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	<title>Conector</title>
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	<description>por Gustavo Mini</description>
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		<title>El empleo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que me chamou a atenção nesse premiadíssimo curta não foi nem a estética e nem o conteúdo, mas o ritmo. Qualquer obra que dê uma freada nesse mundo acelerado e hiperativo é sempre digno de nota.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/32966847?color=ff9933" width="580" height="326" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>O que me chamou a atenção nesse premiadíssimo curta não foi nem a estética e nem o conteúdo, mas o ritmo. Qualquer obra que dê uma freada nesse mundo acelerado e hiperativo é sempre digno de nota.</p>
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		<title>Entrevista com Domingos Secco do Poa.CC</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois aí está o papo que eu tive com o Domingos Secco do Poa.CC e da Lung sobre o conceito, as ferramentas e a mentalidade de wikicidade. O vídeo é parte das100 transmissões ao vivo que acontecem durante todo o dia de hoje pra promover o Hangout do Google.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="580" height="325" src="http://www.youtube.com/embed/h17V7nVEb3s" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Pois aí está o papo que eu tive com o Domingos Secco do <a href="http://portoalegre.cc/" target="_blank">Poa.CC</a> e da <a href="http://lung.com.br/" target="_blank">Lung </a>sobre o conceito, as ferramentas e a mentalidade de <a href="http://lung.com.br/wikicidade/" target="_blank">wikicidade</a>. O vídeo é parte das<a href="http://www.100hangouts.com.br/" title="100 Hangouts" target="_blank">100 transmissões ao vivo que acontecem durante todo o dia de hoje</a> pra promover o Hangout do Google.</p>
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		<title>Mercury Rev com Levon Helm</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 12:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resgatei das catacumbas dos meus CDs esse Deserter&#8217;s Song do Mercury Rev pra me fazer a trilha da semana que está terminando. E, confesso: nunca tinha lido os créditos, onde diz que o baterista da linda Opus 40 era o Levon Helm, ex-The Band, há pouco falecido. Mais sobre a coenxão Mercury Rev-The Band aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="580" height="423" src="http://www.youtube.com/embed/KzFp3swRNg0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Resgatei das catacumbas dos meus CDs esse Deserter&#8217;s Song do Mercury Rev pra me fazer a trilha da semana que está terminando. E, confesso: nunca tinha lido os créditos, onde diz que o baterista da linda Opus 40 era o <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2012/04/19/levon-helm-1940-2012.htm" title="Levon Helm Trabalho Sujo" target="_blank">Levon Helm, ex-The Band, há pouco falecido</a>. Mais sobre a coenxão Mercury Rev-The Band <a href="http://theband.hiof.no/albums/deserter_songs.html" title="Mercury Rev and The Band" target="_blank">aqui.</a></p>
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		<title>Snyder&#8217;s</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro, ele recontextualiza a palavra &#8216;conservadorismo&#8217;. &#8220;O conservadorismo tem alguns significados válidos. Claro, a maior parte das pessoas que se denominam conservadoras não o são porque elas estão aí extraindo e usando, criando lucro. Curiosamente, artistas e pessoas ligadas à ecologia e à prática do dharma são os conservadores no melhor sentido da palavra, porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/05/SnyderontheDolomite.jpg"><img src="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/05/SnyderontheDolomite-594x399.jpg" alt="" title="SnyderontheDolomite" width="594" height="399" class="alignnone size-medium wp-image-5836" /></a></p>
<p>Primeiro, ele recontextualiza a palavra &#8216;conservadorismo&#8217;.</p>
<p><em>&#8220;O conservadorismo tem alguns significados válidos. Claro, a maior parte das pessoas que se denominam conservadoras não o são porque elas estão aí extraindo e usando, criando lucro. Curiosamente, artistas e pessoas ligadas à ecologia e à prática do dharma são os conservadores no melhor sentido da palavra, porque nós estamos tentando salvar alguma coisa!&#8221;</em></p>
