OEsquema

Arquivo: Música

Às vezes sempre

Postei esse video aqui inspirado no comentário do Secco, que comparou a Mallu Magalhães ao Mazzy Star. Na época eu achava o Mazzy Star meio chato, mas agora bateu, eu realmente ando curtindo vocalistas mulheres que não sejam muito histéricas.

No passado, eu curtia mais a parceria da Hope Sandoval (vocalista do Mazzy Star, discreta musa indie dos anos 90) com o Jesus and Mary Chain? Outra ótima cançoneta.

O que eu acho incrível nessa Sometimes Always é a simplicidade: apenas duas notas o tempo inteiro, duas notas ingênuas e que poderiam ficar pobrinhas nas mãos de outras pessoas. Aqui tem uma versão ao vivo.

1 Comentário

Quitutes pro finde


O nome chique é “outtake”. Pois é: em 2005 gravamos duas músicas a mais para o álbum mais recente dos Walverdes, “Playback”. Uma delas foi para uma coletânea em CD-R da Mono e agora ela também está disponível no nosso MySpace. O “outtake” se chama Again e é uma regravação com letra nova da Again que está no nosso primeiro disco, “Walverdes” – esgotado e ainda bem porque é um disco meio esquisito. No entanto, Again é massa, ainda mais nessa nova gravação, com todo o peso que faltava na outra.

PS: essa foto aí eu roubei do set do incrível Eugênio Vieira.


Believe the hype: o som da Mallu Magalhães é realmente legal! A guria tem só 14 anos (e daí?) mas já conquistou o coração do mundo indie: o Lucio Ribeiro e o Matias assinaram embaixo nos seus blogs. O Du Ramos, ex-empresário do Cansei de Ser Sexy e pensando na vida enquanto faz drum and bass demente com o Sérgio do Debate, também. Como disse o Fabrício Nobre, na mesma noite em que o Du me falou da Mallu: “Mini, é música bem feita, cheia de partes, não é que nem as nossas toscas”. Pois é, Walverdes não tem nem refrão às vezes, quanto mais bridge.

Confere lá e tira tuas próprias conclusões.


Eu adoro nuvens. Uma vez escrevi um enorme conto de ficção científica envolvendo nuvens. Não sei onde foi parar. Pois bem, o Tatu fez umas fotos de nuvens e colocou .

Falando em Tatu, foi ele que me deu a dica: a biblioteca do Congresso Americano tá colocando três mil fotos no Flickr. Ele tirou a dica de outro blog interessante, o The Year in Pictures.

Começou que caiu no meu email um link com o vídeo novo do Supergrass: os caras se autodenominando Diamond Hoo Hoo Men e tocando sem o baixista Mick Quinn. Ué, brigas numa banda que sempre pareceu tão parceria?

Não! É que o baixista quase ficou paraplégico num acidente doméstico: saiu da cama pra ir ao banheiro durante férias com a família, não acendeu a luz, errou o caminho e caiu de uma janela do primeiro andar, machucando seriamente as costas.

Os outros membros da banda, enquanto esperam a recuperação de Mick, então andam fazendo show sob o nome de Diamond Hoo Hoo Men, também o nome do novo single do trio. Que doença.

Bom finde!

5 Comentários

Arctic Monkeys Vs. Nirvana – a morte da alta fidelidade


A Jeanne Caligari deu o toque: materizainha na Rolling Stone americana sobre a “piorização” da qualidade de som dos CDs atualmente, masterizados de forma tosca pra que as músicas sobrevivam com um bom volume à compressão do mp3.

Masterização é o processo de pós-produção pelo qual passa um álbum. Nessa etapa se acerta o volume do conjunto todo, se reduzem os ruídos, se faz uma equalização única, resumindo, é onde uma boa parte do clima do disco é definida e o masterizador tem que ter a manha pra não achatar ou expandir demais o som da banda, encontrar o ponto certo da história.

O que vem ocorrendo é a criação de um novo padrão de masterização no qual grande parte das nuances são eliminadas em benefício de um volume maior, com mais intensidade. O problema é que isso também significa menos diversidade no som, o que deixa as músicas todas meio iguais. Por exemplo, você pega a visualização gráfica da antiga Smells Like Teen Spirit …

… e compara com I Bet You Look Good on The Dancefloor do Arctic Monkeys…

Sacou? Não é que os Monkeys sejam mais intensos do que o Nirvana. É que o disco deles foi masterizado de forma mais intensa, comprimindo o som e carregando no volume de forma absurda.

