5 de abril de 2006 às 14h32
There´s no such thing as a rapper sponsored by Paula Lavigne
Meu comentário sobre “Falcão, Meninos do Tráfico”: que bom que esse rapaz negro e sofrido, o MV Bill, finalmente conseguiu um ganha-pão. Por que de rapper ele só tinha as tatuagens horríveis.
Lembro de quando o cara convocou, em 2003 (?), uma coletiva (!) para falar mal do filme do Fernando Meirelles: “pra Cidade de Deus só vai sobrar um Oscar, o de cidade mais violenta do mundo”. E anunciou esse tal projeto, “Falcão”. Não entendi na época, só ele tinha direito de queimar o filme das comunidades carentes?
Ainda bem que ele é Mensageiro da Verdade, não é? Porque se fosse da Coerência…
36 Comentários








5 de abril de 2006 às 15h03
Tá lendo a folha, velhinho?
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0504200609.htm
(o conteúdo é só pra assinantes do UOL. Mas tem transcrição no link: http://br.groups.yahoo.com/group/sem1jornal/message/933)
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5 de abril de 2006 às 15h46
http://www.daslu.com.br/conteudo.php?cat_id=13&materia_id=3848
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5 de abril de 2006 às 15h47
Se corre atraz do que ta rolando, tentando aproveitar o momento. Lembra funk? Daqui a pouco, a xuxa lança um disco de trance…
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5 de abril de 2006 às 17h00
Tô lendo a Folha não. Mas esse Ferréz é pior que o MV Bill; pelo menos este está cercado de produtores, maquiadores, gente do meio que faz a coisa dele parecer um pouco com rap, que é o que o cara se propõe a fazer.
O Ferréz está sozinho com a escrita dele, ou seja…
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5 de abril de 2006 às 17h28
Hheheh, esse é o tipo de coisa que faz com que você acabe concordando com o astrólogo Olavo de Carvalho…
Eu lembro dessa entrevista. O Dioga Mainardi falou que o cara so desconversava quando o assunto era tráfico, crime etc.
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5 de abril de 2006 às 17h38
Escrevi essa notinha mais falando da questão do mérito, do talento, Bruno. Nem falei do documentário em si, só vi uns trechos.
E uma parada: em 98, o João Moreira Salles fez aquele doc. excelente “Notícias de uma guerra particular”.
O MV Bill é um rapper fake que é referendado por sua origem, João Moreira Salles é um cineasta de verdade (genial aquela série dele sobre Futebol) que é sempre cobrado pela dele (“culpa burguesa” é o mote).
Não entendi principalmente pq o MV Bill acha q tem direito ao monopólio da miséria.
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5 de abril de 2006 às 19h26
Acho que o foda disso é ele se achar… pensar q tem o monopólio sobre o discursos sobre a miséria.. o “cidade de deus” é um filme… as outras pretençõesq ue imputam nele são só isso.. pretenções.. acho q o MVBIll marcou forte nesse crítica.. e outra.. ele podia ter sido mais inteligente e não registrar a sua omissão nos casos de sequestro.. se bem q eu entendo q se ele tivesse denunciado talvez não tivesse ai fazendo entrevista… mundo cão…
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6 de abril de 2006 às 0h55
O Arnaldo nunca foi tão feliz numa observação. MV Bill é um embuste como rapper e um incoerente. Primeiro que um cara que lança mais livros do que discos não deveria ser chamado de rapper. Ele é um agitador, um oráculo do crime, um fantoche do Celso Athayde, sei lá… Já tem dez anos de carreira e não escreveu um mísero “Retrato de um Playboy”. Sem falar na feição de pau no cu que ele ostenta. Todos os dias, eu rezo para que algum podre desse merda pinte na mídia. Mas tem de ser tipo um vídeo com pedofilia ou sexo com animais. Parece-me o único jeito de tirá-lo da Globo, seu atual habitat.
