1 de setembro de 2006 às 12h21
Apanhado
1) Agora você pode acompanhar o epistolário dos casos de internação mais charmosos da internet: Allan Sieber, André Dahmer, Mr. Manson e minha pessoa em embates para a eternidade. Estamos poupando esse trabalho a nossos futuros netos inescrupulosos que fatalmente quererão compilar qualquer besteira que escrevermos para resgatar a memória deste país tão sem museus. Gênios trabalhando ou retardados matando serviço? Não responda agora.
2) Numa regra de três bem simples, o emo é o pagode do rock. Cabelos bizarros, roupas jacus e uma inebriante cornice romântica. Se a F. tivesse resenha de discos, Chico Barney era o cara para o serviço…
3) Quarta postei no blog da Bizz, mas nem avisei.
4) Falando nisso, cartum da penúltima:









1 de setembro de 2006 às 15h58
foda demais…
se não fosse o jabá, o que as pessoas iriam ouvir?
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1 de setembro de 2006 às 16h30
Vou comentar no lugar errado, pq no blog da Bizz tem essa encheção de saco de se cadastrar e tal.
Na boa, o WS pode não ser o rei do fair play. Mas lembrar da, digamos, obra cinematográfica do Neville D’Almeida é uma das coisas que me faz considerar que a pena de morte pode ser, afinal, um mal necessário.
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1 de setembro de 2006 às 17h39
Arnaldo, eu admiro o trabalho de vocês e tudo, mas, cá entre nós, se Jerry Seinfeld lesse aquele blog, ele ficaria roxo de inveja. Aquilo é que é um blog sobre o nada.
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1 de setembro de 2006 às 18h14
Quem compra disco ou cd hoje em dia??
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1 de setembro de 2006 às 19h15
Sr. Arnaldo,
Gostei muito do texto “Síndrome de Rossini Pinto”, publicado no blog do sítio da revista Bizz. Não é nenhum absurdo gostar de ouvir Beth Carvalho cantar e achar um absurdo ela falar maravilhas de Fidel e Chávez.
Porém, se ainda há muitas pessoas neste país que confundem um ator com o seu personagem em determinada novela, por que não confundiriam o artista com o indivíduo?
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1 de setembro de 2006 às 19h33
…só na boquinha da garrafa…
hahaha
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1 de setembro de 2006 às 21h31
Putz… essa confraria promete
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2 de setembro de 2006 às 4h46
Que merda esta trocação de emails entre os 4. Se não mudar o formato vai ficar uma ‘cueca justa’, a versão masculina do programa do GNT. E o concurso de humor da F, quando sai o resultado? Renata
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2 de setembro de 2006 às 14h47
e a gente tem que aguentar os emo-pê-bê…
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2 de setembro de 2006 às 20h22
eu tenho medo do mr manson
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3 de setembro de 2006 às 19h43
Achei a Confraria bacana! Contribui um pouco com o leve espírito voyeur q,sem exceção,todo mundo tem.
Acho q existe sim a chance de virar um ‘cueca justa’ (o q não seria nada ruim,convenhamos.Arnaldo Branco numa boxer branca ou preta seria um arraso…),mas há uma maior probabilidade disso não acontecer. Homem tem menos tolerância com coisa q aperta na virilha q mulher.Qdo veêm q o trem tá começando a incomodar,mudam.
=)
Logo,feliz (ou infelizmente) não veremos Arnie em ‘cueca justa’…
=(
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4 de setembro de 2006 às 11h21
Pô, não foi o Neville que fez “Rio Babilônia”, um ícone da putaria e escrotidão? Esse filme é muito maneiro.
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4 de setembro de 2006 às 11h22
“…o emo é o pagode do rock.” Não poderia estar mais de acordo, e mantenho em relação ao emo a mesma opinião sobre o pagode: tem coisa boa, mas a maioria é lixo.
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6 de setembro de 2006 às 15h40
Cara, uma vez no metrô, vi umas punketes cantando música sertaneja. Fiquei intrigado, mas depois caiu a ficha: estavam cantando emo, obviamente sem o acompanhamento de bateria em estilo hardcore.
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