OEsquema

Speaking in tongues

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8 Comentários
por: Arnaldo Branco postado em: Quadrinhos tags:

8 Comentários

Comentário por Arnaldo
15 de janeiro de 2007 às 16h22

Nada a ver, mas sensacional:

“There’s a rule in acting – if you cry, the audience won’t. If you laugh, they won’t. It’s theatrical suicide to laugh at your own joke. On the other hand, there’s nothing more heartbreaking than someone being stoical in the face of tragedy.”

Macy’s Rules of Good Acting, aqui: http://www.elmoreleonard.com/

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Comentário por
15 de janeiro de 2007 às 21h26

O último quadrinho é o mais manjado, mas o único que me fez rir. Como o fim justificam o meio, a tira ficou legal.

E qual o sentido dessas regras de atuação? Parece aquelas coisas do tipo “não importa o que você faça, sempre sairá merda”.

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Comentário por Anônimo
16 de janeiro de 2007 às 11h00

Joe Pimp é gênio!

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Comentário por Fidel
16 de janeiro de 2007 às 12h09

…o joe pimp já era repetitivo, irregular, típico personagem de três piadas. Só funcionava mesmo para justificar os recalques sexuais de quem comeu pouca buceta nessa vida.
Mas desenhado por este carinha aí, ele conseguiu ficar pior. Até paresse que o joe pimp está sendo desenhado nos estudios do maurício de sousa.

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Comentário por Arnaldo
16 de janeiro de 2007 às 12h59

Comi poucas bucetas pq a da sua mãe me pareceu suficiente – frequentei ali mais do que vc esse blog, cuzeta.

Vou repassar suas considerações aos editores da Sexy e da Desiderata. Stay tuned.

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Comentário por Fidel
16 de janeiro de 2007 às 14h54

…acho que acabei magoando o arnaldo! hehehehe!

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Comentário por Marcelo Melgaço
16 de janeiro de 2007 às 14h58

Quanto a este negócio do ator chorar e o público não, discordo. Só se for no teatro. O menininho chorando pela morte do pai em O Campeão, por exemplo. Lembro-me como se fosse ontem que fez todos no cinema – exceto eu, que à época não me emocionava facilmente – abrirem a torneira.

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Comentário por Arnaldo
16 de janeiro de 2007 às 15h15

Não é uma regra de ouro, Marcelo, mas acho que o cara got a point. Esse texto está na página do Elmore Leonard, que sempre sugere aos diretores que fazem a adaptação dos seus livros que nunca cortem para alguém rindo depois de uma frase engraçada.

Nos seus sonhos molhados, Fidel, estou sussa barbaridade…

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