANIEL
13 de novembro de 2013 às 11h53

MEJOR SER CABEZA DE RATON QUE SER COLA DE LEON

Responder

Comentário por Granatocarlos
13 de novembro de 2013 às 12h18

Não adianta explicar o inesplicável.Não adianta quere que aspessoas entendam aquilo que não podem entender:CARATER.v oce tem oque falta nos tempos atuais.

Responder

Comentário por Regina
13 de novembro de 2013 às 14h50

A tradução não esta boa.

Responder

Comentário por Pedro Muniz
13 de novembro de 2013 às 16h29

O consumo ocupa o lugar de todas as atividades realmente relacionais.

Hannah Arendt

Responder

Comentário por Romário Silveira
13 de novembro de 2013 às 17h48

Esse cara, ao lado do Presidente uruguaio Mugica e de tantos poucos nobres homens e mulheres vieram ao mundo para lembrar à humanidade quem é que faz o dinheiro. Muito bem! São a prova incontestável da falência dos valores idolatrados pelo capitalismo e de que É POSSÍVEL E NECESSÁRIO SER FELIZ e independente das ordens do capital.

Responder

Comentário por Grace Diniz
13 de novembro de 2013 às 18h49

Todas as pessoas, principalmente os ditos “famosos” e “celebridades”, deveriam ler esse artigo. Esse sim, é um homem de bom caráter, e bem resolvido. Que lição de humildade! Se eu já era fã, agora sou mais que fã, sou uma grande admiradora do Darin, Ah, se pelo menos um terço fosse igual a você!… Parabéns!

Responder

Comentário por Dwarf
14 de novembro de 2013 às 8h33

Estou impressionado: 87 comenatarios, uns 75 apontando o erro (ate agora).

Campanha “Por que o senhor escreveu Tarantino?” ja’.

Responder

Comentário por Julian
14 de novembro de 2013 às 9h53

Link para o vídeo com legendas em português:
http://www.youtube.com/watch?v=VoZPEC2JyB0

Responder

Comentário por Di
14 de novembro de 2013 às 17h44

Muito boa a entrevista. Indiferente da tradução, que se está criticando tanto, o ator deu um recado muito bom.

E que diferença faz ser Tarantino ou Scott??? Era uma produção de Hollywood, e certamente muitos, mesmo considerando errado o que se faria no papel, o aceitariam de pronto.

Basta vermos a quantidade de besteiras sem fundamento que se vende diariamente com atores promovendo.

Responder

Comentário por Junior Godim
14 de novembro de 2013 às 22h17

O que mais me impressionou neste texto é a quantidade de pessoas repetindo que o mesmo estava errado, que a citação era outra. Nada como um erro pra fazer sucesso.

Responder

Comentário por Gustavo Mini
17 de novembro de 2013 às 21h10

Bem observado, Godim. As pessoas ficaram tão animadas com isso que já estou planejando meu próximo deslize.

Responder

Comentário por Dwarf
18 de novembro de 2013 às 10h01

Nunca pensei haver tantos fas da filmografia de Tony Scott entre os leitores d’Oesquema ;-) !!!

Responder

Comentário por Nél
14 de novembro de 2013 às 23h30

Vc é um ser muito especial e iluminado.
Dignidade não tem preço.
Que os Anjos te protejam sempre.
Também tenho muito poucos bens materiais, mas tenho o suficiente todos os dias e minha dignidade, honestidade e AMOR ao próximo não tem preço.

Responder

Comentário por Margarida Prado
15 de novembro de 2013 às 10h25

Perfeita a resposta de Darin. Belíssimo baile em Tarantino. Adoro Cinema, mas o cinema americano já era. O oscar é a premiação menos confiável que ousa preferir um filme Argo ao grande filme do austríaco Michael Haneke (AMOUR).
Parabéns Darín…

Responder

Comentário por Marc
15 de novembro de 2013 às 15h17

Tá queimado comigo… Essa falta de cuidado para postar algo é inaceitável.

Responder

Comentário por Gustavo Mini
17 de novembro de 2013 às 21h09

Uma pena. Aguardo sua volta como leitor um dia.

Responder

Comentário por Gustavo Mini
17 de novembro de 2013 às 21h11

Obrigado, Carlos.

Responder

Comentário por Dione
16 de novembro de 2013 às 0h32

Anderson ,concordo com você e acrescento: se Darin já é um
grande ator , agora ele mostrou a beleza de caráter que falta
em muitas pessoas.Devo ter assistido a maior parte dos filmes em que ele atuou.

Responder

Comentário por Roberto
16 de novembro de 2013 às 12h56

“Cometi o erro de não chegar integralmente a fonte”. Primeiro comete o erro de não verificar a fonte. Depois comete o erro de não verificar a ortografia.
Samurais já se suicidaram para restaurar a honra após vergonhas muito menores do que esse seu post.

Responder

Comentário por Gustavo Mini
17 de novembro de 2013 às 21h09

Roberto, reneguei meu mestre e me tornei um Ronin.

Responder

Comentário por Paulo Accorsi Junior
21 de novembro de 2013 às 23h14

Eu fiquei emocionado com esse Cara. Grandessímo Ricardo Darin. Pessoa que faz ,um coisa difícil, ter orgulho de ser da raça humana, porque dá a idéia de nossas possibilidade e soberania pra decidir ser o que se quer ser. Interessante como essa raça não consegue imaginar nada fora do dinheiro. E quando aparece um discurso assim, francamente anti-hegemônico eu tenho orgasmos. Me curvo diante ante a dignidade deste senhor diante desse mundo que a tudo e todos quer moldar. É o vilão tem sempre cara de curacha, a nossa cara….mesmo nos filmes de pessoas que se pretendem o máximo. O mundo sempre terá problemas enquanto não acharmos que o que basta é apenas viver bem, com dignidade. Eu acho alguma coisas parecidas com isso: eu até vou pra Europa, mas nâo TENHO que ir pra Europa… Ave Darin…….

Responder

Comentário por Paulo Accorsi Junior
21 de novembro de 2013 às 23h16

Desculpem…não revisei o texto…eu o escrevi como há muito não escrevo alguma coisa…….desculpem, Paulo Accorsi.

Responder

Comentário por Edinalva
27 de novembro de 2013 às 1h52

Gustavo,
Seres humanos cometem erros, não há nada de anormal nisso. Tantos comentários para corrigir o que vc já havia corrigido e dito desde o início, mas enfim…
Que apreciemos o conteúdo da entrevista: as palavras de um homem extraordinário, um tipo raro nos dias de hoje. Tive o prazer de assistir uma peça teatral dele em cartaz em Buenos Aires “Escenas de la vida conyugal” e ao final o aguardamos para cumprimentá-lo, e ele foi de uma simpatia e generosidade incríveis, conosco e com todos que o aguardavam, nada de estrelismo, esbanjou simplicidade.

Responder

Comentário por marcelo waddington
13 de março de 2014 às 20h14

Acho esse cara um ator excepcional. Não se repete, empresta realidade e inteireza ao personagem. Penso que ele deva agir da meneira que lhe for mais confortável, mesmo que esta difira da grande maioria das pessoas. Acho também que sua auto estima prescinde de reforços exteriores, como dinheiro e poder. Não penso que ele esteja dando uma de gostoso, fazendo tipo. E acho que não deve ter problema nenhum com as moças. Gostei do cara!

Responder

Deixe um comentário