segunda-feira, 15 de janeiro, 2007

Speaking in tongues

joepsexylinguas.gif


Por Arnaldo Branco às 11:53 | | Permalink
Categorias: Quadrinhos
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8 Comentários

bullet Arnaldo em 15 de janeiro, 2007 às 4:22 pm

Nada a ver, mas sensacional:

“There’s a rule in acting - if you cry, the audience won’t. If you laugh, they won’t. It’s theatrical suicide to laugh at your own joke. On the other hand, there’s nothing more heartbreaking than someone being stoical in the face of tragedy.”

Macy’s Rules of Good Acting, aqui: http://www.elmoreleonard.com/


bullet em 15 de janeiro, 2007 às 9:26 pm

O último quadrinho é o mais manjado, mas o único que me fez rir. Como o fim justificam o meio, a tira ficou legal.

E qual o sentido dessas regras de atuação? Parece aquelas coisas do tipo “não importa o que você faça, sempre sairá merda”.


bullet Anônimo em 16 de janeiro, 2007 às 11:00 am

Joe Pimp é gênio!


bullet Fidel em 16 de janeiro, 2007 às 12:09 pm

…o joe pimp já era repetitivo, irregular, típico personagem de três piadas. Só funcionava mesmo para justificar os recalques sexuais de quem comeu pouca buceta nessa vida.
Mas desenhado por este carinha aí, ele conseguiu ficar pior. Até paresse que o joe pimp está sendo desenhado nos estudios do maurício de sousa.


bullet Arnaldo em 16 de janeiro, 2007 às 12:59 pm

Comi poucas bucetas pq a da sua mãe me pareceu suficiente - frequentei ali mais do que vc esse blog, cuzeta.

Vou repassar suas considerações aos editores da Sexy e da Desiderata. Stay tuned.


bullet Fidel em 16 de janeiro, 2007 às 2:54 pm

…acho que acabei magoando o arnaldo! hehehehe!


bullet Marcelo Melgaço em 16 de janeiro, 2007 às 2:58 pm

Quanto a este negócio do ator chorar e o público não, discordo. Só se for no teatro. O menininho chorando pela morte do pai em O Campeão, por exemplo. Lembro-me como se fosse ontem que fez todos no cinema – exceto eu, que à época não me emocionava facilmente – abrirem a torneira.


bullet Arnaldo em 16 de janeiro, 2007 às 3:15 pm

Não é uma regra de ouro, Marcelo, mas acho que o cara got a point. Esse texto está na página do Elmore Leonard, que sempre sugere aos diretores que fazem a adaptação dos seus livros que nunca cortem para alguém rindo depois de uma frase engraçada.

Nos seus sonhos molhados, Fidel, estou sussa barbaridade…


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