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Hai cai? Soy contra

Texto novo no site da Bizz.

12 Comentários
por: Arnaldo Branco postado em: Coluna tags:

12 Comentários

Comentário por metaleiro
25 de janeiro de 2007 às 11h53

Pior que poeta-afinal basta dar 5 merrecas e comprar os poemas mimeografados (pesquisem o que é mimeógrafo, internet children)- é candidato a vereador do Partido Verde fazendo campanha às 2 da manhã no bar.

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Comentário por metaleiro
25 de janeiro de 2007 às 11h59

Aí Arnold Layne, evento com muitos potenciais leitores de seu “Capitão Brenfa” : Bienal de Arte, Cultura e Ciência (?) da UNE a partir de sábado no Rio, tá no Globo on.Liguem as rotativas!

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Comentário por Renton
25 de janeiro de 2007 às 12h21

Ainda ontem estva num sarau e cheguei a conclusões bem próximas as suas com relação a poesia.

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Comentário por Arnaldo
25 de janeiro de 2007 às 12h28

Fala, metaleiro.

Lembra do mural voador do Leo? Aquilo sim era poema-processo…

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Comentário por metaleiro
25 de janeiro de 2007 às 12h54

foi “poesia concreta”: jogou o mural de poemas no meio do entulho de concreto e madeira das obras da UERJ

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Comentário por Simone
25 de janeiro de 2007 às 20h59

O mais fantástico do livro de poesias de Bruna Lombardi é a quarta capa (tive acesso a esta pérola com 15 anos, no colégio Santo Inácio. Estava do lado do “Poema Sujo”). Tem uma “fortuna crítica” – elogio de tudo quanto é medalhão – caras do gênero Verissimo e Tom Jobim (e acho que até de Ferreira Gullar). Os elogios são todos nessa linha: “Gosto-muito-deste-primeiro-livro-de-Bruna-Lombardi”. Extraídos a fórceps, entende? Aí abri o livro e fiquei com pena das árvores cortadas para imprimir aquilo. E em seguida concluí que nossos medalhões eram uns tarados venais.

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Comentário por Arnaldo
26 de janeiro de 2007 às 8h53

Simone, não sei se vc lembra dessa pérola, comercial dos anos 80: Bruna Lombardi com roupas sensuais andando de quatro em tapetes de pele de tigre, com vento artificial soprando seu cabelo, muitas luzes. De fundo, a voz rouca dela recitando poema próprio:

Tem dias que sou bela / tem noites que sou fera / Sou mulher / Sou do jeito que você quiser / Nas jóias da H. Stern.

Pior fez o Mario Quintana, que excursionou com a mina para lançar o livro pelo país.

Li seu livro, loved it to death, mando parecer em breve.

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Comentário por Diego
26 de janeiro de 2007 às 10h19

Nao seria de todo mal excursionar com a moca nos anos 80.

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Comentário por Arnaldo
26 de janeiro de 2007 às 10h30

Não se vc tem 90. E antes do Viagra…

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Comentário por Anônimo
27 de janeiro de 2007 às 3h04

Porra, eu devo ter enchido o teu saco na terça! OK, o texto está correto para 90% dos casos, mas a existência de um Ricardo Domenech, por exemplo, justifica pra mim ter que aturar a maioria péla-saca… Faltou falar que todo mundo tem seu cantor de MPB predileto, e que esse cantor é, em geral poeta (ou metido a). E que, se o humorista ganha para ver o lado escroto das coisas, já o poeta tem que ser um sujeito escroto para valer a pena… O que acaba por aproximá-los,numa esfera para além do nosso tributo ao ridículo de cada dia.

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Comentário por Arnaldo
27 de janeiro de 2007 às 9h09

Sim, faltou dizer tudo isso e arruinar a piada, Leo. Humor é julgamento sumário, porra.

E o exemplo que usei foi Bruna Lombardi, o que te falei sobre auto-estima, cara? Abração.

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Comentário por Guapo Etta
29 de janeiro de 2007 às 10h33

Desprezar poetas
faz muito mal
vais acabar
chupando mingau.

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