Uma tira do Sr. Gambá & Sr. Peixe que não deu pra mandar pro blog da Bavária Premium.

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Para os leitores rastrearem o que ando fazendo:
1) Alguns textos (bem sérios, podem estranhar) no blog do BGourmet sobre João Donato, Chapa de frutos do mar, Raymond Loewy and such.
2) Vários posts no blog da Bavária Premium, O de sempre nunca. Usem o scroll e os arquivos, tem dicas de baixa gastronomia, de acessórios para bares e tiras da série Sr. Gambá e Sr. Peixe.
3 E aqui um toque de programa pra vocês prestigiarem meus colegas d’OEsquema. Começa hoje o Claro Cine, evento que exibe filmes ao ar livre com vários shows e festas para acompanhar. Dia 28 tem a festa do Bruno Natal (Calzone) e dia 29, a do Matias (Gente Bonita, clima de paquera). Tem coisas imperdíveis, como “Roberto Carlos em ritmo de aventura” no megatelão erguido com pompa e circustância (música, fumaça e canhões de laser) por uma estrutura hidráulica - e seguido por um show de Laffayete & os Tremendões, melhor banda na praça de covers do Rei e parceiros de Jovem Guarda. Recomendo altos.

Dedicado aos fariseus que até ontem cobravam do Ibson como se o cara tivesse esgotado seu imenso crédito.

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1) Minha coluna Mal Necessário no site da Zé Pereira: Fome F.C.
2) Continuo postando lá no blog O de sempre nunca. Fazendo as tiras do Sr. Gambá & Sr. Peixe (reparem o absurdo de gente reclamando de jabá em um blog institucional) e posts como esse e esse.
3) Mais freela: agora estou postando textos mais sérios - sobre Bossa-Nova, culinária e geladeiras, vejam só - no blog desse evento da Brastemp, o BGourmet. Agora a patrulha pobrista me mata.

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Pedido de desculpas público: mal aí Jaílton, um dos poucos jogadores que parecem interessados nesse campeonato. Eu sei que é longo e tão chato que ultimamente só tem dado São Paulo, a Imperatriz Leopoldinense do futebol, mas é a competição que está rolando - e o time parece mal poder esperar pelo Carioca…

1) Minha coluna Mal Necessário no site da Zé Pereira: A grande ameaça amarela.
2) E mais uma tira do Sr. Gambá & Sr. Peixe no blog O de sempre nunca.
3) E ó: tenho twitter - coisa de macho, como diz o Dahmer…

Mais uma coluna Histórias (Inventadas) da Televisão para a revista Monet.
Todo mundo já viu as imagens do Homem na Lua, e muitos sabem das pessoas que não acreditam até hoje que elas são de verdade - teriam sido forjadas pela a) CIA b) Ditadura Militar c) Rede Globo. Mas o que ninguém sabe é que a alternativa c) é quase correta.
A transmissão via satélite era uma novidade recente (o primeiro evento testemunhado simultaneamente pelo planeta tinha sido uma apresentação dos Beatles antes da ação deletéria da Yoko Ono) e sujeita a falhas. Havia um delay entre as imagens recebidas do espaço pela Nasa (e por países com sistemas de captação de sinal mais avançados) e localidades com tecnologia incipiente na área. A transmissão chegava com um pouco de atraso para, por exemplo, a América Latina.
O sinal caiu logo depois que os telespectadores do hemisfério norte viram Neil Armstrong, primeiro homem a chegar a superfície da Lua, fazer uma embaixadinha com um rochedo e chamar os comerciais. As emissoras que não receberam o vídeo da alunissagem entraram em pânico: havia o risco da transmissão só ser reestabelecida depois que os astronautas estivessem de malas prontas, voltando para a Terra. O problema chegou até o principal responsável pelo marketing do programa espacial americano, o coronel Thomas T. Disturbing, que fazia questão que a vitória dos EUA sobre a União Soviética repercutisse o máximo possível.
O coronel Disturbing convocou em caráter extraordinário uma comissão de diretores de emissoras que não receberam o sinal, e deixou claro que seria fundamental que exibissem alguma espécie de transmissão falsa, até que o videotape com a filmagem do sucesso da missão chegasse. Não importa que a farsa destoasse muito da coisa real - contava com a falta de videocassetes e do Youtube para que o público esquecesse que testemunhou ao vivo um evento completamente diferente do que o Cid Moreira iria apresentar mais tarde, no Jornal Nacional.
Os diretores reunidos chegaram a pensar em simplesmente filmar a imagem estática de um cartaz promocional do filme “As areias de Iwo Jima”, com a reprodução da famosa foto de soldados americanos fincando sua bandeira no atol japonês, mas as pessoas estranhariam a falta de trajes especiais e a presença do John Wayne. A solução encontrada pela força-tarefa foi reencenar a descida dos tripulantes da Apolo 11 nos estúdios da Rede Globo, mais bem aparelhada para o trabalho.
O cenário usado foi o set abandonado de “Areias Escaldantes”, novela de Janete Clair sobre touradas. Só precisaram livrar a falsa Plaza de Toros da arquibancada cenográfica e da rede de vôlei que os funcionários do estúdio deixaram ali para relaxar entre as gravações. O módulo lunar (a cápsula em que viajavam os astronautas) foi improvisado a partir de uma câmera de TV desativada - as da época tinham o mesmo tamanho. Já a bandeira americana que seria cravada no novo território conquistado foi emprestada por um manifestante da UNE que a estava guardando para queimar depois.
E ninguém sabe, mas o homem que fez o papel de Neil Armstrong foi o comediante Tutuca. O diretor de elenco Malvino Worthsales deu graças a Deus pelo visor em vidro fumê do capacete espacial - o uniforme foi reaproveitado do episódio “Invasão alienígena”, da série do Capitão Asa. Famoso pelo bordão “Ah, se ela me desse bola!”, o irreverente Tutuca ameaçou várias vezes tirar o capacete durante as filmagens e fazer uma de suas habituais caretas.
Foi um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a Cultura de Massas. Da próxima vez, dê mais crédito para teorias da conspiração.
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E bonus track, tira antiga em homenagem ao dia de hoje.

