O problema de ser autobiográfico é que uma hora você não tem mais nada para contar, a não ser mais do mesmo: bebedeiras, putarias, o-mundo-não-me-entende, eu-sou-terrível. O público suga uma pessoa dessas e depois joga fora.
Nunca li um livro da Bruna Surfistinha. Se for da mesma qualidade que os vídeos que ela atua, vale a pena.
É uma pena também a filha do Dias Gomes não fazer o caminho reverso da Bruna Surfistinha.
Talvez ganhe mais dinheiro na Brasileirinhas do que escrevendo livros.
Comentário por lendari0
14 de maio de 2007 às 14h53
é que a filha do dias gomes não faz muito a linha de puta de semi luxo, ela tá mais para sites de soft core do tipo riot angels, com aquelas tatuagens todas e a carinha triste de uma ema ou indie de shopping, então acho que ela acabaria inovando num filme da brasileirinhas mas se o talendo dela para escrever for semelhante ao talento dela para trepar depois de um tempo iria passar fome, apesar da boca cheia…
Comentário por Bastian Hawkins
14 de maio de 2007 às 15h11
Me lembrou uma tirinha sua do mundinho animal. UMa mina fala q está escrevendo um livro com esses assuntos e q seria uma bomba. Daí o interlocutor diz q seria sim, se fosse na era vitoriana…
Talvez se eu escrever um livro sobre pureza e paz, faça sucesso, não?
Comentário por fabiano morais
14 de maio de 2007 às 17h13
e o pior é que a maioria dessas merdas ainda tem uma puta culpa cristã por trás. do tipo “dava mais que chuchu na serra, era mesmo uma vadia, mas agora saí dessa vida, tenho marido, sete filhos e parei de usar drogas. sou feliz”.
O crítico Alex Antunes disse em entrevista que Sandy e Junior não são pessoas, são sintomas de uma doença e defende os independentes, faz lista de melhores bandas indies, mas o que acho curioso é que o Junior estudou violão e toca melhor que a maioria dos guitarristas indies do Brasil. Bom, o som deles é uma merda sim, mas vale o esforço também, o muleque estudou… e os indies fazem um som preguiçoso e chato e usam pessimamente o português pra fazerem as letras entrarem nas melodias. Ficar lendo Baudelaire e sentindo auto-piedade é muito gostoso e fácil. Existe uma certa infantilidade de gente criada com a avó na cena cultural independente brasileira. As pessoas gostam de coisas simples, que são trabalhadas para serem simples e todo mundo quer saber como o Roberto Carlos perdeu a perna, você sabe o quanto esse livro iria vender.
Comentário por Arnaldo
14 de maio de 2007 às 19h30
Clarah, com certeza, rola inclusive uma certa preguiça de escolher adversário; quando querem nomear alguém supostamente medíocre vão direto em Paulo Coelho e Sandy e Júnior, o que na real dá mais uma idéia da falta de referências desse pessoal do que sobre o tal panorama da mediocridade que grassa no país.
Agora, o referencial do Alex não é bem indie não, antes são cousas esquisitas até para quem escolhe bandas com a parada musical de cabeça para baixo. Na comunidade da Bizz ele é o único representante de uma vertente da crítica que só ele domina – e, às vezes, entende.
E sobre o RC: baixei o livro, hehe. Como disse antes, o que eu escrevo não se escreve…
“A obra da escritora pode ser considerada literatura de consumo com influência da subcultura pop, em ícones como John Fante, Charles Bukowski, Paulo Leminski, Pedro Juan Gutiérrez, Hunter S. Thompson, João Antônio, Lucía Etxebarria, H.L. Mencken, Fiona Apple, Nina Simone, Rolling Stones, Tom Waits e Strokes”.
Hunter Thompson? H.L Mencken? “Literatura de consumo”? Que porra é essa? Não fode…
13 de maio de 2007 às 11h33
Fodah.
Clara Averbuqui fede e escreve muito mal, vide o blog tosco que ela tem.