A justificativa da indústria para essa mudança é que o som precisa ser mais alto pra fazer sentido sob a forma de um arquivo comprimido (MP3) e que é consumido cada vez mais em caixinhas de computador e fones de iPod, que não oferecem uma fidelidade muito boa no som.

Para o usuário médio isso não faz a menor diferença, mas há artistas, produtores e uma parte do público incomodada com isso. Em alguns casos, até mesmo certos instrumentos ou detahes da música somem no meio da zoeira.

O que provavelmente vai acontecer é que os álbuns “mais bem masterizados” vão se tornar também parte de um nicho indicado (na matéria já se cita movimentos nesse sentido): artigos direcionados, baseados na disposição de uma banda ou um produtor querendo se conectar a um público interessado em uma experiência mais sofisticada em termos de sonoridade.

Apesar de adorar som, não sou propriamente um audiófilo e não vejo volta nesse standard. Evito, na medida do possível, as lamentáveis caixinhas de computador, mas morro nos fones de mp3 player. O som do meu Creative Zen até é bem razoável e há pouco passei uns meses com um celular Motorola K1 que tinha mp3 player e uns fones decentes. Depois de ser roubado, tive que pegar um LG cujos fones já são bem mais podrinhos, mas é a vida.

Isso tudo não é um caso isolado. Como escrevi num post do ano passado, acredito que vivemos uma era de extrema tolerância à baixa resolução, não apenas na música mas também na fotografia, nas artes gráficas, na alimentação e nos relacionamentos humanos. Nénão?

5 Comentários

Quitutes pro finde



Vinil na cara: Sleevefaces.


Uma produtora de moda mostrando todo dia como sai de casa: Hoje eu vou assim

É bom esse disquinho, hein? Em breve um post maior sobre ele e toda a função do disco liberado, a grana direto pra banda… semana que vem, quem sabe… sem pressa…

bom finde…

Comente

Quitutes pro Finde

Antes de mais nada, olha q barato esse clip que alguém aí fez pruma música do Grey Album. Tá ligado no Grey Album não? White Album dos Beatles + Black Album do Jay-Z pelo DJ Dangermouse (que depois criou o Gnarls Barkley e produziu o excelente segundo Gorillaz), talvez o primeiro grande clássico da cultura mashup, se é que dá pra dizer assim… john lennon no break, sensacional…

Um show inteiro do Spiritualized em versão acústico + cordas + backing gospel. Comecei a ouvir e achei meio chatinho, mas ainda vou dar uma chance, acho q vale a pena tentar.

Resumindo: o Chaves e mais outros dois ilustradores/designers fizeram uns puta desenho enormes que foram aplicados em uma enorme chapa q foi cortada de forma que virou centenas de palmilhas para a série Custom Brasil Series II. O tênis desenhado pelo Chaves leva o nome do skatista Cezar Gordo e foi inspirado na pista aqui do IAPI.

Mais aqui no site Pico dos Sonhos.

O estado das coisas pela monja budista Ven. Tenza Palmo.

Bom finde a todos.

1 Comentário

O melhor de 2007

Se eu tivesse que escolher apenas um recorte do mundo pop para descrever 2008, seria com certeza The Good The Bad and The Queen. A maior parte das matérias – e inclusive meu post – procura descrever o grupo por intermédio de suas partes: um batera tiozinho vindo das fileiras de Fela Kuti (mestre do afrobeat), um baixista cuja banda punk tem nesses tempos sua influência mais clara e presente, um guitarrista que consegue dar sentido a um termo tipo “psicodelia versátil” e um produtor símbolo do jeito contemporâneo de criar e disseminar música – não vamos nem entrar no designer/ilustrador cool agregado

Contudo, entretanto e porém, The Good The Bad and The Queen oferece uma série de ângulos diversos pelos quais é possível enxergar sua existência aqui entre nós. Logo atrás do conceito de supergrupo quase-inusitado vem a sua inclassificabilidade, qualidade que eu estou usando para escolher o que mais gostei em 2007.

Vamos tentar colocar TGTBTQ em alguma caixinha: o que diabos é essa banda? Nem ao menos banda é. Albarn tem dado o migué de dizer que não existe banda, que The Good The Bad and The Queen é o nome do álbum e não da banda, que a banda não tem nome. O que significa esses caras vestidos em ternos pretos – porém não os do Tarantino e muito menos dos mods? E essas letras que dizem ser tudo em relação a Londres mas eu também não sei porque não prestei muita atenção?

