21 de junho de 2007 às 17h13
Na torcida

Quase pronto “O Beijo no Asfalto”. A capa – ainda não aprovada – é essa aí de cima. Esse post é pra dar uma força pro Gabriel, que deve estar mandando hoje a arte-final; a idéia da Nova Fronteira é lançar na Flip. Altos corres, mano.
Minha monografia de conclusão de curso se chamou “O jornalista na obra de Nelson Rodrigues” e nela o Amado Ribeiro, coadjuvante em “O Beijo”, era uma das estrelas principais. O cara existia, era colega de jornal do Nelson, e devia ser o filho da puta com mais senso de humor em todos os tempos. Depois de ser retratado como um sensacional canalha na peça e no romance “Engraçadinha”, abraçava o escritor na redação rindo: “Eu sou pior!”
Quadro 205
[Aruba fala ao vizinho com impaciência e um pouco sarcástico tb]
Aruba – Fala, meu chapa!
Vizinho (tímido) – É que.
Quadro 206
[Amado impaciente]
Amado – Desembucha!
Vizinho – Pode fechar o caixão?
Quadro 207
[Segue]
Amado – Mas oh nossa amizade! Agüenta a mão!
Vizinho – Doutor, o corpo está exalando! Exalando!
Quadro 208
[Só Amado no quadro, com sua autoridade de falso policial]
Amado – Vamos fazer o seguinte. Olha aqui, nossa amizade! Manda fechar o caixão! Ordem da polícia! Fecha e toca o bonde! Por minha conta!
12 Comentários








21 de junho de 2007 às 18h43
Bonito isso, hein? Queria tanto ir nessa FLIP :(
Tava querendo fazer alguma coisa sobre o Nelson e a família Rodrigues pra minha monografia, só não sei exatamente o quê. Creio que você me será útil (depois de um emprego, Arnaldo Branco me arrumará um diploma).
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21 de junho de 2007 às 19h55
Espero que saia logo isso aí! Não li e gostei.
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21 de junho de 2007 às 23h08
cara, legal o projeto! tomara que a parada dê certo e você ganhe uma grana com isso aí!
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22 de junho de 2007 às 2h56
foda. deve ter valido a espera.
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22 de junho de 2007 às 12h34
Liv, fiquei entre esse tema do jornalista e sobre o Nelson cronista – praticamente uma Velhinha de Taubaté da ditadura, quando era jogar pra galera falar mal do governo. Como o tema era muito abrangente, fiquei com esse que falei.
E pessoal, palmas para o Gabriel, meu trampo foi relativamente fácil. Ontem ligou um cara da Folha de São Paulo perguntando o porquê de se adaptar Nelson Rodrigues para quadrinhos – não sei se perguntou de forma crítica, mas como um texto de teatro já uma obra em aberto, que espera mesmo ser interpretada, acho only natural. Imagino que não perguntaram para o Jabor porque adaptar Nelson para o cinema…
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22 de junho de 2007 às 14h03
Arnaldinho
orgulho meu … lindo isso. Aguardo a festa de lançamento p/ pegar o seu autografo. Posso azarar as ultimas da fila ?
Liv n let Liv
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22 de junho de 2007 às 14h36
Claro, garotão. Encontrei ontem o Soneca, estava querendo marcar um Hipódromo, vamos nessa?
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22 de junho de 2007 às 20h12
Vamonos.(Leva a Liv).
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23 de junho de 2007 às 18h53
Aproveitando o ensejo, não fosse o iutubi dificilmente teria visto essa pérola:
http://www.youtube.com/watch?v=bg6CTwVwsss
http://www.youtube.com/watch?v=CD64bMg2Iu0
http://www.youtube.com/watch?v=R0Z5QRv6i2Y
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23 de junho de 2007 às 20h55
q classe, arnaldo, detona!
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24 de junho de 2007 às 2h43
“EU QUERO SABER QUEM DESENHOU CARALHINHOS VOADORES NA MINHA PAREDE… HEIN?!!?!? ME RESPONDAM! EU QUERO SABER QUEM DESENHOU CARALHINHOS VOADORES NA MINHA PAREDE?!?!?!?!?!”
“ieu? (sassah mode on)”
hihihih
abrçs
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27 de junho de 2007 às 1h59
Mas que do grande caralho!
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