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Arquivo: Desenhos

Melhores Posts de 2011

 

Estou de férias e volto só dia 9 de janeiro. Enquanto isso, fique com uma seleção dos posts mais bacanas de 2011 selecionados por uma comissão formada por me, myself and I.

Toque - uma tela touch no aeroporto de Florianópolis.

New Orleans After The Deluge – quadrinhos jornalísticos sobre a tragédia do Katrina.

Minhas impressões sobre o Kindle – é isso aí que o título diz.

Intermediários – a chuva na fazenda.

Pimpão – a importância do especialista de tecnologia ser simpático.

Reclamões - o bom uso da energia das reclamações digitais.

5 Coisas que deveriam ter sumido das palestras publicitárias em 2011 – será que se foram?

Jeffrey Brown – ele parece não saber desenhar, mas acho que é truque

Acúmulo – juntar coisas digitais também é juntar tralha.

Diversidade – não dá mais pra dizer “meu, não acredito q vc não viu isso!”

Crônicas de Gelo, Fogo e Sangue do Autor – o bullying em cima do criador de Guerra dos Tronos.

Corrida-dô – anotações sobre o livro do Murakami, aquele de corrida.

Malditos Cartunistas – a grande colaboração desses caras na análise do Brasil.

Calças cáqui – tudo pode virar ícone…

Patti Smith em Cannes – eu estava lá!

O início, o fim e o meio – por que tantos shows de discos clássicos?

Ginsberg – anotações sobre a biografia dele.

De todos os tamanhos – sobre a escalabilidade do rock.

Amigos, amigos, redes à parte – tiveram que nos explicar a diferença.

TV did not kill the web stars – as empresas de internet se mandam pra TV.

Television em Porto Alegre – eu fui e tava massa.

Telas – elas sempre chamam nossa atenção.

Diferentes iguais – sobre Diálogons en La Escuridad e Yo También.

The Quitter – anotações sobre esse livrinho do Harvey Pekar.

Documentário como ferramenta de marketing – além dos 30 segundos.

Sobre escrever – um texto que escrevi  sobre… escrever.

Nevermind em 12 faixas – todo mundo falou alguma coisa sobre ele. Eu também quis.

Primal Scream em Porto Alegre – eu fui e tava massa.

Matt Damon, educação e idéias vagas – o pessoal não pensa antes de falar.

Nunca esqueça da torneira – pra não se afogar em informação.

Regras da firma – redes sociais no trabalho.

Balde – chutá-lo ou não chutá-lo?

Clichês – como evitá-los.

Minha impressão sobre o iPad 2 – é isso aí!

Julgamentos – anotações sobre o documentário Judgment Day – Intelligent Design on Trial

Linha da vida – a arrogância da Timeline do Feice.

El Jardin Armado – mais um belo trabalho do David B.

 

 

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Balde

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Subindo

Brincando de tinta têmpera no iPad.

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Clichês

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Histórias

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Thais

Ô Chico, espero que vc não se importe que andei desenhando sua namorada…

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Screamadelica em Poa

Nada melhor que um show do Screamadelica pra comemorar os 20 anos do Nevermind…

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Segunda

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Pangea

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Eram os dedos astronautas?

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Um dias nosso cérebro será ligado em computadores…

… o que não necessariamente evitará encrencas.

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Segunda-feira

Aí, voltei a desenhar…

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Autopista

Autojabazão: aproveito o clima “Malditos Cartunistas” pra relembrar a série de tiras Autopista, que fiz entre 2008 e 2009. Foram apenas 50 tiras tão malditas que só foram publicadas aqui mesmo.

Um dia eu volto com elas.

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Imma Be a Marketing Star

O Matias falou do Telephone da Lady Gaga e do Born Free da M.I.A., mas eu acho que esqueceu (propositalmente, uma vez que o radar do cara é onipresente…) de citar uma outra pérola recente da história dos clips: Imma Be Rock That Body do Black Eyed Peas. Lançado há mais de dois meses, o clip não tem a exuberância artê do trabalho da Lady Gaga e nem a pungência poplítica (esse termo eu roubei do Bruno) do vídeo da M.I.A., mas, vamos combinar, não perde pra nenhum dos dois em termos de importância pra quem gosta de explorar as camadas mais profundas do pop contemporâneo.

A meu ver, a coisa é mais ou menos assim: se os clips da Lady Gaga e da M.I.A. querem provar algum ponto intensamente, a junção de duas faixas em um vídeo do Black Eyed Peas se foca nos dois aspectos mais fundamentais do pop (e da carreira do Black Eyed Peas): divertir e gerar divisas.