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6 de abril de 2006 às 1h48
rapper fake? o q seria um rapper d verdade?
o monopolio da pobreza acho q funciona q nem defeitos, tipo vc pode falar d seus defeitos mas se outra pessoa falar vc pega mal, só pode fala d pobre quem é pobre
não concordo com isso mas faze o q
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6 de abril de 2006 às 2h57
Ah, eu me lembro de um clipe grotesco do Mensageiro da Verdade, em que ele mostra a mulher dele dando a luz -visto de todos os ângulos. Fiquei chocado…chocado com a cara-de-pau em ser tão descaradamente apelativo…
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6 de abril de 2006 às 11h48
Caralho, essa merda de só pobre poder falar de pobre
é chata pra caralho. Qualquer imbecil com meia dúzia de neurônio e alguma capacidade cognitiva consegue analisar a pobreza, porra, todo mundo já sabia o que acontece dentro das favelas. Ninguém liga mesmo, esse “choque” na classe média acaba ao ser acendido o primeiro baseado.
Me lembro de uma palestra feita pelo Hélio Luz na minha faculdade há algum tempo atrás – então recém saído da secretaria de segurança se não me engano – quando ele falou com todas as letras quanto custava uma boca de fumo, quanto os policiais recebiam nas blitzes etc. Mas eu também já imaginava tudo isso.
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6 de abril de 2006 às 12h26
Rapper de verdade: um bom? Que tenha – como o Zé Flávio falou – no mínimo um hit pra justificar o hype? (tente falar isso rápido).
Porque eu já vi duzentos ensaios fotográficos com o cara no Globo (favela ao fundo, claro), mas não lembro de uma música.
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6 de abril de 2006 às 12h58
Cacete, o estilo de pontuação do gueto é diferente ou esse Ferréz escreve mal pra caralho? Vai saber, né… às vezes isso é coisa de playboy…
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6 de abril de 2006 às 15h34
arnaldo, sou seu fã, mas na boa: independente da postura “dono da verdade” ou “dono da pobreza” que vc acha que o mv bill tem (e eu não posso assumir isso pelo que vc disse, mesmo porque a única referêcia que eu tenho nessa história é a sua), o documentário tem seu valor. independente da postura do cara, as imagens são reais, e se isso servir pra despertar alguma consciência nas pessoas que só tem a rede globo como norte sócio-político-cultural, já é um ponto pra ele, mesmo que ele queira usar o barato pra se auto-promover. a questão é: o trabalho realmente não vale nada, dele não se aproveita nada, só porque o cara aparentemente quer fazer o nome dele? todo mundo não é assim, no fim das contas? e porque a discussão saiu de um assunto específico (o filme) e foi pra outro (o desmerecimento do talento do cara) durante os posts? não pensem que eu sou o defensor do mv bill, eu tou andando pra ele, mas esses comments parecem mais dor de cotovelo de tia velha, pelamordedeus!
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6 de abril de 2006 às 17h02
Cara, só falei mal do sujeito como rapper, nunca gostei do trabalho do MV Bill em música.
Nem vi o tal documentário direito – e acho que o cara tem todo direito de fazer o que quiser. Só achei contraditório ele se queixar do Fernando Meirelles fazer o mesmo.
E dor de cotovelo pq? Não estou no mesmo ramo ou algo assim.
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6 de abril de 2006 às 17h09
Adilson, puta que pariu, cada vez que alguém fala “despertar consciência” uma fadinha morre de desgosto. Despertar é o caralho! Ninguém liga, ninguém se importa, nobody gives a shit.
Vai fazer passeata “Basta” vai!
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6 de abril de 2006 às 19h16
legal, concordo com todo mundo, mas quem seria um exemplo de rapper de verdade aqui no brasil? tirando mano brown, se é q ele seria um exemplo.
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6 de abril de 2006 às 20h44
Muito bom, eu lembro de ver o mv bill no programa do serginho groisman. Tipo, eu nao sei o que era mais deprimente, ele tirando onde de machão e malzao, ou eu estar em casa vendo globo num sabado a noite.
ah, e ainda bem que as pessoas que postam lá no allan nao vem pra cá.
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6 de abril de 2006 às 20h59
Eu achei, sei lá, meio picaretagem matar todos aqueles moleques para que um deles entrasse pro circo…
Desperdício de órgaõs.
