OEsquema

Apanhado

1) Agora você pode acompanhar o epistolário dos casos de internação mais charmosos da internet: Allan Sieber, André Dahmer, Mr. Manson e minha pessoa em embates para a eternidade. Estamos poupando esse trabalho a nossos futuros netos inescrupulosos que fatalmente quererão compilar qualquer besteira que escrevermos para resgatar a memória deste país tão sem museus. Gênios trabalhando ou retardados matando serviço? Não responda agora.

2) Numa regra de três bem simples, o emo é o pagode do rock. Cabelos bizarros, roupas jacus e uma inebriante cornice romântica. Se a F. tivesse resenha de discos, Chico Barney era o cara para o serviço…

3) Quarta postei no blog da Bizz, mas nem avisei.

4) Falando nisso, cartum da penúltima:

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14 Comentários
por: Arnaldo Branco postado em: Cartum, Música, Pessoal tags:

14 Comentários

Comentário por pedro keppler
1 de setembro de 2006 às 15h58

foda demais…

se não fosse o jabá, o que as pessoas iriam ouvir?

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Comentário por Guilherme
1 de setembro de 2006 às 16h30

Vou comentar no lugar errado, pq no blog da Bizz tem essa encheção de saco de se cadastrar e tal.

Na boa, o WS pode não ser o rei do fair play. Mas lembrar da, digamos, obra cinematográfica do Neville D’Almeida é uma das coisas que me faz considerar que a pena de morte pode ser, afinal, um mal necessário.

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Comentário por Vlad
1 de setembro de 2006 às 17h39

Arnaldo, eu admiro o trabalho de vocês e tudo, mas, cá entre nós, se Jerry Seinfeld lesse aquele blog, ele ficaria roxo de inveja. Aquilo é que é um blog sobre o nada.

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Comentário por loki
1 de setembro de 2006 às 18h14

Quem compra disco ou cd hoje em dia??

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Comentário por ANDRÉ LUIZ DIAS DE CARVALHO
1 de setembro de 2006 às 19h15

Sr. Arnaldo,
Gostei muito do texto “Síndrome de Rossini Pinto”, publicado no blog do sítio da revista Bizz. Não é nenhum absurdo gostar de ouvir Beth Carvalho cantar e achar um absurdo ela falar maravilhas de Fidel e Chávez.
Porém, se ainda há muitas pessoas neste país que confundem um ator com o seu personagem em determinada novela, por que não confundiriam o artista com o indivíduo?

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Comentário por Thahy
1 de setembro de 2006 às 19h33

…só na boquinha da garrafa…

hahaha

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Comentário por bromco
1 de setembro de 2006 às 21h31

Putz… essa confraria promete

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Comentário por Renata
2 de setembro de 2006 às 4h46

Que merda esta trocação de emails entre os 4. Se não mudar o formato vai ficar uma ‘cueca justa’, a versão masculina do programa do GNT. E o concurso de humor da F, quando sai o resultado? Renata

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Comentário por karla nazareth
2 de setembro de 2006 às 14h47

e a gente tem que aguentar os emo-pê-bê…

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Comentário por re
2 de setembro de 2006 às 20h22

eu tenho medo do mr manson

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Comentário por Juliana Machado
3 de setembro de 2006 às 19h43

Achei a Confraria bacana! Contribui um pouco com o leve espírito voyeur q,sem exceção,todo mundo tem.

Acho q existe sim a chance de virar um ‘cueca justa’ (o q não seria nada ruim,convenhamos.Arnaldo Branco numa boxer branca ou preta seria um arraso…),mas há uma maior probabilidade disso não acontecer. Homem tem menos tolerância com coisa q aperta na virilha q mulher.Qdo veêm q o trem tá começando a incomodar,mudam.

=)

Logo,feliz (ou infelizmente) não veremos Arnie em ‘cueca justa’…

=(

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Comentário por metaleiro
4 de setembro de 2006 às 11h21

Pô, não foi o Neville que fez “Rio Babilônia”, um ícone da putaria e escrotidão? Esse filme é muito maneiro.

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Comentário por Luiz Araújo
4 de setembro de 2006 às 11h22

“…o emo é o pagode do rock.” Não poderia estar mais de acordo, e mantenho em relação ao emo a mesma opinião sobre o pagode: tem coisa boa, mas a maioria é lixo.

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Comentário por kitagawa
6 de setembro de 2006 às 15h40

Cara, uma vez no metrô, vi umas punketes cantando música sertaneja. Fiquei intrigado, mas depois caiu a ficha: estavam cantando emo, obviamente sem o acompanhamento de bateria em estilo hardcore.

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