<p>Depois, bota em perspectiva a atitude dos beats. </p>
<p><em>&#8220;Era uma época diferente na economia americana. Costumava ser assim: você chegava numa cidade estranha, arrumava um emprego, achava um apartamento, ficava por um tempo e então ia adiante. Sem esforço. Tudo que você precisava ter era algumas habilidades básicas e disposição pra trabalhar. Esse é o tipo de mobilidade que você vê celebrada por Kerouac em On The Road. Pra muitos americanos, era algo garantido. Isso dava uma qualidade despreocupada aos jovens trabalhadores norte-americanos que não tinham que frequentar uma faculdade se quisessem um emprego.&#8221;</em></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Imagine tentar viver em São Francisco ou Nova Iorque com salário mínimo hoje. Você não consegue. Além do mais, não é mais tão fácil conseguir emprego.</p>
<p>O repórter segue:</p>
<p><em>&#8220;A liberdade e a abertura da economia pós-guerra permitiu a pessoas como Snyder, Kerouac, Allen Ginsberg, Lew Welch e outros se desfiliarem dos sonhos de respeitabilidade da América mainstream.&#8221;</em></p>
<p>São trechos de <a href="http://www.shambhalasun.com/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=2071&#038;Itemid=0" title="Gary Snyder na Shambala Sun" target="_blank">uma entrevista de 1996 que o poeta beat Gary Snyder concedeu pra revista Shambala Sun</a> que me fizeram pensar muito no Brasil atual. </p>
<p>Primeiro, essa onda de conservadorismo. Que, como mostra a questão do Código Florestal, não quer conservar muita coisa apesar de vir de uma bancada &#8220;conservadora&#8221;. Eu sei que é um jogo semântico meio barato, mas não deixa de ser instigante, né?</p>
<p>Em segundo lugar, fico curioso pra ver que tipo de legado cultural essas primeiras décadas de estabilidade econômica vão imprimir no país. Porque, como os Estados Unidos nos provam há pelo menos 70 anos, a pujança de uma nação é paradoxalmente um dos melhores combustíveis para o surgimento de uma cultura pop, hmmm, bem&#8230; alternativa.</p>
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		<title>Dinheiro móvel</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 19:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O infográfico acima, em forma de apresentação, é um dos mais objetivos e diretos pra quem quer entender essa história de pagamento via celular. O assunto vem ocupando espaço de sites, revistas e blogs de tecnologia já faz anos, mas o uso prático desse conceito no dia-a-dia ainda depende de uma conjunção complexa de fatores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="width:595px" id="__ss_12766534"> <strong style="display:block;margin:12px 0 4px"></strong> <object id="__sse12766534" width="595" height="497"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=futureofmoneyinfographdeck-120502003606-phpapp01&#038;stripped_title=future-of-money-infographic&#038;userName=sapient" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed name="__sse12766534" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=futureofmoneyinfographdeck-120502003606-phpapp01&#038;stripped_title=future-of-money-infographic&#038;userName=sapient" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="transparent" width="595" height="497"></embed></object>
<div style="padding:5px 0 12px">
<p>O infográfico acima, em forma de apresentação, é um dos mais objetivos e diretos pra quem quer entender essa história de pagamento via celular. O assunto vem ocupando espaço de sites, revistas e blogs de tecnologia já faz anos, mas o uso prático desse conceito no dia-a-dia ainda depende de uma conjunção complexa de fatores.</p>
<p>Não é só nesse caso. Muitas das novidades criadas em laboratórios de universidades, departamentos de pesquisa de empresas ou quartos de garotos encarnados são noticiadas na mídia logo que surgem, mas às vezes demora anos até que elas se materializem na vida das pessoas de fato. O motivo dessa demora nem sempre tem a ver com a falta de interesse do público ou das empresas, mas sim da dificuldade que é determinar padrões de funcionamento pra novidades desse calibre. Em especial, nesse caso, é fundamental a criação de um padrão que seja adotado por um número razoável de lojas e instituições financeiras, assunto coberto a partir da lâmina 14.</p>
<p>Criar esse ecossistema de funcionamento e fazer todos os envolvidos se entenderem<br />
hoje é tão (ou mais) importante quanto criar a tecnologia em si.</p>
</div></div>]]></content:encoded>
