OEsquema

Arquivo: Londres

ESQUEMEANDO!

O Matias fez uma bela análise a respeito da Mallu Magalhães. O gancho foi o último show dela com 15 anos, mas a questão não é essa e sim que ainda está por ser entendido o que é ser artista, o que é ser celebridade e o que é ser indie (existe ainda?) hojimdia. Bom ponto do Matias: o que interessa é olhar a Mallu fenômeno e não a Mallu pessoa. A segunda realmente não é problema meu (é seu?), já a primeira é uma das coisas mais interessantes que já surgiu nos últimos tempos por derrubar tantas paredes feitas de vento – mas que alguns insistem em dizer que são de concreto.

 

Ensaio sobre a Cegueira, Fernando Meirelles pra cá, Saramago pra lá e o Arnaldo me veio com esse cartum… muito bom, muito bom…

 

O Bruno vem fazendo uma série de posts dividindo com a gente sua saudade de Londres. Aí eu me lembrei uma coisa que me deixou saudoso nas vezes que voltei de lá: o design das placas de sinalização em tudo que é lugar. Pode parecer uma bobagem, mas eu continuo achando que em alguns casos isso contribui pra qualidade de vida, senão pela real eficiência de sinalização, então ao menos pela mera organização visual em um mundo cada vez mais caótico nesse sentido. Virginiano é virginiano né…

Na busca por imagens pra ilustrar esse comentário, esbarrei nesse site de um professor de design, que comenta “public letterings” em uma caminhada no centro de Londres. Vai lá.

Bom fim de semana, só sento na frente da tela na segunda agora…


2 Comentários

Edificantes Imagens da Vida (9)





1 Comentário

Yo…





… bang.

Que imagem hein? Um cara apontando uma arma câmera enquanto você atravessa a Millenium Bridge em Londres, tentando chegar mais perto do Tate Modern. Um xerox gigante de violência urbana guardando um templo da arte para divulgar a arte que está nas ruas. Talvez pareça óbvio. Mas tem um impacto bem legal. Eu curti.

8 Comentários

Radiohead hoje no Victoria Park


Começou hoje a tour inglesa do In Rainbows com um show pra trocentos zilhões de pessoas no Victoria Park. Fiquei sabendo em cima, tava sold out, o William tentou achar algum na internet, não rolou mas o Bruno tinha um extra. Porém deve ter havido uma megacompra antecipada de cambistas ou gente querendo vender depois, porque havia ingressos a 15 libras sendo oferecidos na entrada.
Nos jornais aqui se fala a respeito do fator green dessa tour: a idéia da banda é reduzir ao máximo o equipamento nas viagens pra evitar emissões de carbono desnecessárias, o que eu ainda não decidi se é uma boa ação ou uma viagem porque no fim das contas ainda é muita coisa. Não entendi bem se eles consideram o sistema de iluminação algo supérfluo e embora seja melhor pro planeta, se outras cidades não puderem ver a luz mais legal de show que eu vi na vida, vai ser uma pena.
Adorei que eles tocaram TODO o In Rainbows, porque eu não me considera bem um fã de Radiohead, e sim um fã de Ok Computer, In Rainbows e Idioteque (que fechou o show de forma espasmódica, com o Thom Yorke tendo seus ataquezinhos).

É bem sintomático que o Radiohead “feche” o meu Festival de Cannes, porque se falou muito nos caras lá. Volta e meia surgam citações à questão da remuneração do In Rainbows.

Mas é aquela coisa: basta ligar os amplificadores e começar a quebradeira que todo esse blablablá volta a ser única e exclusivamente blablablá. Showzão.
2 Comentários