Isso tudo não é novidade pro Damon Albarn, o cara que já se meteu com discorock, com o Banksy, com

Como o great rock’n'roll swindle dos Pistols, como a moral escorregadia da música jamaicana que forjou seu balanço, como a arrogância simpática do britpop – aqui atenuada, como a escolha ao mesmo tempo criteriosa e natural no restaurante a kilo dos mashups, The Good The Bad and The Queen só pode ser descrito de uma forma: é uma grande, deliciosa e bem fornida falcatrua do bem.

***

Falcatrua do bem. Que seja a tônica de 2008, se é q vc me entende.

Comente

Entrevista na Rock Press

esse xadrezinho da layndry me credencia a ser paulista – foto: tatu

Faz tempos q não falo dos Walverdes aqui. É que andamos meio de férias, pensando na vida e no disco novo. Agora a coisa vai: fechamos sete ou oito músicas novas que vamos gravar ao longo do verão, sem pressa. A pilha é diferente do Playback. “Meu minimalismo vem em spray” diz uma das letras.

***

Esse e outros assuntos tão numa entrevista que eu dei para a Olga Costa da Rock Press.

1 Comentário

Boa semana pra vc

Grande dica do Matias.

1 Comentário

Quitutes para o finde – ênfase conectorices


Tá rolando aqui em Porto Alegre na Mundo Arte Global uma exposição com trocentas caixas de leite customizadas por gente de música, design, arte, publicidade e tudo mais. Independente das caixinhas, vale uma visita lá porque em cima da galeria tem uma lojinha preza cheia de coisas desenhadas por gente ótima a preços módicos.

A caixinha aí em cima é a minha.

Saiu a INCREÍBLE +Soma número 3 com uma coluna minha, já tradicionalmente fechando a revista. A edição é especial, mais grossinha, perfeita pra levar pra praia, REPLETA de quitutes visuais. Sério, dá gosto de ficar olhar as figurinhas, nem percam tempo com o meu texto. Vou guarda pra olhar com atenção na praia, se tudo der certo.

Outra coisa: a primeira e a segunda edição estão inteiras pra download no site da revista!

Pontos de exclamação!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

***

Tem uma entrevista comigo na edição impressa da revista Noize. Na pauta, música, walverdes, publicitário indie, essas coisas.

***

Legal esse clipe:

E legal também os caras tocando ao vivo. Bem escandinava a história:

No MySpace, eles citam Stone Roses como uma das influencias (e se tu prestar atenção vai ver que os arpejos – são arpejos? – iniciais da cançoneta parecem os dedilhados do John Squire, de fato).

O que nos leva aos próprios. Olha essa lindeza:

Ano passado não tinha chongas deles no You Tube, agora é recheado de coisas. A desafinação do Ian Brown é algo incrível. Como alguém conseguiu ser tão cool e influente não sabendo cantar? Em compensação, a química entre os quatro (especialmente entre os 3 instrumentistas) ainda permanece como algo lendário, um dos pilares mais fortes de toda a música pop inglesa feita após – e nem vamos entrar no assunto new rave:

Esse clip aí em cima é todo feito com imagens de um show clássico dos Roses em 89, em Blackpool, um lugar de veraneio próximo a Manchester que reuniu milhares de figuraças em plena explosão da cultura rave/baggy/E e tudo mais.

Bom fim de semana, amigles.

Comente

Complementando o nebuloso post anterior

Viu só o q eu falei?

Comente

Psapp


Sabe, na real na real eu não tenho escutado muito música. Então tomo bastante cuidado ou simplesmente aguardo que algo especial chegue. No caso uma amiga andou pela escandinávia nuns festival neofolk mas deixou lá em casa mesmo é um CD-R do Psapp q eu achava ser mó desconhecido mas na real é cheio das músicas em trilhas de seriados.

Enfim. Gostei muito desse The Only Thing I Ever Wanted, veio de certa forma pra ocupar uma saleta na minha mente que tem como habitantes mais constantes a Juana Molina (parceira de selo, o Domino, que pende pra essa pilha) e bem especificamente o Talkie Walkie do Air ou a trilha do Michael Andrews pro Me, You And Everyone Else.

