9 de janeiro de 2007 às 13h14
A piada mortal
Coluna da Bizz, atualizada.
Falando na revista, este mês tem matéria minha (fotografando Matias Maxx) com a cobertura de um show dos Raimundos no interior de São Paulo. Antes que você pergunte qual o propósito, saiba que o texto é justo sobre isso – Raimundos ainda, qual é o propósito? - Rolou o pacote todo: ônibus, hotel, apresentação – litros de cerveja, um churrasco, uma facada (isso mesmo, alguém ferido por arma branca), uma série de impropérios que certamente esquentaram os ouvidos do Rodolfo e uma falta de vergonha absurda dos entrevistados em expor os problemas do que restou da banda que já foi a mais popular do país. Me lembrou aquele documentário do Metallica, “Some Kind of Monster” pela sinceridade um tanto desfavorável pros caras. Sugiro.

Sobre a polêmica da vez, só uma pergunta: quem é o assessor de imprensa dessa mina? Como diria o Fausto Silva nos nem tão good ol’ days, mais incompetente que o anjo da guarda da família Kennedy.
37 Comentários








9 de janeiro de 2007 às 16h59
Porra, eu não fazia idéia que esses caras ainda existiam…
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9 de janeiro de 2007 às 17h04
Quando sai a próxima ‘F’?
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9 de janeiro de 2007 às 17h12
O título foi um trocadilho proposital com o Killing Joke? Não consigo achar paralelos entre uma banda e outra…
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9 de janeiro de 2007 às 17h24
A F. vai virar um anuário, capa dura, papel bom, etc, tipo a Zongo ou o Calendário de Gostosas Pitú. Estamos fechando com a editora Desiderata.
Não, tem a ver com o tema da coluna da Bizz. E Killing Joke é uma expressão, poderia estar me referindo àquele quadrinho do Allan Moore com o Coringa – uma possível menção sutil à Cicarelli e seu sorriso de piroca das idéias…
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9 de janeiro de 2007 às 18h19
Código Oiticica.
Essa eu vou usar por aí – vingança, vingança, vingança.
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9 de janeiro de 2007 às 18h59
Hmn, Arnaldo, um Joe Pimp com a Cicarelli ia ser show.
Ela tá merecendo um shut up, biaaaaatch….
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9 de janeiro de 2007 às 21h19
Raimundos era bom pra caralho.
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10 de janeiro de 2007 às 11h50
Raimundos era bom, mas bom mesmo é que ninguém mais lembra que isso (e todas as 25 milhóes de bandas grunge) existe.
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10 de janeiro de 2007 às 14h21
Para mim é questão de obrigação gostar da banda quem tem uma música com o verso: “Meu ódio por automotores começou cedo”.
A sonoridade disso!
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10 de janeiro de 2007 às 20h10
(Comentário pra coluna da Bizz): homeopatia, reflexologia, deus, Big Brother, moda brasileira, responsabilidade social corporativa, leite de soja, direitos autorais…
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10 de janeiro de 2007 às 22h06
Há algum problema com a Coluna da Bizz? Não consigo ver os textos anteriores. (Not Found)
Valeu.
Só pra não fugir do tópico: Sinceridade é um defeito e dos piores.
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10 de janeiro de 2007 às 22h17
Curtiu essa história de brincar de jornalista, hein? Pra quem dava graças a deus que tava livre disso…
Ah, muleque…
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11 de janeiro de 2007 às 0h09
Eles falaram tudo claramente? Graças a d**s, não suporto segredinhos do mundo da música. “Diferenças musicais”, “desentendimentos”. Ah, eu quero é saber quem foi o filho da puta da história! Heahueaiea
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11 de janeiro de 2007 às 2h45
Cara, qual é a capa dessa Bizz com a entrevista do Raimundos?
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11 de janeiro de 2007 às 8h22
Queria saber isso também, qual é a capa?
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11 de janeiro de 2007 às 9h23
A capa dessa Bizz é a Pitty – que ganhou o Prêmio Bizz nas categorias Artista do Ano e Música do Ano, na votação dos leitores.
Pô, Arnaldo, essas colunas na Bizz são um problema pra ler os textos antigos – vê se o Ricardo Alexandre dá um jeito nisso, oras!
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11 de janeiro de 2007 às 10h43
PORRA!! Era tudo doido da porra no kombão
BUCETA!! Só se falava de buceta no kombão
TONTEIRA!! O que rolava era a tonteira no kombão
CACETE!! Um dia eu dei o maior cacete no kombããããããooo
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11 de janeiro de 2007 às 13h38
baixando o nível geral: ninguém ganha do kajuru em termos de sinceridade autodestrutiva. em poucos minutos de entrevista pra adriane galisteu o cara confessa que deu o rabo, que tem o peru pequeno e ejaculação precoce.
deve ser por isso que o cara tentou se matar depois.
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11 de janeiro de 2007 às 14h56
Ó: a Bizz botou a primeira parte da matéria no ar:
http://bizz.abril.com.br/nestaedicao/materiaedicao_204960.shtml
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11 de janeiro de 2007 às 15h59
Raimundos era do caralho!
Nem sabia que seguia ativa… dei uma procurada no google e nem site oficial deles achei.
Esse findi vou dar uma olhada na matéria completa!
P.S.: O Kajuru fala um monte de merda pra aparecer, fim de carreira típico :/
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11 de janeiro de 2007 às 20h03
Puta reportagem, Arnaldo. Sincera pra cacete. Olha que eu também não sabia que os Raimundo ainda existiam, já que o Digão vem aqui em juiz de fora fazer um show de violão e voz semana que vem.