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6 de abril de 2006 às 22h23
Porra, e o que que o Falcão tem a ver com isso? Deixa lá o cara cantar que o vento no cume bate, a rosa no cume cheira.
Ah, sim, só concordo que ninguém se importa. Não tenho a menor pena dos “meninos” do tráfico e quero do fundo do meu coração que eles se fodam. Com o MV Bill junto
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7 de abril de 2006 às 2h44
É isso aí.
Meninos do tráfico o caralho! Já morreu um hoje?
Eu quero um Mensageiro da Mentira. Esse ia ser style.
Um rapper de verdade: Miéle. Disseminou a parada (Melô do Tagarela) e depois foi curtir com as biatches no Cocktail.
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7 de abril de 2006 às 8h27
rapper bom? sei lá, não entendo porra nenhuma disso, mas saindo dessa merda de “rio-são paulo” eu gostei do trabalho dos caras do “faces do subúrbio”, de pernambuco.
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7 de abril de 2006 às 15h42
Muito bom, eu lembro de ver o mv bill no programa do serginho groisman. Tipo, eu nao sei o que era mais deprimente, ele tirando onde de machão e malzao, ou eu estar em casa vendo globo num sabado a noite.
ah, e ainda bem que as pessoas que postam lá no allan nao vem pra cá.
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7 de abril de 2006 às 16h41
Ué, comentário repetido, Felipe. Vai acabar atraindo os caras.
Grande Miéle, li a biografia do cara, “Poeira de Estrelas”, ele e o Jair Rodrigues inventaram essa porra de rap!
Melhor parte do livro é o Miéle e o Bôscoli jogando uma galinha de um prédio pra descobrir se o bicho voava – no meio de uma reunião de negócios…
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7 de abril de 2006 às 23h11
Eu não tenho o que achar do MV BILL, sinceramente. Não o conheco bem.
Eu acho que todo mundo tem o direito de fazer o que quiser, acho que críticas assim são infrutiferas e não remete a nada. Alguns motivos:
1-viu quem quis…tava passando um tan to de outros pogramas na Hora…tinha de tudo…de Milton Leite a João Dória…
2-Se o MV Bill quiser fazer uma reportagem de musica sertaneja ele faz…e pode virar um cantor de musica paraense que tem todo o direito pra tal.
3. Como diria os frances quee ncontra o rei arthur, em Mon ty Python e o santo graal: mind your business.
4. e outra coisa: falem o que quiser também são livres para tal…atá falar mal do mv bill
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8 de abril de 2006 às 12h16
Olá Arnaldo!!!
Adoro o Joe pimp, não dá pra fazer uma série especial só com ele?
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8 de abril de 2006 às 13h42
Pois é, e para mostrar toda a preocupação com o “social”, ele foi divulgar o livro e o vídeo na loja da Daslu…Ele quis mostrar a realidade para as dasluzetes.
Fiquei comovido. Aposto que todas vão rasgar os vestidinhos de vergonha, não é mesmo?
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10 de abril de 2006 às 4h05
Ai , e eu que tava achando que tava maluca? Achei uma bosta esse documentário do MV Bill e não gosto das musicas dele. Completamente inútil esse documenteario. bom mesmo é o Noticias de uma guerra particular , do Joao Moreira Salles
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12 de abril de 2006 às 15h42
Nossa, onde essa discussão foi parar! Q doido!
