Tag: Gustavo Mini Solo


terça-feira, 22 de setembro, 2009

Over and Over

At night when the sky is clear
and the moon is shining down
My heart goes running back to you
I love the way
you open up and let me in
So I go running back to you,
Over and over again.

Over and over again my love
Over and over again with you
Over and over again my love
Over and over again with you.

Remember the nights of love
and that moment on the beach
That wasn’t really too long ago
But we paid the price of time,
[ Find more Lyrics on www.mp3lyrics.org/AmTW ]
and now it’s out of reach
And so the broken circle go,
Over and over again

Over and over again my love
Over and over again with you
Over and over again my love
Over and over again with you.

Somewhere in a fire of love,
our dreams went up in smoke
We danced beneath silver rain
Upon the fields of green,
where time was just a joke
And now the feeling’s
just the same,
Over and over again.

Over and over again my love
Over and over again with you
Over and over again my love
Over and over again with you.

“Over and Over” - Neil Young & Crazy Horse, do álbum Ragged Glory

Postado por Gustavo Mini às 7:00 | 2 Comentários | Permalink

quinta-feira, 19 de março, 2009

Canoa

Diz que mais além
Quando tudo que se tem
É estar aqui
Nada mais me resta
A não ser me ver em ti
Diz que sem um lá
Fica difícil de chegar
Diz que sem aqui
Não tem
Não tem pra onde ir
Me perdoa
Me perdoa
Me perdoa
Eu tô na mesma canoa

***

Tem uma versão mais produzidinha gravada pelo Mairena lá na minha página no Trama Virtual. E outros sons webcam & violão aqui.

Postado por Gustavo Mini às 12:28 | 2 Comentários | Permalink

sexta-feira, 13 de março, 2009

Os dias não serão de ninguém

Mais do que cercado
Praticamente imerso
Contexto inebriado
O olhar pagando ingresso
Cada forma perfeita
Angariando fundos
Criando estatutos
Estabelecendo seitas

Deuses são promessa transparentes que nunca se cumprem
Deuses são batalhas inocentes que nunca dão trégua
Deuses são parentes indiretos de planos antigos
Deuses tão espertos não percebem como estão perdidos

Mesmo palácios criados
Sem essa clara intenção
Abrigam deuses perdidos
Com muito poder nas mãos
Vivendo à margem de tudo
Adubo para a ilusão
De que um dia
Todos os reis serão seus

Deuses são promessa transparentes que nunca se cumprem
Deuses são batalhas inocentes que nunca dão trégua
Deuses são parentes indiretos de planos mofados
Deuses tão espertos não percebem que os dias não serão seus
Os dias não serão seus
Os dias não serão de ninguém
Os dias não serão de ninguém
Os dias não serão de ninguém

***

Em se tratando dos meus sons solo (sem Walverdes), tem mais esses vídeos.

Profissionalismo
As verdades que não sabem mais
Tie Dye

É tudo toscão assim mesmo.

***

Tem também alguma coisa no MySpace e na Trama Virtual (um monte de coisa pra baixar, comece pelo EP Conector).

Postado por Gustavo Mini às 16:17 | Sem comentários | Permalink

quarta-feira, 4 de fevereiro, 2009

Tudo é uma questão de profissionalismo

Postado por Gustavo Mini às 21:50 | 10 Comentários | Permalink

domingo, 6 de julho, 2008

As verdades que não sabem mais*

Sei que olhando mais de perto

Eu me sinto mais esperto
Mas estando mais aberto
Não tem onde guardar
As memórias e lamentos
Os prazeres lamacentos
Os sorrisos e momentos
Que não sabem mais
As verdades que não sabem mais
As certezas que não trazem paz
As verdades que não sabem mais
As certezas que não trazem paz
E na hora que eu desperto
O registro é aberto
Invasão de pensamentos
Querendo mandar
Mas segundo o documento
Nenhum deles eu enfrento
Sigo em frente mais atento
Sem olhar pra trás
As verdades que não sabem mais
As certezas que não trazem paz
As verdades que não sabem mais
As certezas que não trazem paz
***
* feita com a parceria do Sapo e do Tatu.
Postado por Gustavo Mini às 21:50 | Sem comentários | Permalink

segunda-feira, 9 de junho, 2008

Tie Dye

Vou ficar colorido
E cada cor do espaço
Reflete o antigo embaço
Da mente presa ao mar
Mesmo dolorido
Faço que disfarço
Vou por teu abraço
E teu sagaz olhar

Me descolore
Deixa meu coração em tie dye

E o branco abolido
Por ser o eu esparso
E causar tanto embaraço
Parece sufocar
Mas nele está contido
Todo universo que eu faço
As cores no próprio passo
Perfeito jeito de amar

Me descolore
Deixa meu coreção em tie dye

Branco pela cor invadido
Luz em território inimigo
Território enlouquecido
Sem piedade foi tingido

Postado por Gustavo Mini às 21:39 | 2 Comentários | Permalink


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