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		<title>Documentário: With My Own Two Wheels</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 22:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Me corrija se eu estiver enganado, mas me parece que toda vez que se fala de ativismo + bicicleta, o papo acaba girando em torno da solução de problemas de trânsito e poluição de grandes cidades. O pacote parece desenhado para uma certa classe média urbana e a discussão acaba deixando de fora um naco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.viewchange.org/videos/with-my-own-two-wheels/player?size=small" frameborder="0" scrolling="no" width="480" height="270"></iframe></p>
<p>Me corrija se eu estiver enganado, mas me parece que toda vez que se fala de ativismo + bicicleta, o papo acaba girando em torno da solução de problemas de trânsito e poluição de grandes cidades. O pacote parece desenhado para uma certa classe média urbana e a discussão acaba deixando de fora um naco grande do universo de quem usa duas rodas pra se locomover e viver. Por exemplo, qualquer um que costume visitar o interior do seu estado (ou viva lá),  sabe que fora das capitais (e mesmo dentro delas, na periferia) a bicicleta é um item que nunca deixou a pauta de muita gente.</p>
<p>O grande mérito de With My Own Two Wheels (que você pode assistir online aí mesmo ou <a title="With My Own Thow Wheels Download" href="http://www.viewchange.org/videos/with-my-own-two-wheels" target="_blank">ou aqui, onde também tem download</a>) é justamente trazer à tona o impacto da bicicleta no dia-a-dia de comunidades menos privilegiadas em Gana, na Guatemala, na India e até mesmo na Califórnia.  Como diz <a title="With My Own Two Wheels Website" href="http://www.withmyowntwowheels.org/" target="_blank">no site da produção</a>, &#8220;pra muitos americanos, a bicicleta é uma escolha, um brinquedo caro, um modo de transporte ecologicamente consciente. Mas ao redor do mundo ela é muito mais&#8221;. E, de fato, os casos retratados no documentário mostram a versatilidade e a simplicidade da bike como agente de transformação social. Entre opções como construir implementos rurais, acelerar o atendimento de saúde, incluir meninas indianas no sistema educacional e reintegrar ex-membros de gangues na sociedade, reduzir o número de carros no trânsito acaba sendo apenas uma das várias possibilidades.</p>
<p>Dito isto, a ressalva: não espere de With My Own Two Wheels muita profundidade. O filme é otimista, positivo, até meio inspirador, mas também tem um certa certa ingenuidade, um ar de &#8220;olhar de país rico&#8221; sobre &#8220;o resto mundo&#8221;, um pouco como se &#8220;o mundo lá embaixo&#8221; não soubesse se virar sem &#8220;olhar do país rico&#8221;.  Me sinto um pouco duro criticando um trabalho tão bacana, com tão boas intenções e que me caiu tão bem, mas um pouco menos de condescendência e um pouco mais de proposições estruturadas também não fariam mal algum.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hoje vou estar no Observatório Fora do Eixo em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[fora do eixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Aparece lá no Centro Meme na Cidade Baixa às 20h. Ou aparece na frente do computador aí. O papo é sobre Cultura Digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/581384_366717346698402_280638155306322_924307_679244045_n.jpg"><img src="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/581384_366717346698402_280638155306322_924307_679244045_n-594x417.jpg" alt="" title="Flyer Observatório " width="594" height="417" class="alignnone size-medium wp-image-5819" /></a></p>
<p>Aparece lá no <a href="http://www.centromeme.com.br/" target="_blank">Centro Meme</a> na Cidade Baixa às 20h. Ou aparece <a href="http://observatorio.foradoeixo.org.br/" target="_blank">na frente do computador aí</a>. O papo é sobre Cultura Digital.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Você pode escolher uma única mídia a vida inteira</title>
