O Matias fez uma bela análise a respeito da Mallu Magalhães. O gancho foi o último show dela com 15 anos, mas a questão não é essa e sim que ainda está por ser entendido o que é ser artista, o que é ser celebridade e o que é ser indie (existe ainda?) hojimdia. Bom ponto do Matias: o que interessa é olhar a Mallu fenômeno e não a Mallu pessoa. A segunda realmente não é problema meu (é seu?), já a primeira é uma das coisas mais interessantes que já surgiu nos últimos tempos por derrubar tantas paredes feitas de vento - mas que alguns insistem em dizer que são de concreto.
Ensaio sobre a Cegueira, Fernando Meirelles pra cá, Saramago pra lá e o Arnaldo me veio com esse cartum… muito bom, muito bom…
O Bruno vem fazendo uma série de posts dividindo com a gente sua saudade de Londres. Aí eu me lembrei uma coisa que me deixou saudoso nas vezes que voltei de lá: o design das placas de sinalização em tudo que é lugar. Pode parecer uma bobagem, mas eu continuo achando que em alguns casos isso contribui pra qualidade de vida, senão pela real eficiência de sinalização, então ao menos pela mera organização visual em um mundo cada vez mais caótico nesse sentido. Virginiano é virginiano né…
Na busca por imagens pra ilustrar esse comentário, esbarrei nesse site de um professor de design, que comenta “public letterings” em uma caminhada no centro de Londres. Vai lá.
Bom fim de semana, só sento na frente da tela na segunda agora…
Que imagem hein? Um cara apontando uma arma câmera enquanto você atravessa a Millenium Bridge em Londres, tentando chegar mais perto do Tate Modern. Um xerox gigante de violência urbana guardando um templo da arte para divulgar a arte que está nas ruas. Talvez pareça óbvio. Mas tem um impacto bem legal. Eu curti.
É bem sintomático que o Radiohead “feche” o meu Festival de Cannes, porque se falou muito nos caras lá. Volta e meia surgam citações à questão da remuneração do In Rainbows.
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