O servidor caiu um dia inteiro e essa tira não subiu ontem, antes do jogo. Mas continua atual ;)

1) Continuo postando lá n’O de sempre nunca, o blog da Bavária Premium. Por enquanto saíram tiras da série Sr. Gambá & Sr. Peixe (a primeira e a segunda) e um texto sobre a empada de catupiry e camarão do Belmonte. Mas fiz mais coisas, aos poucos eles vão publicando.
2) Minha coluna na Zé Pereira: A vigência dos nerds.
3) E esse cartum sobre a Bienal saiu no G1.

Queria contar com a colaboração dos queridos leitores, pra ver se me aventuro. Favor comentar se vocês se interessariam caso mandasse fazer uns cinzeiros e camisetas com essas estampas. Preços como os praticados pelo Dahmer e sistema de entrega parecido, e sobre isso vocês podem reclamar nos comentários também ;)


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Hoje começo a postar n’O de sempre nunca, blog da Bavária Premium , cerveja que muito aprecio - portanto não há riscos de reedição do affair Zeca Pagodinho. Eu e mais um dream team (onde faço o papel de Obina, algo entre reserva e mascote): Cecília Gianetti, Cardoso, Daniel Pellizzari, Renato Parada e Marcelo Träsel. Lá vou comentar sobre culinária de boteco - por uma questão de estilo de vida, a única que conheço - e fazer cartuns, além de estrear uma tira exclusiva: Sr. Gambá & Sr. Peixe. Enjoy.


Voltei a fazer a Mal Necessário, minha coluna para a Zé Pereira. No primeiro número da volta, aproveitei basicamente o que escrevi nos comentários do penúltimo post: O Último Tango na praça Paris.
Nos últimos dias, n’O Esquema:
Paul Weller pula fora do Tim Festival e Matias comenta. Realmente esse Tim promete ser o mais micado de todos os tempos, mas estou mesmo sentindo uma felicidade geral em todo mundo apontar que o festival do Terra é (obviamente) bem melhor? Uso o serviço da operadora e do servidor, os dois insatisfatórios, e não entendo se a torcida tem a ver com preferência por marca ou alguma disputa a respeito da sensibilidade pop dos departamentos de marketing rivais.
Quadrinhos com stick figures do Mini, prova dos nove pra saber se a tira vai sair legal - tem que funcionar no rascunho. E se funcionar, pra que desenhar mais? O Mini promete regularidade.
Bruno comenta a doppelganger da Sarah Palyn, Tina Fey (Aliás, falando em paródia, aqui o trailer não safo para o trampo do pornô “Who’s nailin’ Paylin?”). Sei que ela prometeu não só parar de imitar a candidata se a chapa McCain ganhar, mas também emigrar - e aposto que é a única entre seus colegas, a dupla é muito boa pra se desperdiçar a piada.
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E minha versão e do Gabriel Góes em HQ para O Beijo no Asfalto, do Nelson Rodrigues, foi comprada pelo MEC para ser adotada em bibliotecas de escolas. Graças a um contrato draconiano em favor da família do Nelson, não vamos ganhar grandes coisas além da culpa pela má formação de algum aluno da rede pública ;) Mas o que vale é a intenção. Get rich or die trying, por enquanto dando coluna dois.
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