• .spfw – Cavalera.

    Pouco mais de um mês depois de virar avô, Alberto Hiar se viu diante de um novo universo. E foi pensando no fato de ter que começar a contar histórias à Alberto Hiar Neto, que ele começou a revisitar o universo fantástico e escolheu explorar um clássico da literatura infantil, João e Maria, dos irmãos Grimm. […] >
  • .spfw – Pedro Lourenço.

    Perfume 80′s total no desfile do Pedro Lourenço hoje na SPFW. A inspiração foi a própria mãe, a estilista Glória Coelho, mas em uma releitura contemporânea. Amarrações aparecem outra vez nessa temporada como um artifício de marcar a silhueta e, aqui fazendo charme nos pés. As saias tulipa, que ele adora, continuam na coleção assim como […] >
  • .spfw – Animale.

    Fotos: ag Fotosite O inverno 2015 da Animale veio transformado por dedos baianos. Em sua estreia na marca, o estilista Vitorino Campos deixou de lado uma mulher que era explicitamente sensual e matadora para dar lugar a uma cliente contemporânea, elegante e com uma sensualidade nada óbvia. Repare como os decotes profundos não são agressivos. […] >
  • .Navegar é preciso.

    Foto roubada do Augusto Mariotti

    Uma Av. Francisco Matarazzo abarrotada me fez perder na noite de ontem as 4 primeiras músicas do show da Banda do Mar que aconteceu em São Paulo. Ao estacionar o carro no supermercado ali ao lado (o da rua cobrava a bagatela de 70 reais) um Bentley dourado surgiu logo ao lado com sertanejo universitário no último volume. Na outra vaga, um conversível vermelho tinha na lataria o adesivo de uma ferradura e o nome de uma fazenda qualquer. Logo percebi que aquele fusuê não era parte do meu show.

    Na casa do outro lado do quarteirão, o Espaço das Americas, o topetudo Luan Santana se apresentava para uma mulherada quase sem fôlego em seus vestidos agarradíssimos, saltos altíssimos e decotes generosos. No Villa Country, vizinho, Leonardo (respect) esgotava os ingressos com a turma do chapéu de vaqueiro e fivela dourada no cinto.

    Eu que adoro uma diferença me diverti, apesar do trânsito, com o misturê ali na rua. Era gente com camiseta do Radiohead e menina de vestido bandage comprando cerveja do mesmo tiozinho do isopor na calçada. Todos putos com o preço do estacionamento. Nada mais paulistano do que o cenário, mas gostos musicais a parte segui os barbudos e qualquer garota de calça jeans até o Audio clube, que mesmo de fora me parecia um oasis.

    Lá dentro a multidão já cantava em couro, como uma reza. Marcelo Camelo dançava de ladinho sorrindo e parecia se divertir como nunca. Mallu -de short, tênis e camiseta, como num passeio de domingo- cantava com mais firmeza e não menos doçura enquanto rodopiava os joelhos. Mallu, você está mesmo ótima.

    Captura de Tela 2014-11-01 às 22.45.01

    Fred, que conheci há pouco mais de um mês e achei uma das pessoas mais tímidas da face da Terra parecia um maestro. De mangas arregaçadas fazia com que as músicas do disco ganhassem mais corpo ao vivo e conduzia as batidas que não conseguiam deixar ninguém ali parado. Caramba, hein, português…

    Enquanto conferia a primeira apresentação da Banda do Mar ao vivo na cidade, com toda aquela gente cantando todas as músicas (mais alto do que as fãs do Luan) eu tentava entender o que acontecia naquela noite.

    As vezes eu vou até uma casa de shows para apreciar a técnica musical de alguém, outras para me encantar por um vozeirão. Saio para conhecer novos músicos, para chorar com composições feitas sob medida pra minha vida ou até para ver pirotecnia de palco, performances arrasadoras. Mas ontem descobri um tipo diferente de show. Ninguém saiu ileso. Experimentamos um amor imenso que nasceu no palco e transbordou na plateia. E não falo só do amor romântico. Havia uma energia louca entre aqueles três (aliás 5), e ela vazou em forma de canção. Estavam ali ófãos de Los Hermanos, os fãs da Mallu, e os adoradores de Camelo solo, todos como uma família conhecendo um novo integrante. Todos no mesmo barco, por uma noite, daqui até além mar. Vida Longa, marujos.

  • .kakaos bag.

    Toda quinta-feira, os achados que eu gostaria de jogar na minha bolsa: 1- MODA – Conceito, atitude e artesania são os pilares da marca Eleonora Hsiung. A grife de acessórios me chamou a atenção com esse colar aí da foto acima, que levanta qualquer produção. A maioria das peças ainda são um pouco exageradas para […] >
  • .kakaos bag.

    Toda quinta-feira, os achados que eu gostaria de jogar na minha bolsa. 1-MODA: PYRAMID Alex Sheeny e Bárbara Oliveira criaram no Rio de Janeiro uma marca que tem chamado a minha atenção. Corte e design das peças da PYRAMID fazem uma mistura de minimalismo, psicodelia e um plim de mistério em suas estampas. As camisetas são […] >
  • .You+Me.

    Eu que adoro um duo Folk tenho ouvido bastante You+Me. O projeto é a união da cantora americana Pink com o músico canadense Dallas Green. Rose Ave., o disco de estreia é cheio de baladas daquelas que você escuta uma vez e já encaixa numa cena da sua vida ou na trilha dramática de um filme. O trabalho foi lançado em 14 de outubro nos EUA e já está disponível no iTunes.

    No instagram, procure por – @youplusmeofficial

    Abaixo alguns dos vídeos da dupla. Aqui ta no repeat.

    “Is it all truly broken?
    Irreparable mistakes
    Let’s take our time
    Don’t we have to try
    Too many missing pieces
    That’s always been your reason to justify
    How you feel inside
    I wish you’d take”

     

/ KA_KAOS
.Salvando notícias condenadas a morte desde 2007.
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