Eu já postei esse vídeo de Tricycle, mas vale de novo… é uma música muito linda, perfeita para coisas como desenhar no chão com a companhia da minha enteada e da minha mulher… e assim um sábado à tarde vira um clip…

Achei na internet umas definições tipo toytronica, por usarem instrumentos de brinquedo na construção da melodia. Não deixa de ser uma boa chamar assim, porque tudo na banda parece cair pra esse lado infantil e bem lúdico, um verniz que não vem de forma alguma isolado se prestarmos atenção em toda essa coisarada em torno do Architetures in Helsinki e do I’m From Barcelona (vou montar uma banda com nome de cidade também, vai chamar Didi em Osório), a explosão de ilustradores na internet, muitos deles com traços também infantis – ainda que nem sempre infantilóides, uns não, outros sim, outrossim… óbvio que a coisa já vinha se armando desde bandas como o Stereolab (q não conheço quase nada, mas saco qualé) e o próprio Belle and Sebastian. Mas os tempos são outros e a “cacofonia minimalista”, as melodias altamente pop tecidas a partir do empilhamento delicado de ruídos levemente esquisitos é o que há.

Se você parar pra pensar mais um pouco, vai ver que as cores e a euforia da new rave e também o dance singelo do Hot Chip (que no seu primeiro disco puxa mais pra esse lado), bem como a volta do Ray Ban Wayfarer vão tudo meio q nessa onda… e por aí vai, a gente pode ir associando sem fim…

1 Comentário

Quitutes para o Feriadão


A Pingmag está cheia de matérias legais se vc está precisando. Tem uma muito interessante sobre esses playgrounds para a terceira idade. Tem também uma sobre material escolar japonês


… e dez highlights da Tokyo Design Week. Adorei esse coletor de água da chuvas da foto acima. Queria ter feito isso.

Eu não sou muito de ficar postando comercial aqui pra fazer buzz. Mas esse merece. Sony Walkman. Uma música feita nota a nota por dezenas de músicos, cada um tocando uma nota. O making of deixa tudo mais interessante. Não deixe de assistir.

Esse é outro que vale a pena colar aqui: o que aconteceria se a agenda do seu celular ganhasse vida? Bastante poético.

O DJ Landosystem da festa Disc-o-nexo de Porto Alegre colocou pra download um excelente set mixado.

Download aqui, aqui ou aqui.

Até segunda. Bom feriadão, caso vc faça.

Comente

O Hip Hop através de Gráficos

Tem muito mais aqui.

Cortesia do Serial Cliquer.

Comente

Boa semana procê

Psapp

Arctic Monkeys

Comente

Publicitário Indie – agora no You Tube

Aí está a primeira parte do resumo em vídeo da palestra que eu dei para o pessoal do Clube dos Jovens Criativos do RS.

A segunda parte está aqui.

E a terceira aqui.

Vai lá e vê eu falando muito “né”, “assim ó” e “todo mundo sabe”.

Pra quem não sabe o que é Publciitário Indie, dá uma olhada aí na coluna da direita.

3 Comentários

3B Rio



B
i Ribeiro
B Negão
Bidu Cardoso

Escrevi sobre eles no Uptate or Die esses tempos.

Comente

Dois vídeos pra abrir a semana

Os sorocabanos do Wry, uma das melhores bandas inglesas dos últimos anos.

Buju Banton, o jamaicano loucão que se converteu depois de cantar muita barbaridade.

Comente

Tudo é uma questão de motivação.

Tem entrevista dos Walverdes no site da Trama Virtual. Conferelá.

2 Comentários

Ouvidoria

Fotos do Efterklang gravando seu último disco. É o assunto do meu último post no Ouvidoria Updaters.
Boa semana.
Comente

Quitutes para o feriadão – com adendos

Não sei quanto a você, mas eu sempre gosto de ter à mão uma fontezita megacool tipo a PingMag. Bom, outra que me surgiu por intermédio do Migrante Digital foi a Monocle. Eu ainda não tive tempo de explorar tudo, mas é aquela coisa: “global affairs” com um pé no design e na arquitetura (eu ando bem interessado em arquitetura), cultura não tão pop um pouco metida à besta mas bem instrutiva e, acima de tudo, bem embalada.
Enfim. Confere a Monocle lá.

***

Por falar nisso, o blog Migrante Digital entrou para meu rol de informantes interessantes. Ainda mais que a titular do Migrante, Guta, está em Nova Iorque mandando notícias. E tem uma amiga enviando posts da China também. Vale dar uma conferida.

