OEsquema

Aquilo que está no alto é como aquilo que está embaixo

Humor é como sexo: uma coisa que pode envolver anões, mas eu prefiro sem.

Estava lendo esse desabafo do Dahmer, sobre a preponderância do humor Zorra Total no Brasil. Sei lá, cara. Entre vários e-mails anti-Lula que chegaram aqui na rádio, destaco um que dizia que o importante é fazer envestimento em educação. E aí eu vou pra galera…

22 Comentários
por: Arnaldo Branco postado em: Uncategorized

22 Comentários

Comentário por Miguel
31 de outubro de 2006 às 18h23

A culpa é da elite branca.

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Comentário por mauro
31 de outubro de 2006 às 20h23

pra mim, devia ser proibido programa de humor com claque. é por isso que eu ainda respeito o casseta e planeta, por mais fracos que sejam os últimos programas.

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Comentário por The Body Electric
31 de outubro de 2006 às 23h01

Engraçado, que muitos dos novos humoristas são na verdade obrigados a fazer o humor estilo zorra total. Assisti à peça “Zenas improvizadas” aqui no RJ, que tem até alguns atores do programa, e é sensacional.

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Comentário por Alves
1 de novembro de 2006 às 12h59

É imensa a fábrica de bordões neste país, camarada!
Pode crer!!

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Comentário por Alves
1 de novembro de 2006 às 13h01

É imensa a fábrica de bordões neste país, camarada!

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Comentário por Moziel T.Monk
1 de novembro de 2006 às 16h14

Concordando com o colega aí, nem sempre a culpa é do humorista, que precisa seguir um roteiro. Há muito humorista bom no “Zorra…”, mas o roteiro é uma bosta! Mas infelizmente é o que atinge a maior parte da população. Por mais que eu não queira crer, há quem ache graça naquilo.

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Comentário por Elton
2 de novembro de 2006 às 13h36

Pois é. Acho que o pior do humor Zorra Total/Praça é a repetição ad nauseam do mesmíssimo roteiro. Talvez os quadros fossem até interessantes, se fossem um só. O Dahmer tá certo quando diz que o humor é a arte do susto, não há nada mais sem graça do que um quadro previsível. Acho que é por isso que os Pytons continuam insuperados.

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Comentário por Alex
3 de novembro de 2006 às 0h16

White,

Apesar de eu absolutamente preferir o humor “difícil” citado pelo Dahmer, convenhamos que é um pouco elitista definir o que é o “fácil”. Se há um Zorra Total e uma Praça há 327 anos, é porque dá audiência, há demanda. Cada um cada um.

Ou você e Dahmer seriam capazes de definir o que é o “verdadeiro” humor (humor puro, roots, for real)? Sem essa, vocês não são mais aqueles adolescentes metaleiros que pararam de ouvir Iron Maiden apenas porque eles tocaram no Pop in Rio.

Meus pais não dariam uma risada sequer lendo as tirinhas dos Malvados ou do Presença, ou assistindo ao Cálice Sagrado. Só porque eles não apreciam o tipo humor que VOCÊS produzem não significa que eles sejam acomodados.

Abraços!

PS.: esse é “O” menino, Nicholas Gurewitch

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Comentário por Bernardo
3 de novembro de 2006 às 2h03

Verdade, o problema é o roteiro… Comédia boa sai no improviso, no imprevisível.

Como disse o Chris Rock, comédia é o blues de quem não sabe cantar.

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Comentário por Moziel T.Monk
3 de novembro de 2006 às 12h13

Definir o que é humor “legítimo” é subjetivo pacas. Como o colega disse, “A Praça é Nossa” está aí há eras geológicas, então há público para este tipo de humor, que provavelmente achará um porre Monty Python e congêneres. Mas minha reserva em relação às praças e zorras da vida é a insistencia em um determinado mote ou tipo, tornando o humor repetitivo. É como escutar aquela piada que você já conhece de cor e salteado, e que você só ri para não perder o amigo.

