20 de abril de 2006 às 13h35
“Jornalismo é tudo aquilo que consigo encaixar entre os anúncios”*
Estava bolando aqui uma premiação pra correr paralela ao Pulitzer (ou à nossa versão dele, o “Troféu Imprensa”, hehe), o Prêmio PULHITZER, concedido aos maiores canalhas da profissão. Com várias categorias, tipo o troféu David Nasser para repórteres; o Hildegard Angel (escreveu que o Rogério Sganzerla estaria simulando um tumor para ganhar uma pensão meses antes da morte do cara) de colunismo social; o Cora Rónai (que disse que a Cássia Eller, como era cheiradora, tinha mais que morrer vítima de erro médico – entre duzentas outras considerações desse naipe) para a área de informática; o troféu Leleco Barbosa de jornalista musical – que entregaria amarradão ao Mario Marques, se o júri fosse honesto…
Sugestões de nomes nos comments.
* – Barão de Beaverbrook
37 Comentários








20 de abril de 2006 às 18h39
ótimo, Barão de Averbrok.
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20 de abril de 2006 às 18h44
Who the fuck is Clarah Beaverbrook?
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20 de abril de 2006 às 19h54
falando no assunto, vc viu o esculacho q o Mainardi tomou?
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20 de abril de 2006 às 21h12
Depois que bolar a premiação a gente fuma?
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20 de abril de 2006 às 21h18
Eu podia JURAR que a frase que dá título ao post era de algum editor do Jornal do Brasil.
P.S.: Oi, Menezes! _o/
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21 de abril de 2006 às 1h53
ou então calunismo social
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21 de abril de 2006 às 2h38
Renata, vc está usando o termo da Laguinho, néam? Esculhacho nenhum, Franklin Martins não tem essa moral.
O cara que quiser pegar o Mainardi de jeito tem que falar é dos romances dele, que são just shiiaaaatee.
Liv, lembro uma entrevista do Chico Caruso em que ele dizia que a única vez em que foi chamado ao gabinete do Roberto Marinho foi quando fez uma piada com a Coca-Cola: “só existe uma coisa sagrada em um jornal – o patrocinador”.
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21 de abril de 2006 às 8h42
Incrível mesmo, a sapata da Cora Ronai só fala merda, e em vez de produzir algo de útil só fica vendendo matéria para fazer review de camera digital e celular.
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21 de abril de 2006 às 19h22
Ih, cara. Cuidado com o fã-clube do Cora Rónai. As encalhadas e os virgens ficam putos quando falam mal da sua “ídola”!
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21 de abril de 2006 às 20h24
Prêmio Patrulinha:a ser dividido pelo Mainardi e por aquele múmia do Observátório da Imprensa e entregue num ringue de telecatch
Prêmio Gatão de Meia Idade: pros metido a gostosão Galvão Bueno e Renato Maurício Prado pela tiração de onda no programa do Sportv
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21 de abril de 2006 às 20h29
Pêmio Love Story de pieguice:Zuenir Ventura
Prêmio Juqueri: pro blog do Arnaldo Bloch no Globo Online
Prêmio Sermão da Montanha:Arnaldo Jabor, o homem que escreve através de parábolas
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22 de abril de 2006 às 7h38
trofeu jason blair: alexandre petillo, o “jornalista” que diz ter entrevistado até o john lennon, mas nunca saiu de Piracanjuba.
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22 de abril de 2006 às 12h43
Hahaha, tinha que rolar dois de música, o Troféu Leleco Barbosa e um Troféu Mario Marques, em que só ele concorresse, hors concours todo ano (talvez o Luciano Vianna também ganhasse esse premio).
show
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22 de abril de 2006 às 14h49
pô, arnaldo, pelo menos dessa vez o adversário do DM nao foi covarde. e foi inteligente: passou a bola pro inimigo, se vira, prova.
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22 de abril de 2006 às 16h30
“é aquela famosa frase: tem sempre um algoano”
vc deve ter pensado horas para comentar algo tão original.
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22 de abril de 2006 às 17h55
Falta um Troféu Gilberto Dimenstein, para os jornalistas ingênuos e distantes da realidade.
Para a Cora Rónai tem que ir o Trofeu Capivara. E o Olavo de Carvalho?
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22 de abril de 2006 às 18h20
muito boa essa frase do topo…
acho que cham título, não é?
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22 de abril de 2006 às 20h22
Mauro, parece que o Jorge Furtado ganhou o processo em primeira instância do Mainardi, até porque na matéria em que o JF foi citado o sujeito falou em números e tal. Mas com o Franklin DM insinuou o que parece óbvio: no mínimo é estranho. Não li a coluna desta semana ainda pra saber se o cara treplicou.
Iccanario, pra que perder tempo com um alagoano?
Fala sério, a reação de vocês parece a do cara que fica revoltado além da conta quando xingam a mãe dele: dá a impressão que é verdade.
Como se eu, carioca, não lesse uma porrada de mistificações sobre o Rio de Janeiro. Como dizia o Gordon Liddy: “the trick is not minding”.
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22 de abril de 2006 às 23h09
O troféu Lobby Sodomita, termo autoexplicativo, inventado pelo Paulo Francis…
O troféu Primeiro Clichê, categoria em que todos os colunistas esportivos seriam hors-concours.
O troféu Cine Esperma, para a masturbação intelectual em críticas de filmes.
O troféu Web-Babaca, para as reportagens “uma bunda na cadeira, um explorer rodando”
O troféu Low Life, para quem acha que jornalismo cultural é comentar os seriados americanos que assiste…
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23 de abril de 2006 às 14h54
O troféu “Faria exatamente como eles, se tivesse uma chance”… acho que será a categoria mais disputada, sem dúvida
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23 de abril de 2006 às 16h50
Ei, cara, fale por você.
