Comentário por Bastian Hawkins
9 de fevereiro de 2007 às 13h19
Eu entendi…
Tá no ritmo de sexta mesmo, hein? Nem precisou desenhar essa.
Dá até pra voltarmos a questão do post da interpretação de textos.
O q o autor quis dizer com esses quadrinhos? Mas explicar a graça da piada é o fim…
Comentário por dennis
9 de fevereiro de 2007 às 13h33
bah, eu vi as “paredes” da dessa Adriana Varejão ao vivo. Na real, não achei tão picareta, no mam em sp tem coisa bem pior… mas enfim, arte é isso aí, algo que não serve pra porra nenhuma.
Comentário por Arnaldo
9 de fevereiro de 2007 às 13h43
Cara, eu achava que a mina pintava os azulejos. Mas depois que me disseram que ela só junta os tais, pensei em pedir autógrafo pro próximo sujeito que vir batendo uma laje…
Comentário por Pierre
9 de fevereiro de 2007 às 16h26
Na verdade ela faz as duas coisas. Tanto pinta quando chama um pedreiro pra juntar azulejo. Por, você sabe, existir críticos que amam Beuys, e outros que amam, sei lá, Francis Bacon. Então se atira para os dois lados. Mas a princípio, eu gosto dela. Aqui as pinturas mesmo: http://www.fortesvilaca.com.br/artistas/adriana_varejao/index.html
Comentário por Arnaldo
9 de fevereiro de 2007 às 16h34
Pô, mas esse mundo das artes é cheio de informações desencontradas. Mas pelo menos sustento em relação a essa peça do último quadrinho – é um pedaço de banheiro, puerra. Abs.
Comentário por Simone
9 de fevereiro de 2007 às 19h57
Eu gostei de uma peça da Adriana Varejão. Uma que se chamava “Azulejão” e era um azulejo gigante, como diz o nome. Mas é uma idéia usada: se você for no Instituto Moreira Salles, vai ver uma parede que é um cobogó gigante…
Mas agora ela está mesmo fazendo parede de banheiro.
Comentário por Qualquer lixo pode ser Arte?
10 de fevereiro de 2007 às 10h52
Engraçado, estava ontem vendo novamente um desenho da Pantera Cor-de-Rosa em que ela foi obrigada pelo baixinho a varrer o lixo da cidade. Sem conseguir um lugar pra descartar o lixo, teve a brilhante idéia de prensá-lo e vendê-lo em pedaços. Se deu bem. Apareceu um monte de “entendidos” pra comprar aquela “arte inusitada”…
Comentário por re
10 de fevereiro de 2007 às 17h04
bem, vc chama isso d pedaço de banheiro; até aí os pollocks são só respingos de tinta e praticamente toda a arte do século XX pode ser reduzida ao clichê “até meu filho de 7 anos sabe fazer isso”. Raciocínio simplista demais prum cara tão inteligente como vc ;-)
beijos
Comentário por Arnaldo
11 de fevereiro de 2007 às 8h34
Re, como já disse aqui antes, humor é tribunal de exceção. Se fosse fazer ressalvas na piada ela ia parecer sexo tântrico – enorme e sem gozar no final.
Você também está genrealizando: não posso falar mal de ninguém? A arte é a única atividade humana imune à picaretagem?
Tem muita gente que gosta de esnobar a dita alta cultura e fingir preferir cultura trash – quando na real, essa última é a única que conseguem alcançar. Da mesma forma, acho que muita gente sem talento aproveita o fato de tudo hoje ser considerado arte – ou, eufemisticamente, expressão artística – para fazer carreira.
Comentário por Hemeterio
11 de fevereiro de 2007 às 9h59
A tirinha tá ótima, parece a versão impressa daquele quadro do David Letterman, “grandes momentos nos discursos presidenciais”.
Ele mostra uma puta frase do Roosevelt, depois outra frase edificante do Kennedy para depois, desmontar tudo com um coice oral do Bush. Não sei se a gente ri do contraste ou de pena, acho que dos dois.
Comentário por mess
12 de fevereiro de 2007 às 16h25
tô contigo e não abro arnaldo…esse papo de anti-arte já deu o que tinha que dar, e por sinal, já faz algumas muitas décadas! eu só digo o seguinte, pra durar como um caravaggio ou um monet, tem que fazer mais que rejuntar azulejos minha amiga!! viva a arte! abaixo a negação da arte como arte!