		<link>http://www.oesquema.com.br/conector/2012/04/24/voce-pode-escolher-uma-unica-midia-a-vida-inteira.htm</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 14:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Graforréia Xilarmônica]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acima, o clip da nova música da volta da Graforréia Xilarmônica. Não é preciso chover no molhado e ficar elogiando os caras. Tudo que faço é colar a letra da música, uma pérola do mapeamento do mundo hoje, não? Ou seja, não é que a Graforréia voltou, a Graforréia tá aí. Sempre teve. &#8220;Certas canções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="590" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/iMXttvapQNA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Acima, o clip da nova música da volta da Graforréia Xilarmônica. Não é preciso chover no molhado e ficar elogiando os caras. Tudo que faço é colar a letra da música, uma pérola do mapeamento do mundo hoje, não? Ou seja, não é que a Graforréia voltou, a Graforréia tá aí. Sempre teve.</p>
<p>&#8220;Certas canções só vão surgir quando você partir<br />
Peço perdão, mas eu escrevi mais uma canção<br />
Você pode escolher uma única mídia a vida inteira<br />
Escreva poemas agrários fazer da enxada a sua caneta<br />
São tantas emoções são várias tendências<br />
Techno-brega ou electro-rock<br />
Terra em Transe ou Nosferatu<br />
As criações humanas nós chamamos de cultura<br />
Azulejo de banheiro também pode ser literatura<br />
O sertanejo e o minueto universitário<br />
A razão do problema é o que o ponta direita sumiu do cenário<br />
Trilhas sonoras, enciclopédias e anedotários<br />
Trocaram-se os índices inflacionários.<br />
Você pode escolher uma única mídia a vida inteira<br />
Escreva poemas agrários fazer da enxada a sua caneta<br />
Fale-me agora qual é a mídia do seu coração<br />
Jornal , eletrola, teatro, cinema ou televisão<br />
Rádios comunitárias, conglomerados de comunicação<br />
Ensino a distância Made in Japão<br />
Certas canções vão germinar só por você me amar&#8221;</p>
<p>Um detalhe importante: Tantas Tendências já apareceu em outra encarnação, com outra letra e algumas diferenças na melodia<a href="http://www.oesquema.com.br/urbe/2010/04/06/oviolao-coletanea-completa.htm" target="_blank"> na coletânea OViolão, que lançamos aqui pelo Oesquema, lembra?</a></p>
<p><iframe width="590" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/uUTaKhfXBTU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="http://www.lacumbuca.com/2012/04/clipe-graforreia-xilarmonica-tantas.html" target="_blank">Quem lembrou isso foi o pessoal do La Cumbuca.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Picaretagem ou novo formato?</title>
		<link>http://www.oesquema.com.br/conector/2012/04/23/picaretagem-ou-novo-formato.htm</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Project Webster]]></category>

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		<description><![CDATA[A história é a seguinte: estava eu procurando esse livro de fotos do Chris McCandless (o carionha do Na Natureza Selvagem) na Amazon, quando me deparei com o livro acima. Interessado no tema, fui dar uma vasculhada no conteúdo, na autora e na editora e encontrei o seguinte: As passagens grifadas dizem o seguinte. &#8220;Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/chris.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5803" title="chris" src="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/chris-594x725.jpg" alt="" width="594" height="725" /></a></p>
<p>A história é a seguinte: estava eu procurando <a href="http://www.amazon.com/Back-The-Wild-Christopher-McCandless/dp/0983395500/ref=sr_1_cc_1?s=aps&amp;ie=UTF8&amp;qid=1334941949&amp;sr=1-1-catcorr" target="_blank">esse livro de fotos do Chris McCandless</a> (o carionha do Na Natureza Selvagem) na Amazon, quando me deparei com o livro acima. Interessado no tema, fui dar uma vasculhada no conteúdo, na autora e na editora e encontrei o seguinte:</p>
<p><a href="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/chris2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5804" title="chris2" src="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/chris2-594x123.jpg" alt="" width="594" height="123" /></a></p>
<p>As passagens grifadas dizem o seguinte.</p>
<p>&#8220;Por favor atente para o fato de que o conteúdo deste livro consiste primordialmente de artigos disponíveis na Wikipedia e em outras fontes online. (&#8230;) (A editora) Project Webster representa um novo paradigma de edição, permitindo que fontes de conteúdo espalhadas sejam consolidadas em livros coerentes, relevantes e informativos.&#8221;</p>