E só pra jogar mais farofa nesse ventilador é o seguinte: muita gente aqui tá se utilizando de um parâmetro do qual o próprio MV Bill se utiliza pra falar mal dele. Engraçado…Esse papo de “rapper de verdade” é uma palhaçada. Se o cara faz rap, ele é rapper e pronto. Só q caras como o MV Bill acreditam q só o estilo “denúncia” é verdadeiro. Conversa fiada! O rap tem várias vertentes, vários estilos, vários temas e ainda assim é TUDO rap. Achar q prq está fazendo denúncia é “mais” rap do q outro é ignorar uma cena muito maior, é ser limitado. Por outro lado afirmar q o Bill não é rapper de verdade só prq ele não tem nenhum hit emplacado é outra bobagem. Muitos bons(disso sim, dá pra falar) rappers não têm hits na grande mídia e daí? A única coisa q dá pra afirmar é isso: se o cara é bom (na sua, na minha opinião, whatever…). Esse conceito de rap de verdade surgiu para camuflar o q realmente importa: se é bom ou não, como se houvesse uma “verdade” imparcial e objetiva q pudesse dividir a galera entre quem é real e quem não é. Bobagem. Me interessam os bons. A verdade, cada um tem a sua. Não existe verdade mais verdadeira.
“O MV Bill é um rapper fake que é referendado por sua origem…” /”MV Bill é um embuste como rapper e um incoerente. Primeiro que um cara que lança mais livros do que discos não deveria ser chamado de rapper.”/ “Rapper de verdade: um bom? Que tenha – como o Zé Flávio falou – no mínimo um hit pra justificar o hype? (tente falar isso rápido).”/ “legal, concordo com todo mundo, mas quem seria um exemplo de rapper de verdade aqui no brasil? tirando mano brown, se é q ele seria um exemplo.”
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12 de abril de 2006 às 16h12
Amanda, quantas vezes vou ter que repetir? Ele não é de verdade ou de mentira, ele é RUIM. Não tem flow, as letras são ruins.
Porra, eu nem me ligo nesse lance de rapper “de verdade”; os Beastie Boys são brancos de classe média e são melhores que uma porrada de gangstas pretos do gueto.
O lance de não ter um hit: o cara tem uma exposição de popstar, e não é. O que ele tem é o selo de aprovação da Paula Lavigne. Não existe o espaço de mídia grátis.
Não falei mal do trabalho social do cara, acho que ele é honesto na intenção de ajudar e tal. Como disse, acho muito bom que ele tenha encontrado uma vocação agora.
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19 de abril de 2006 às 17h24
Ok, ok. hehehe
Eu concordo com vc em muitas coisas. Só q já tô de saco cheio desse papo de “rapper de verdade”. Acho muita arrogância de alguns por aí determinar o q é “de verdade”.
Qto ao Bill, acho q nem vale mais a pena falar mal dele não, ele já está se queimando por si só… Tá entrando pelo mesmo caminho q o chato (pronto, lá vem…) do D2 entrou, só q com a desculpa de estar fazendo em nome do “social”. Curiosamente, os dois, de alguma maneira mentiveram (ou mantêm) relação com a Daslu…
Bom mesmo é o De Leve. Conhece?
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19 de abril de 2006 às 18h15
Não sei, eu gosto do D2. Se gosto do som, geralmente não fico pedindo atestado de coerência – falei da incoerência do Bill justo por isso: se o som é ruim, e o discurso torto, o que sobra? Nada – só um empreguinho de videomaker, sorte dele.
Como diz o Millôr, “não se confunde bons sentimentos com arte”.
E claro, De Leve é o bicho, letra, levada, som, tudo. Ele e o Rabu Gonzales são os caras que mais curto no momento.
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20 de abril de 2006 às 23h52
nossa vcs são maiores pagadores de pau de tipos ‘reaça bem resolvido’ tipo mainardi
eu hein
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25 de abril de 2006 às 13h10
Hã???
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1 de maio de 2006 às 17h42
MV BILL É SUPER COÊRENTES EM SUAS MUSICAS, APESAR DE TER UNS KRA QUE FIKA SE ”APOVINHADO” UNS FILHA DA PUTA KI NÃO SABE APRECIAR RAP,RAP É SÓ PRUS LOKO, NÃO PRA ESSES VIADO KI CURTI ”SERTANEJO”!!!
QUÉ CRITICA? INTAUM ISTUDA!NÃO CHEGA E VAI TIRANDO U KRA!!! RAP NÃO É PRA PLAYBOY, NEM PRA CUZÃO,…
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13 de fevereiro de 2007 às 4h46
vcs são idiotas mesmo , ou Roberto Carlos é doido ,acho q os dois.
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