terça-feira, 16 de março, 2010

Mean no harm

Minha coluna Mal Necessário para a Zé Pereira: Boas intenções.

Por Arnaldo Branco às 19:49 | Sem comentários | Permalink

The tube

Vai lá no G1 ler.

Por Arnaldo Branco às 19:28 | 1 Comentário | Permalink

A vida sexual dos selvagens

Mais uma coluna Histórias (Inventadas) da Televisão para a revista MONET. Nota do autor: INVENTADAS. Enjoy.

Muitos acompanham as novelas de época que são uma tradição da TV Brasileira, mas poucos se lembram da produção que foi mais longe no tempo para contar uma história: até a Idade da Pedra.

Origens da Paixão estreou em 1972 na TV Tupi, que já enfrentava as dificuldades financeiras que seriam responsáveis pela falência da emissora. Foi por causa do orçamento apertado que seu departamento de dramaturgia teve a idéia de fazer uma novela passada no período paleolítico, para economizar no cenário, nos figurinos e, por causa de seu elenco semi-amador, nos diálogos.

O bizarro resultado ficou algo como se Os Flintstones tivessem uma releitura séria. Até porque houve economia inclusive nas pesquisas sobre a época, e em Origens da Paixão dinossauros conviviam com seres humanos (um dos grandes recursos para reviravoltas na trama, na falta de atropelamentos e tiros de revólver). É claro que os dinossauros mesmo não apareciam - faziam uma grande sombra com um aparador aplicado aos spots sobre os atores quando estes estavam sendo atacados pelas monstruosas criaturas.

A história: o núcleo de primatas ricos (belas cavernas, vista melhor para a paisagem deserta) passava os dias nadando despreocupadamente  em lagos aquecidos pelo magma ainda em fase de sedimentação - eu disse que faltou pesquisa - e mandando seus escravos em expedições para caçar filés de Tiranossauro.

No núcleo pobre (cavernas mais precárias, menos utensílios e animais de tração) o jovem Og queria fazer carreira como pintor rupestre, para desgosto de seus pais, que desejavam que seguisse a tradição familiar trabalhando como rolador de pedra, profissão mal remunerada, mas digna. Para piorar, Og se apaixonava por Uli, do núcleo rico. Os roteiristas tiveram que suar para criar uma cena de aproximação romântica que envolvesse golpes de clava na cabeça sem chocar a audiência.

Em capítulos mais à frente, surgiria um triângulo amoroso com Ur, jovem abastado, dono de um próspero negócio de locação de mamutes, e o pobre Og era obrigado a se virar para impressionar sua amada em um tempo em que os críticos manifestavam seu desapreço por artistas de vanguarda com o apedrejamento. Mas no fim, Og conseguia ter Uli só para si, depois de ganhá-la em uma disputa de cabeçadas com Ur.

Claro que o público da época não estava preparado para essas manifestações violentas de amor entre criaturas resmungantes. E como a atração foi ao ar durante o verão, a moda de pele de leopardo em tiras não teve nenhuma chance de sucesso quando chegou às lojas.

Por Arnaldo Branco às 12:29 | 6 Comentários | Permalink

quarta-feira, 10 de março, 2010

News on the march

Mundinho.

Por Arnaldo Branco às 9:19 | 1 Comentário | Permalink

Porra, Mauricio!

Minha coluna da semana : A sedução dos inocentes.

Por Arnaldo Branco às 9:08 | Sem comentários | Permalink

terça-feira, 2 de março, 2010

Problemática

Mundinho Animal.

Por Arnaldo Branco às 8:58 | 2 Comentários | Permalink

The rumor

Minha coluna Mal Necessário da semana: Report as spam.

Por Arnaldo Branco às 8:49 | Sem comentários | Permalink

terça-feira, 23 de fevereiro, 2010

99 problems

Mundinho!

Por Arnaldo Branco às 9:06 | 3 Comentários | Permalink

Turma

Minha  coluna Mal Necessário da semana: Exclusão analógica.

Por Arnaldo Branco às 8:59 | Sem comentários | Permalink

quarta-feira, 17 de fevereiro, 2010

Wet dream

Mundinho Animal, go.

Por Arnaldo Branco às 15:10 | 1 Comentário | Permalink

O sistema por dentro

Minha coluna da semana: Ah, a Globo

Por Arnaldo Branco às 14:09 | 5 Comentários | Permalink

quarta-feira, 10 de fevereiro, 2010

Prima-donas

Mundinh

Por Arnaldo Branco às 7:05 | Sem comentários | Permalink

terça-feira, 9 de fevereiro, 2010

Complexo

Minha coluna da semana na Zé Pereira: Mania de vítima

Por Arnaldo Branco às 11:01 | 2 Comentários | Permalink

quinta-feira, 4 de fevereiro, 2010

Grand monde

Ilustração do Fernando de Almeida

Mais uma das colunas que faço para a revista Monet, sempre usando um subertfúgio para ressaltar o nome da seção, Histórias INVENTADAS da Televisão. Abs.

Todos conhecem esses programas que entrevistam ricos e famosos - mesmo que eles não sejam tão ricos ou nem um pouco famosos - em festas pelo Brasil. Mas nem todos ouviram falar de uma atração idêntica, só que tão firme em seus princípios sobre o gabarito dos entrevistados que não durou tempo suficiente para virar nota de rodapé no Livro de Ouro da Alta Sociedade Brasileira.