Comentário por CHINA
12 de fevereiro de 2007 às 20h28
A AV foi um exemplo ruim para oque a tira pretende, ou seja, tirar um sarro comparando grandes mestres consagrados com oque hoje faz sucesso no mundinho artistico de vernissages e afins. Nada a favor do tipinho, mas:
1. a piada é um velho clichê, muito melhor utilizado por outros humorístas,cartoons etc.
2. O trabalho dela não é nenhum engodo trash como quer fazer crêr o autor. A mina tem um trabalho bem consistente como da pra ver no link que o cara postou acima
Comentário por Arnaldo
13 de fevereiro de 2007 às 8h20
Ah, não é um engodo? Não teria percebido sem a sua ajuda, China.
E mesmo que não quisesse tirar sarro da mina, ou se usasse outro artista como exemplo – pensei no Tunga – acho no mínimo interessante mostrar a jornada bizarra da arte até os dias de hoje.
Comentário por Bruno
13 de fevereiro de 2007 às 9h16
Hahahahahahah! Imaginei esse povo PIMBA (Pseudo Intelectual Metido a Besta e Associados) revoltado com sua tira, queimando a cabeça para criar uma vingança para lavar a honra de todos os artistas.
Comentário por Luiz Castro
14 de fevereiro de 2007 às 14h13
Engraçado que o tal do China não se identifica. E disse: “O trabalho dela não é nenhum engodo trash como quer fazer crêr o autor. A mina tem um trabalho bem consistente como da pra ver no link que o cara postou acima”, referindo-se aos trabalhos visíveis no link http://www.fortesvilaca.com.br/artistas/adriana_varejao/index.html
Um cara desses não tem idéia do que seja desenho ou pintura, deve frquentar o fumaçê do Parque Lage e achar que isso faz dele um artista.
9 de fevereiro de 2007 às 13h19
Eu entendi…
Tá no ritmo de sexta mesmo, hein? Nem precisou desenhar essa.
Dá até pra voltarmos a questão do post da interpretação de textos.
O q o autor quis dizer com esses quadrinhos? Mas explicar a graça da piada é o fim…
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 13h33
bah, eu vi as “paredes” da dessa Adriana Varejão ao vivo. Na real, não achei tão picareta, no mam em sp tem coisa bem pior… mas enfim, arte é isso aí, algo que não serve pra porra nenhuma.
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 13h43
Cara, eu achava que a mina pintava os azulejos. Mas depois que me disseram que ela só junta os tais, pensei em pedir autógrafo pro próximo sujeito que vir batendo uma laje…
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 14h36
ai, arnaldo, sempre causando polêmica, hein?
HAHAHAHA
aparece em sp, nêgo, tamo com saudade. bjão.
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 14h44
Isso que não era a Leda catunda ou a Jac Lerner.
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 14h46
Ah, e a A. V. só deve mesmo juntar os tais azulejos. Porque botar os ditos na parede deve ficar a cargo do jagunço que ela contrata pro serviço.
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 15h42
who is adriana varejão?
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 16h26
Na verdade ela faz as duas coisas. Tanto pinta quando chama um pedreiro pra juntar azulejo. Por, você sabe, existir críticos que amam Beuys, e outros que amam, sei lá, Francis Bacon. Então se atira para os dois lados. Mas a princípio, eu gosto dela. Aqui as pinturas mesmo:
http://www.fortesvilaca.com.br/artistas/adriana_varejao/index.html
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 16h34
Pô, mas esse mundo das artes é cheio de informações desencontradas. Mas pelo menos sustento em relação a essa peça do último quadrinho – é um pedaço de banheiro, puerra. Abs.
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 17h07
adorei!!!!ahhh. ..ontem mesmo fui numa exposicao de artistas plasticos…onde mesmo andara petrucio felker ????
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 18h20
como se a gente entendesse os dois primeiros quadros…
Responder
9 de fevereiro de 2007 às 19h57
Eu gostei de uma peça da Adriana Varejão. Uma que se chamava “Azulejão” e era um azulejo gigante, como diz o nome. Mas é uma idéia usada: se você for no Instituto Moreira Salles, vai ver uma parede que é um cobogó gigante…
Mas agora ela está mesmo fazendo parede de banheiro.