<p>É isso mesmo! O livro acima não é nada mais do que uma compilação de artigos pescados na internet que estavam com os direitos liberados em algum nível. E o Chris McCandless não é o único assunto coberto pela autora Dakota Stevens e o Project Websters. Na própria Amazon você encontra <a href="http://www.amazon.com/s/ref=ntt_athr_dp_sr_1?_encoding=UTF8&amp;sort=relevancerank&amp;search-alias=books&amp;ie=UTF8&amp;field-author=Dakota%20Stevens" target="_blank">DEZENAS de livros no mesmíssimo formato, com o mesmo layout de capa, </a>sobre todo tipo de assunto, desde Ayrton Senna, passando pela cozinha de Porto Rico, tribos nativas dos Estados Unidos, a história do hip hop e Cameron Diaz. E não é só na Amazon, se encontra material similar no<a href="http://books.google.co.uk/books/about/The_Webster_s_Guide_to_Bodybuilding_Incl.html?id=NW1UYgEACAAJ" target="_blank"> Google Books</a> e na <a href="http://www.barnesandnoble.com/w/guide-to-nice-france-dakota-stevens/1101118913" target="_blank">Barnes &amp; Nobles</a>. Deve ter em mais lugares, mas eu parei por aí.</p>
<p><a href="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/Dakota.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5807" title="Dakota" src="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/Dakota-594x316.jpg" alt="" width="594" height="316" /></a></p>
<p>Bom, fique curioso com essa história e comecei a procurar algum site ou alguma referência a Dakota Stevens e ao Project Websters, mas não encontrei NADA, nem site da autora, nem da editora, nem mesmo matérias criticando a idéia. O nome de Dakota Stevens, na verdade, aparece mais frequentemente como o personagem dos livros de mistério do <a href="http://orcutt.net/weblog/about/" target="_blank">escritor Chris Orcutt</a>. Esse Dakota Stevens, apesar de fictício, tem <a href="http://dakotastevens.com/" target="_blank">até site do seu escritório de investigação</a>.</p>
<p>Enfim, se alguém encontrar mais alguma coisa sobre Dakota Stevens/Project Websters, por favor avise. Mas o fato é que estamos diante de uma ideia muito interessante. Nos reviews de leitores da Amazon, algumas pessoas avisam o leitor incauto que aquele livro é, de certa forma, uma picaretagem, uma reunião de artigos que qualquer um pode sentar, procurar e reunir pra ler na internet. Mas o que retira um pouco do ar de picaretagem dessa história (descontando qualquer questão de direitos autorais)<strong> é que hoje o trabalho de garimpar, fazer curadoria e reunir material de forma que faça sentido é absolutamente valioso.</strong></p>
<p><a href="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/printing-press.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5808" title="printing-press" src="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2012/04/printing-press-594x453.jpg" alt="" width="594" height="453" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esses dias, eu pensava justamente sobre isso: é possível aprender sobre tudo na internet, mas <strong>um dos grandes problemas é sentar, garimpar e juntar num formato que tenha portabilidade, que seja simples de colocar em algum dispositivo ou imprimir.</strong> Esse trabalho &#8211; apesar de alguns conhecidos meus gritarem o contrário &#8211; é um saco de fazer e são poucas as pessoas que 1) estão dispostas 2) tem as habilidades de garimpagem,  de consolidação e de edição gráfica necessárias pra tanto.</p>
<p>Veja bem: não estou falando de edição online, de portais de conteúdo, de RSS feeders, de blogueiros que curam conteúdo.<strong> Estou falando de um conteúdo que em um certo ponto precisa se tornar estático pra ser consumido.</strong> Que chega um ponto em que ele pára de ser alimentado, que você corta o fluxo, e ele se torna um objeto (digital ou físico) com início, meio e fim. Um livro ou uma revistas feitos por você com o que você acha na internet. A princípio, é um conceito que soa anacrônico, mas eu diria que ele é mais fundamental hoje do que em qualquer outra época da história da humanidade &#8211; porque é um saco você precisando absorver informação sobre um determinado tema e não parar de entrar coisa nova.</p>
<p>Pra dar um exemplo mais prático: eu uso o Flipboard como interface do meu Google Reader (ainda não testei o<a href="http://www.google.com/producer/currents" target="_blank"> Currents</a> e nem o <a href="http://zite.com/" target="_blank">Zite</a>). Ou seja, quando eu quero me informar, eu abro o Flipboard no iPad e seleciono a aba que me interessa. O problema é que a informação não só não pára de entrar um segundo como tem um rabicho em direção ao passado. <strong>Essa é a grande vantagem de livros e revistas impressos: chega uma hora que a leitura acaba.</strong> Esse lado estático e limitado também tem valor de leitura. Eu gostaria de poder &#8220;cortar&#8221; a alimentação do meu Flipboard de vez em quando. Como o aplicativo não faz isso, eu preciso fazer isso com a minha mente.</p>