Por diversão, entenda-se a impressionante mão do produtor e líder dos Peas, Will.I.Am ao empilhar referências de praticamente tudo que se fez em música desde que o Kraftwerk foi preso dentro daquele elevador com o George Clinton. O mix das duas faixas, com suas diferenças de andamento e produção, parece mais um mini-set dos 2Many DJs: em cerca de oito minutos tem claras referências a rock, rap old school, rap contemporâneo, electro minimalista, big beat, maximal, enfim, não há tempo nem espaço a perder quando se trata de Will.I.Am. É como se ele promovesse um festival com Afrika Bambaata, 2Many Djs, Chemical Brothers, Daft Punk, Outkast, Justice, Moby e dissesse: “bom, vocês tem aí oito minutos pra tocar e divertir essa galera que não lê blog de música. Se virem.”

Em termos visuais, o clip segue exatamente a mesma lógica, saturando cenários e situações com boa parte da ficção científica dos últimos 40 anos. Ali estão: as armas de onda de impacto utilizadas pela equipe do Tom Cruise em Minority Report; os figurinos d’O Quinto Elemento a la Gaultier (incluindo o sutiã de cone desenhado pelo designer pra turnê Blond Ambition da Madonna); também figurinos inspirados nos antigos seriados do Flash Gordon; o comercial da Citroen com o carro-robô dançando break; logo, Transformers também; paisagens que misturam o ar de District 9, Tatooine e o primeiro Mad Max… enfim.. eu poderia ficar o dia inteiro listando as referências. Mas parte da graça de assistir o clip é justamente você fazer sua própria lista.

O tipo de inteligência que constrói esse Lego audiovisual não se baseia só em ambições artísticas. Will.I.Am é considerado, hoje, mais do que um produtor/frontman do pop. Ele é um übermarqueteiro de mão cheia e as ações de product placement nos clips dos Black Eyed Peas (que incluem motos, carros, celulares e computadores) são apenas a ponta do iceberg.

Uma matéria recente no Wall Street Journal lista as marcas que já trabalharam JUNTO com a banda (Apple, BlackBerry, Pepsi, Honda, Verizon…) e revela a eloquência do vocalista quando ele está longe dos palcos de estádios. É em salas lotadas de executivos que Will.I.Am tem dado seus maiores shows, respondendo com incrível competência a empresas ávidas por colar a imagem de suas marcas a um grupo que consegue atravessar nichos e agradar fãs de diferentes idades, estratos sociais e nacionalidades.

Pra completar, o cara ainda tira a maior onda em Imma Be, comparando sua trajetória de popstar com a falência do Lehman Brothers, banco que liderou o crash financeiro de 2008 nos Estados Unidos:

Loanin out a billion, I get back a trillion
Imma be a brother, but my name ain’t Lehman
Imma be ya banker loading out semen

Pois é, amigo… e você achando que aquele flashmob na Oprah era impressionante…

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Feliz Páscoa

Esse é o tipo de doce que eu desejo pra vocês nesse feriadão.

(Peguei aqui.)

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Blue Moon

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Vale por um bifinho

Nos anos 1990, perguntaram à filósofa Marilena Chauí quais eram suas preocupações diárias.

“Ora”, respondeu a professora, “eu vou do bife ao infinito”.

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Mischa Island

“Nossa consciência não é nada mais do que um pedaço de ilha insignificante flutuando em um vasto oceano circundante. Mas é desse insignificante pedaço de terra que nós podemos olhar para a imensa expansão do inconsciente.”

***

Livremente traduzido daqui.

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Flor

1 desenho por dia até o fim do carnaval.

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I.P.A.

1 desenho por dia até o fim do carnaval.

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Dentro

1 desenho por dia até o fim do carnaval

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Esquerda

1 desenho por dia até o fim do carnaval

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Praia

1 desenho por dia até o fim do carnaval.

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Bagunça de tinta no Goiânia Noise

Fotinho do tênis que a Converse me permitiu customizar lá no festival. Eu comecei querendo desenhar bonitinho, mas aí o Marcos chegou dizendo que tinha entrevista e a pressa definiu minhas escolhas estéticas: taquei-lhe um Ramones com as tintas. Acho que ficou até melhor do que se eu tentasse desenhar bonitinho.

O bacana é que o molde vai pra fábrica e eu devo receber o tênis dentro de algum tempo. É um bom retrato da minha capacidade artística…

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Sara & Shendra

Sara.

Shendra.

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