Responder
10 de fevereiro de 2007 às 10h52
Engraçado, estava ontem vendo novamente um desenho da Pantera Cor-de-Rosa em que ela foi obrigada pelo baixinho a varrer o lixo da cidade. Sem conseguir um lugar pra descartar o lixo, teve a brilhante idéia de prensá-lo e vendê-lo em pedaços. Se deu bem. Apareceu um monte de “entendidos” pra comprar aquela “arte inusitada”…
Responder
10 de fevereiro de 2007 às 17h04
bem, vc chama isso d pedaço de banheiro; até aí os pollocks são só respingos de tinta e praticamente toda a arte do século XX pode ser reduzida ao clichê “até meu filho de 7 anos sabe fazer isso”. Raciocínio simplista demais prum cara tão inteligente como vc ;-)
beijos
Responder
11 de fevereiro de 2007 às 8h34
Re, como já disse aqui antes, humor é tribunal de exceção. Se fosse fazer ressalvas na piada ela ia parecer sexo tântrico – enorme e sem gozar no final.
Você também está genrealizando: não posso falar mal de ninguém? A arte é a única atividade humana imune à picaretagem?
Tem muita gente que gosta de esnobar a dita alta cultura e fingir preferir cultura trash – quando na real, essa última é a única que conseguem alcançar. Da mesma forma, acho que muita gente sem talento aproveita o fato de tudo hoje ser considerado arte – ou, eufemisticamente, expressão artística – para fazer carreira.
Responder
11 de fevereiro de 2007 às 9h59
A tirinha tá ótima, parece a versão impressa daquele quadro do David Letterman, “grandes momentos nos discursos presidenciais”.
Ele mostra uma puta frase do Roosevelt, depois outra frase edificante do Kennedy para depois, desmontar tudo com um coice oral do Bush. Não sei se a gente ri do contraste ou de pena, acho que dos dois.
Abrazos, H.
Responder
12 de fevereiro de 2007 às 0h54
AH!!!!!agora entendi! Esta tal arte virou terra de ninguém, resto de entulho.
Responder
12 de fevereiro de 2007 às 8h24
Adriana Who?
Responder
12 de fevereiro de 2007 às 15h23
Aposto duas mariola e um cigarro Iolanda que quem pergunta “Adriana Who?” sabe o nome de todos os participantes do Big Brother.
Responder
12 de fevereiro de 2007 às 16h25
tô contigo e não abro arnaldo…esse papo de anti-arte já deu o que tinha que dar, e por sinal, já faz algumas muitas décadas! eu só digo o seguinte, pra durar como um caravaggio ou um monet, tem que fazer mais que rejuntar azulejos minha amiga!! viva a arte! abaixo a negação da arte como arte!
Responder
12 de fevereiro de 2007 às 16h28
Anyway, o balão tá bem torto, certo que foi escrito no Paint.
Responder
12 de fevereiro de 2007 às 20h28
A AV foi um exemplo ruim para oque a tira pretende, ou seja, tirar um sarro comparando grandes mestres consagrados com oque hoje faz sucesso no mundinho artistico de vernissages e afins. Nada a favor do tipinho, mas:
1. a piada é um velho clichê, muito melhor utilizado por outros humorístas,cartoons etc.
2. O trabalho dela não é nenhum engodo trash como quer fazer crêr o autor. A mina tem um trabalho bem consistente como da pra ver no link que o cara postou acima
Responder
13 de fevereiro de 2007 às 8h20
Ah, não é um engodo? Não teria percebido sem a sua ajuda, China.
E mesmo que não quisesse tirar sarro da mina, ou se usasse outro artista como exemplo – pensei no Tunga – acho no mínimo interessante mostrar a jornada bizarra da arte até os dias de hoje.
Responder
13 de fevereiro de 2007 às 9h16
Hahahahahahah! Imaginei esse povo PIMBA (Pseudo Intelectual Metido a Besta e Associados) revoltado com sua tira, queimando a cabeça para criar uma vingança para lavar a honra de todos os artistas.
Acho que eles fariam uma HQ assim:
Maitena, Miguel Paiva e no último quadrinho você…
Pronto, agora aquele cara aprendeu!
Hahahah
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14 de fevereiro de 2007 às 14h13
Engraçado que o tal do China não se identifica. E disse: “O trabalho dela não é nenhum engodo trash como quer fazer crêr o autor. A mina tem um trabalho bem consistente como da pra ver no link que o cara postou acima”, referindo-se aos trabalhos visíveis no link http://www.fortesvilaca.com.br/artistas/adriana_varejao/index.html
Um cara desses não tem idéia do que seja desenho ou pintura, deve frquentar o fumaçê do Parque Lage e achar que isso faz dele um artista.
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