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Comentário por The Body Electric
3 de novembro de 2006 às 13h05

Alex,

Não é a questão de o humor ser “fácil” ou “difícil”, a reclamação é sobre SÓ isso ser tentado por aqui. E as piadas repetidas são culturais mesmo. Vai comparar o humor inglês com o que é praticado na tv aberta daqui.

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Comentário por dennis
3 de novembro de 2006 às 20h25

já posso chamar botar o Allan Sieber no mesmo patamar de um pedagogo! Tem coisas que só Dahmer pode proporcionar a você!

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Comentário por Alex
4 de novembro de 2006 às 19h18

Eu assisto Chaves e Chapolin desde que eles apareceram na TVS há mais ou menos 25 anos, e continuo dando risada. Humor mais repetitivo que isso impossível, chega a ser pior que Zorra Total, e ainda assim acho bom.

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Comentário por Edgar
6 de novembro de 2006 às 10h25

Alguém pode me ajudar com uma duvida…
Do que se trata, e o que é Monty Python e congêneres?

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Comentário por Ane Brasil
6 de novembro de 2006 às 10h55

é, ‘envestimento’ em educação é fundamental, meu caro. prova disso é o e-milho que te mandaram!
heheheeh
Sorte e saúde pra todos!

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Comentário por Fidel
6 de novembro de 2006 às 12h11

…a culpa é dos amigos do Dahmer que espalharam por aí que ele era o cara. Ele tomou gosto pela coisa e agora quer entrar na Globo de qualquer forma. Pelo visto, vai seguir o velho estilo “detonando a concorrência” para conquistar o seu milzinho global no final do mês. O Dahmer faz um besteirol tão patético quanto o da Zorra Total. É chato, pedante, obsoleto para um mundo cada vez mais infame! Esse tipo de humor já era ineficiente nos anos 70, o que diria agora. Mas é isto mesmo, a diferênça tá no seu público, que acredita estar salvando o mundo e as baleias, nutrindo de esperanças mais um bobalhão.

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Comentário por Edgar
6 de novembro de 2006 às 12h11

Alguém pode me ajudar com uma duvida…
Do que se trata, e o que é Monty Python e congêneres?

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Comentário por Arnaldo
6 de novembro de 2006 às 16h46

Com certeza você faria melhor, Fidel, se tivesse a oportunidade de estudar na vida. Mundo injusto.

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Comentário por el verdadeiro Fidel
6 de novembro de 2006 às 17h38

No necessito estudar, quiero uno estômago nuevo para transplantar-me.Mi amigo Morales prometeu confiscar órganos de uno brasileño.Pedoa mi portugues, aprendi com Luís Inácio

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Comentário por anna maria
8 de novembro de 2006 às 23h49

Gosto do Monty Python, gosto do Casseta, mas gosto também do personagem do Moacir Franco na Praça é Nossa, e acho que um dia o Chaves vai ser cult e aí…aí todos esses intelectualóides chatos e babacos que hoje só gostam de humor “difícil” vão aplaudir o Chaves. Espere para ver. Agora o Zorra Total é execrável. Não dá mesmo.

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Comentário por Raoni
19 de novembro de 2006 às 14h08

Humor não tem fórmula. Não é coisas de matemático, é aquilo que o Millor disse no Pasquim: um cheque, um repensar dinâmico, as vezes subversivo demais, as vezes novo demais.
Eu enjoei desse humor da tv brasileira e as vezes quando não tenho nada pra fazer, fico adivinhando as piadas (sempre acerto) acho que me adaptei, vou tentando me divertir… Tudo pela piada…

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Comentário por Breck
28 de fevereiro de 2007 às 14h08

O povo brasileiro gosta de humor fácil. Quem elege Paulo Maluf, Frank Aguiar, Professor Luizinho, João Paulo Cunha, Genoíno etc gosta de humor escrachado. Não gosta?

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