O esnobismo do programa “Gente Bem”, tão antigo quanto a gíria que o batizou, começava pelo apresentador: Johannes de Castro Von Gripp, o Arquiduque de Consommé, um dos únicos brasileiros (naturalizado, naturalmente) que podia dizer que gozava da intimidade de Jacqueline Kennedy sem ouvir piadas grosseiras de pessoas de baixo nível - até porque não conhecia nenhuma. Ele comandava o show com sua coleção de gravatas-borboleta Hermès e a língua ferina que o transformou em persona non grata em mais de uma roda de bridge.

A primeira edição foi um desastre. Em uma recepção na maison Guinle, o Arquiduque não quis entrevistar uma Matarazzo porque “não falava com novo rico”. A senhora ofendida tentou argumentar que a fortuna da família tinha mais de meio século, o que Von Gripp interpretou como uma piada - muito engraçada, a julgar pela gargalhada que deu na cara da pobre milionária. Levou uma taça de Chandon na cara e uma bola preta preventiva do Country Club, lugar que não pretendia mesmo frequentar (”os toilettes são imundos”, disse).

No segundo programa, perguntou para Danusa Leão se alpinismo social também dava cãimbras (levou um tapa), limpou seus óculos na barra da farda de um general da reserva e chamou o anfitrião  de “famoso cafetão” (depois se corrigiu: “cafeicultor, eu sempre confundo”). Conseguiu sair vivo por intervenção de Carmen Mayrink Veiga, que gostava dele apesar do apelido que ganhou do apresentador, Máscara Mortuária.

O programa durou pouco. Suas finas grosserias divertiam o público, mas desagradavam gente poderosa com influência sobre os patrocinadores. Por fim acabou desagradando os patrocinadores ele mesmo, quando comentou que usava o refrigerante que bancava seu show para limpar o escapamento de seu Lamborghini.

O mais anti-social dos colunistas sociais morreu sem amigos, principalmente porque sua misantropia aguda era sintoma de uma síndrome do pânico que acabou por isolá-lo em seu apartamento na Vieira Souto. Recusou a visita de um padre na hora final (”estou prestes a encontrar o proprietário, não preciso falar com o caseiro”)

Por Arnaldo Branco às 7:28 | 3 Comentários | Permalink

Mais um para a família

Personagem novo em Paradox City.

Por Arnaldo Branco às 7:27 | Sem comentários | Permalink

Crendices

Mundinho Animal.

Por Arnaldo Branco às 7:25 | Sem comentários | Permalink

Tempo bom que não volta mais

Minha coluna Mal Necessário da semana: As utopias perdidas da geração do Jabor.

Por Arnaldo Branco às 7:20 | Sem comentários | Permalink

quarta-feira, 27 de janeiro, 2010

Nerds ahoy!

Amanhã, dia 28, quinta, vai rolar esse debate com gigantes da internet na Campus Party. 10:30 da manhã, amigos, dureza. Como é possível palestrar com o mínimo de isenção alcoólica nessa hora? Bem, vamos tentar. Espero vocês.

Por Arnaldo Branco às 11:42 | 8 Comentários | Permalink

Caridade

Mundinho, pessoal.

Por Arnaldo Branco às 10:49 | 2 Comentários | Permalink

Regras de conduta para bem viver

Minha coluna da semana  na Zé Pereira: Trash kosher.

Por Arnaldo Branco às 10:35 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 21 de janeiro, 2010

Compensação

Aquela coisa, não é? Mundinho.

Por Arnaldo Branco às 16:16 | 1 Comentário | Permalink

quarta-feira, 20 de janeiro, 2010

Sonho meu

Minha primeira camisa de bloco de carnaval :~

Por Arnaldo Branco às 18:27 | 13 Comentários | Permalink

terça-feira, 19 de janeiro, 2010

Leap of faith

Mais um personagem da minha Paradox City (sempre no Brasil Econômico): o pastor.

Por Arnaldo Branco às 9:10 | 3 Comentários | Permalink

Fica na tua

Minha coluna Mal Necessário da semana: Falta de ambição

Por Arnaldo Branco às 8:56 | Sem comentários | Permalink

terça-feira, 12 de janeiro, 2010

Prosa

A Pira > Sei que voce é um defensor do humor de texto, das boas tiradas, do diálogo ácido, e etc. Sei até de relatos de que voce é fã de Gilmore Girls. Já eu acho que aquele tradicional close no rosto do Lucio Mauro vale por 50 tiradas do Woody Allen. É o fim do humor da careta? Existe uma hierarquia no humor?

Arnaldo Branco > Não sou defensor ferrenho, só que ainda estamos na pré-história de humor de texto aqui. Queria muito que primeiro fabricássemos nosso Groucho Marx para depois negá-lo, gostaria de viver em um país em que o trash fosse apenas mais um dos subgêneros, ao invés de ser a única opção. E ademais, quem é o novo Lucio Mauro, o novo Costinha?

O Gas me deu uma prensa no blog dele, A Pira.

Por Arnaldo Branco às 16:28 | 11 Comentários | Permalink







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