<p>Aí está uma ideia pra quem quiser produzir: um aplicativo de uso popular, fácil e intuitivo, que busque conteúdo na internet sobre um determinado assunto e consolide em um documento em formato e layout também popular. Tá picando essa história. Se existe isso, me avisem por favor.</p>
<p>***</p>
<p>Update 1: o <a href="http://cintelectual.blogspot.com.br/" target="_blank">Rodrigo Azeved</a>o avisa que dentro da própria Wikipedia existe o <a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3ALivro&amp;bookcmd=book_creator&amp;referer=Wikip%C3%A9dia%3AAviso+geral" target="_blank">Criador de Livros</a>, que cria arquivos em PDF e ODF com artigos dali mesmo. Vou testar e em seguida dou meu veredicto.</p>
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		<title>Slanted &amp; Enchanted: 20 anos em covers</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 16:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembrado pelo Matias de que o primeirão do Pavement completou duas décadas HOJE, resolvi compilar um tributo com o tracklist inteiro só de covers achadas no YouTube. Aí está. 1) Summer Babe &#8211; Dollar Bar 2) Trigger Cut/Wounded-Kite At:17 &#8211; James Carter w/ Chestnut, Jackson, Veal 3) No Life Singed Her &#8211; Off the Record [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrado pelo <a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/" target="_blank">Matias </a>de que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Slanted_and_Enchanted" target="_blank">o primeirão do Pavement</a> completou duas décadas HOJE, resolvi compilar um tributo com o tracklist inteiro só de covers achadas no YouTube. Aí está.</p>
<p>1) Summer Babe &#8211; Dollar Bar</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/lzvmkDCP05o" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>2) Trigger Cut/Wounded-Kite At:17 &#8211; James Carter w/ Chestnut, Jackson, Veal</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/Vuo9R6SlcRA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>3) No Life Singed Her &#8211; Off the Record</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/IaqnKZGmt_Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>4) In the Mouth of a Desert &#8211; Adultdisco</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/7DH69WqHw3w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>5) Conduit for Sale- Off the Record</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/we_Ca4Gjbcs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>6) Zurich is Stained &#8211; Rosa &#038; Francesco</p>
<p><iframe width="590" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/WSMUkHjaZQo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>7) Chesley&#8217;s Little Wrists &#8211; Off the Record</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/5abyoKmhLbk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>8) Loretta&#8217;s Scars &#8211; Lê Almeida</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/jODFfa4WQ8E" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>9) Here &#8211; Tindersticks</p>
<p><iframe width="590" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/kxlwn3wPwcY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>10) Two States &#8211; The Poison Control Center</p>
<p><iframe width="590" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/F8XrBpHxTBw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>11) Perfume V &#8211; The Go Find</p>
<p><iframe width="590" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/S-grSvQsgk8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>12) Fame Throwa &#8211; Off the Record</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/Hqtl6aibVZ4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>13) Jackals, False Grails: The Lonesome Era &#8211; Off The Record</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/Kpp0RAAmR3A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>14) Our Singer &#8211; Off The Record</p>
<p><iframe width="590" height="430" src="http://www.youtube.com/embed/byQCbn9WIHQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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