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23 de abril de 2006 às 22h23
vai, arnaldones, queremos new quadrinhos!
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23 de abril de 2006 às 23h23
Sugiro criar um “Prêmio Cachorro Morto”, para ser oferecido aos profissionais nos quais nem vale mais a pena chutar, como o Mainardi, Paulo Francis, Mme. Rónai e outros.
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24 de abril de 2006 às 0h05
eu odeiio a cora ronai. só queria registrar.
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24 de abril de 2006 às 9h56
por mim? véi, só ir em qualquer boteco (ou faculdade de comunicação, whatever) pra achar uma galera que ocuparia na boa o lugar do Milton Neves, pra citar exemplo.
Na real, nem foi pra ti, nem pra geral o comment… mas se serviu, mal ae patrulha, nem era intenção.
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24 de abril de 2006 às 12h51
Dennis, pensando bem, você tem razão. Quando me lembro de opinião de neguinho em sala de aula… é que me formei tem mais de dez anos, a gente tende a esquecer…
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24 de abril de 2006 às 14h53
Diogo Mainardi pode ser canalha por outros motivos, mas ele mandou muito bem em sacanear esses jornalistas de Brasilia, entranhados na máquina de corrupção. Só petistóide mesmo pra dizer que o cara levou um “esculacho”.
E quanto ao lance da Cora com a Cassia Eller, longe de mim ser defensor da Cora, mas não foi bem isso que ela disse. Se ela teve uma overdose e morreu por isso, não dá pra culpar somente o médico por isso. Ou vão por a culpa da morte do Senna no capacete também??
E a Hildegard é uma prostituta.
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24 de abril de 2006 às 15h45
Arnaldo, volta a desenhar no flash. Era mais tosco mas era melhor.
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24 de abril de 2006 às 16h17
Google é Deus e eu o venero: http://72.14.203.104/search?q=cache:RRfplBEVk9cJ:www.gardenal.org/mauhumor/2004/08/jornalismo_e_tu.html+Mau+Humor:+%22Jornalismo+%C3%A9+tudo+aquilo+que+consigo+encaixar+entre+os+an%C3%BAncios%22&hl=pt-BR&gl=br&ct=clnk&cd=2
Bom, os prêmios eu não sei, mas deveria ter Menção Honrosa ao Walmir Salaro.
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24 de abril de 2006 às 16h57
Sua memória não está legal, Body. Não havia vestígio de droga no corpo da Cassia Eller – a Veja, que publicou uma capa em cima do lance com um manchete na linha “A tragédia das drogas” ainda tinha a desculpa de que o laudo não havia saído. Embora tenha sido uma puta barriga.
A Cora escreveu tipo um ano depois, quando o caso voltou à tona por causa do processo contra a clínica. O que ela disse é que alguém que atentava contra a saúde não podia reclamar de mau atendimento.
Já li a sujeita dizendo que está muito acima do peso mas tem preguiça de fazer esteira – aí, médicos, se essa gorda da Cora pintar na emergência tendo um ataque cardíaco, pode meter um tratamento negligente na filha da puta.
Valeu, Edu, nem lembrava que já tinha usado essa frase de título.
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24 de abril de 2006 às 17h07
Ei, Arnold, lembra da “turma do Amor” da faculdade e suas opiniões? E o debate mais chato do mundo:”democratização dos meios de comunicação” hahahah, na boa, nunca soube que merda era essa.
tempo perdido, três meses de curso sobre operações no mercado acionário teriam sido bem melhores para mim, hoje já estaria 10 anos adiantado heheh
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24 de abril de 2006 às 17h52
Claro, Metal, nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de meus tímpanos tão fatigados.
Nem foi tempo perdido… éramos tããõ xóóófffensss…
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24 de abril de 2006 às 22h27
Turma do amor? O CEL tava nessa?
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24 de abril de 2006 às 23h10
Hahaha, exatamente, Zé Flávio, ele era tipo um líder de facção. Como você desconfiou?
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25 de abril de 2006 às 2h36
O Diogo Mainardi era hour concours ? Este imitador sem talento e pouco inspirado do Paulo Francis, é sem dúvida um anão que pensa que é gigante, merecedor. mas é tão mediocre que ninguém lembra dele.
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27 de julho de 2007 às 20h43
Eu também acho a Cora Ronai uma chata dispensável!! Vou acrescentar na minha lista de coisas que odeeeeio. Como respeitar uma jornalista que vive de jabá e de falar sobre futilidades? Grande merecedora da premiação JABÁ É BOM E EU GOSTO.
Pior que o Mainardi é aquele outro metidinho do MConnection, que tirava onda de garoto prodígio e agora ficou grisalho, cujo nome não por acaso me esqueci. Esses imitadores esquecem que não dava para ter raiva do Francis porque, de certa forma, ele soava como um velhinho inimputável. Mas eles inspiram nojo de verdade… Merecem o prêmio QUERO SER FRANCIS.
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27 de julho de 2007 às 20h46
Eu também acho a Cora Ronai uma chata dispensável!! Vou acrescentar na minha lista de coisas que odeeeeio. Como respeitar uma jornalista que vive de jabá e de falar sobre futilidades? Grande merecedora da premiação JABÁ É BOM E EU GOSTO.
Pior que o Mainardi é aquele outro metidinho do MConnection, que tirava onda de garoto prodígio e agora ficou grisalho, cujo nome não por acaso me esqueci. Esses imitadores esquecem que não dava para ter raiva do Francis porque, de certa forma, ele soava como um velhinho inimputável. Mas eles inspiram nojo de verdade… Merecem o prêmio QUERO SER FRANCIS.
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