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13 de maio de 2007 às 20h02
gostei do recado pra averbuk
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14 de maio de 2007 às 0h02
O problema de ser autobiográfico é que uma hora você não tem mais nada para contar, a não ser mais do mesmo: bebedeiras, putarias, o-mundo-não-me-entende, eu-sou-terrível. O público suga uma pessoa dessas e depois joga fora.
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14 de maio de 2007 às 0h42
Nunca li um livro da Bruna Surfistinha. Se for da mesma qualidade que os vídeos que ela atua, vale a pena.
É uma pena também a filha do Dias Gomes não fazer o caminho reverso da Bruna Surfistinha.
Talvez ganhe mais dinheiro na Brasileirinhas do que escrevendo livros.
Valeu!
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14 de maio de 2007 às 14h53
é que a filha do dias gomes não faz muito a linha de puta de semi luxo, ela tá mais para sites de soft core do tipo riot angels, com aquelas tatuagens todas e a carinha triste de uma ema ou indie de shopping, então acho que ela acabaria inovando num filme da brasileirinhas mas se o talendo dela para escrever for semelhante ao talento dela para trepar depois de um tempo iria passar fome, apesar da boca cheia…
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14 de maio de 2007 às 15h11
Me lembrou uma tirinha sua do mundinho animal. UMa mina fala q está escrevendo um livro com esses assuntos e q seria uma bomba. Daí o interlocutor diz q seria sim, se fosse na era vitoriana…
Talvez se eu escrever um livro sobre pureza e paz, faça sucesso, não?
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14 de maio de 2007 às 17h13
e o pior é que a maioria dessas merdas ainda tem uma puta culpa cristã por trás. do tipo “dava mais que chuchu na serra, era mesmo uma vadia, mas agora saí dessa vida, tenho marido, sete filhos e parei de usar drogas. sou feliz”.
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14 de maio de 2007 às 19h03
O crítico Alex Antunes disse em entrevista que Sandy e Junior não são pessoas, são sintomas de uma doença e defende os independentes, faz lista de melhores bandas indies, mas o que acho curioso é que o Junior estudou violão e toca melhor que a maioria dos guitarristas indies do Brasil. Bom, o som deles é uma merda sim, mas vale o esforço também, o muleque estudou… e os indies fazem um som preguiçoso e chato e usam pessimamente o português pra fazerem as letras entrarem nas melodias. Ficar lendo Baudelaire e sentindo auto-piedade é muito gostoso e fácil. Existe uma certa infantilidade de gente criada com a avó na cena cultural independente brasileira. As pessoas gostam de coisas simples, que são trabalhadas para serem simples e todo mundo quer saber como o Roberto Carlos perdeu a perna, você sabe o quanto esse livro iria vender.
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14 de maio de 2007 às 19h30
Clarah, com certeza, rola inclusive uma certa preguiça de escolher adversário; quando querem nomear alguém supostamente medíocre vão direto em Paulo Coelho e Sandy e Júnior, o que na real dá mais uma idéia da falta de referências desse pessoal do que sobre o tal panorama da mediocridade que grassa no país.
Agora, o referencial do Alex não é bem indie não, antes são cousas esquisitas até para quem escolhe bandas com a parada musical de cabeça para baixo. Na comunidade da Bizz ele é o único representante de uma vertente da crítica que só ele domina – e, às vezes, entende.
E sobre o RC: baixei o livro, hehe. Como disse antes, o que eu escrevo não se escreve…
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16 de maio de 2007 às 14h34
Da wikipedia, sobre a tal Averbuck:
“A obra da escritora pode ser considerada literatura de consumo com influência da subcultura pop, em ícones como John Fante, Charles Bukowski, Paulo Leminski, Pedro Juan Gutiérrez, Hunter S. Thompson, João Antônio, Lucía Etxebarria, H.L. Mencken, Fiona Apple, Nina Simone, Rolling Stones, Tom Waits e Strokes”.
Hunter Thompson? H.L Mencken? “Literatura de consumo”? Que porra é essa? Não fode…
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9 de junho de 2007 às 16h14
Esses livros são todos copiados desse site:
http://www.gapethatass.com/
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