***

Estou acompanhando meio de longe todo esse fandango em torno do iPhone. Mas esse post aqui no blog do Information Architets me chamou a atenção. Primeiro por identificar um “brand crime” da Apple. Segundo porque o post “chama” pra uma interação com a tela do teu computador. Fazendo o teste, tu acaba acreditando no post deles. Terceiro porque eu adoro essas coisas de design de informação. Tenho até medo de ler mais sobre o assunto e estragar meu encanto ingênuo com essas coisas.

***

Eu falei lá embaixo dos meus flickr/fotologs prediletos e esqueci de colocar o do Sapo, um grande parceiro. Já citei aqui no blog, ele e mais uma galera andam inventando coisas interessantes na galeria Subterrânea aqui em Porto Alegre, dando uma chacoalhadinha geral. No Flickr dele tem os trabalhos artísticos e também os trabalhos de ilustrador. Dá uma boa conferida no que ele fez pra nossa campanha de Unisinos, que ficou um troço muito massa.

***

O Ian Brown é tão preguiçoso, mas tão preguiçoso, que até nessa música nova ele deu um jeito de usar um pedaço grande de uma letra de outra música dele, So Many Soldiers… mas Ian Brown é Ian Brown e eu sempre adoro esse jeito malemolente de cantar e de conduzir o som… a cançoneta tem participação da Sinead O’Connor e foi lançada num site aí desses contra a guerra, esses troços, sabe?

***

Era isso. Até segunda. Güentaí.

1 Comentário

Boa semana procê

:-)

1 Comentário

ôdje em SP

Tem um texto meu a respeito desse treco, a fita cassete. O texto ficou meio sentimentalóide demais, eu acho… mas enfim… escrevi a respeito da minha dificuldade de jogar fora minhas fitas (no fim acabei jogando) e de como o mp3 player é realmente melhor do que fita cassete no fim das contas – se vc tem um bom fone. Aí esses dias trombei com a notícia (não sei de quem é a dica… num lembro) desse curioso mp3 player que toca em toca-fitas…

Que tal…

A grande questão é que fitas cassete são muito antipráticas e os únicos dois motivos pra continuar com elas são 1) o som magnético, q pouca gente realmente se liga e 2) sentimentalismo.

Deixando o post mais esquizofrênico, dá pra pensar num certo fator freio de mão que coisas como o vinil e o cassete trazem pros nossos tempos: sempre é bom ter por perto alguma coisa que dê uma desacelerada na loucura, seja um braço com uma agulha que exija uma interação analógica – e portanto menos neurótica – pra funcionar, seja a aleatoriedade que o fast forward e o rewind magnético permitem. Entendeu? Nenheu muito bem, mas tenho certeza que é isso aí. Dá um jeito de conseguir uma Mais Soma q eu me extendo no assunto lá.

Comente

Daioné!

Via Trabalho Sujo.

1 Comentário

Só na mãozinha

Hoje tem show no Manara, em Porto Alegre. A função é pra dar o start na campanha pelo clip da Publica no VMB. Votem lá nos caras, o clip é massa!

E amanhã estamos em Gramado no Coca Cola Vibezone. Conforme prometido.

***

Um exemplo radical da ascensão da estética analógica misturada à linguagem digital. Que clip massa hein? Na mesma pilha, outro que vem sendo bastante comentado:

***

É o que a minha namorada comentou esses tempos: a “mão” está na moda. Logo, “à mão” também está na moda.

***

Ou você não notou a atenção que vem sendo dada a ilustradores?

***

Ou você acha que a falação em torno do Michel Gondry nos últimos anos é de graça?

***

E por aí vai.

Pra terminar, Rancoteurs.

Té mais.

1 Comentário

Próximos Shows dos Walverdes

17 Ago – Sexta – Manara – Porto Alegre/RS com Publica
18 Ago – Sábado – Coca Cola Vibezone – Gramado/RS com Skank, Dudu Nobre, etc…
15 Set – Sábado – Drakkar – Florianópolis/SC – com Kratera
16 Set – Domingo – John Bul Pub – Camboriú/SC – com Matanza e outros
29 set – sábado – Pop Cult – Novo Hamburgo/RS
10 nov – sábado – local a definir – Guaíba/RS

A agenda tá bonita. Vão acompanhando novas adições no nosso myspace.

1 Comentário
Página 9 de 111...34567891011