Tomara que a Bizz continue soltando dessas!
Salimena
http://www.linhadotrem.com
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12 de janeiro de 2007 às 12h12
muito boa, a reportagem! é esse o tipo de material q eu tenho de ler.
chorei :~
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12 de janeiro de 2007 às 13h25
As letras do Rodolfo é que faziam do Raimundos uma das bandas mais fodas do Brasil. As músicas novas são tão ruins, mas tão ruins que eu me pergunto se no show eles têm coragem de tocar alguma.
A matéria ficou bem legal cara, mas achei que faltou uma entrevista maior.
ps: pitty artista do ano?
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12 de janeiro de 2007 às 14h00
Ei, a igreja do Rodolfo realmente se chama Bola de Neve?
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12 de janeiro de 2007 às 15h11
Caralho, show voz e violão do Digão? Putqueopariu!
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12 de janeiro de 2007 às 16h22
Sim. Isso não coube na matéria, mas ele canta no seu pocket show voz-violão essa singela versão de Zóio de Lula (CB Jr) – em formaturas e casamentos (!):
Tirou a roupa não quis dar falei mulher mas que cu doce se tu não libera essa precheca eu vou te comer é de coice ela é demais mas nem por isso eu vou deixar de meter o meu por trás ainda bem que eu trouxe até um pouco de pó eu cheiro toda tarde, cheiro a noite inteira já se foi aquele tempo de uma carreira irmão e a cerveja é Bavária tô cheio de malária mas eu não vou pro Himalaia não, então: deixa eu meter deixa eu gozar no buraco de cagar
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13 de janeiro de 2007 às 2h16
Valeu pelos elogios lá no site, Arnaldo! Sem rasgar muita seda, o Mundinho animal foi uma puta referência pra minhas tirinhas. Nunca vou esquecer a do falso colostomizado no teatro. Fica pra eternidade.
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13 de janeiro de 2007 às 9h17
raimundos: há alguns momentos legais, mas, na realidade, é mais uma bandinha de aborrecente. Se bem que muito, mas muito melhor que detonautas, cpm22, charlie brown jr…
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13 de janeiro de 2007 às 16h02
Eu tava oensando no começo da mateia que o gordão da foto era o Allan Sieber…
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14 de janeiro de 2007 às 11h30
Será que alguma alma caridosa poderia escanear e postar a matéria completa?
Grato.
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14 de janeiro de 2007 às 15h51
acho que exagerei. raimundos é uma banda legal. o problema é que há umas letras, essas sim, bem aborrecentes…
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14 de janeiro de 2007 às 23h49
A foto mais bonita que o Matias conseguiu fazer os caras não publicam… Podia pedir pro gordinho da foto chegar mais pra lá um pouco…
Luv*
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24 de janeiro de 2007 às 10h14
Como diria o “El Mariatchi” “Sinceridade nem sempre faz bem!!” Derrepente se eu chutasse a cara do reporter e fizesse um cuecão no fotógrafo obteriamos mais respeito… Arnaldo, Uma Banda que foi sabotada pelo vocalista e depois pela gravadora está bem melhor do que vc pintou nessa matéria tendenciósa… Vc esqueceu de dizer que o show foi Sold-Out! Que a platéia estava animadíssima (inclusive vc que tava de boca aberta todo empolgadinho) o Bus foi um dos melhores que vc andou na vida! Melhor Hotel da cidade! Até a foto que abre a matéria vcs pegaram de algum lugar que não foi aonde a gente passou! pra que tanta maldade!!?? fale a verdade!!! não precisa inventar coisas pra pixar a banda e vender mais revistas!!! vcs viraram a Veja do Rock??? daqui a pouco vão te chamar de Sérgio Martins…
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24 de janeiro de 2007 às 13h19
Cristo, cara, eu falei que estava empolgado na matéria – inclusive que queria ter feito backing vocal quando o Alf chamou, e que ter uma banda de sucesso era meu sonho de adolescência (quantos jornalistas vc já ouviu confessar isso? No mais das vezes gostam de dar uma de fodões, blasés) – e ainda: escrevi que compreendia total que vcs continuassem apesar da fase complicada.
Todo mundo que gostou da matéria veio me dizer que ficou emocionado. Ninguém veio numas de “he, he, detonou a banda!”.
Sobre o show, textualmente: “Digão tem razão: a banda realmente desempenha. Alf e Marquinhos ajudam bastante na tarefa de manter o povo cantando. Sem rodeios: os show é excelente”. Melhor, só se vc ditasse, não é?
Como poderia deixar de registar coisas que vc mesmo fez questão que saíssem na matéria, como as críticas ao Rodolfo – que, justas ou não, podem pegar como recalque para quem lê?
Bem, só concordo com uma crítica, e peço desculpas por uma decisão que não foi minha, mas dos editores: a tal ressalva sobre a grana dos direitos do Rodolfo. Não fui eu quem apurei, e vendo agora, seria algo para uma matéria de réplica com o cara. É isso.
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28 de janeiro de 2007 às 20h43
Com o devido respeito à história da banda, e aos músicos que fazem parte dela, é de se esperar que as letras sejam realmente ruins, quando o cara da banda não consegue escrever nem um simples comentário sem trezentos erros de português por frase.
A fase dos caras acabou, foi muito legal enquanto durou, mas tudo na vida tem um fim, felizmente.
O problema é quando não se tem auto-crítica suficiente para perceber isso.
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22 de março de 2007 às 15h27
na minha opiniao digao e a eterna viuva do rodolfo
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29 de abril de 2007 às 20h51
odeio o cajuru,os raimundos e melhor sem aquele protestante viado
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