13 de agosto de 2007 às 19h47
Total Flex
Mais um post multiuso.
1) “Curtindo a morte adoidado”, meu texto (sem revisão e portanto com erros vários, divirtam-se) sobre os 30 anos do desparecimento do Elvis. Ia sair na versão impressa da Bizz, mas como é finita, leiam no site. Não se preocupem, me pagaram pela colaboração…
2) Minha coluna no site da Zé Pereira. Entreguei semana passada, reclamem com o webmaster. E Zé: botar aspas em nome de publicação é muito Manual de Redação e Estilo…
3) Semana que vem – dia 21 (terça) – vai ter a festa de lançamento de “O Beijo no Asfalto” na La Cucaracha (Teixeira de Melo, 31-H, etc etc) – como demoramos a descolar uma data que conciliasse as agendas muito loucas do Gabriel, minha e do Matias, imagino que perdemos o elemento surpresa e vai ser mais difícil constranger os amigos a comprarem o livro. Mas ainda podemos suborná-los com a INACREDITAVEL QUANTIDADE DE BEBIDA E COMIDA que a Nova Fronteira gentilmente cedeu. Sério, a coisa lembra a provisão que o Hunter S. Thompson levou para Las Vegas naquela fatídica viagem. Apareçam ou se arrependam.
4) E os trinta segundos que abalaram o mundo. Um veemente desmentido.
12 Comentários








13 de agosto de 2007 às 20h30
2) Ah, é? Então por que em “O Beijo no Asfalto” está escrito entre aspas no 3)?
A coluna já entrou no ar.
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13 de agosto de 2007 às 20h35
Pq treino é treino, jogo é jogo, Zé. Semana que vem mando finalmente a coluna sobre humor gay. Abs.
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13 de agosto de 2007 às 22h25
Arnaldo, meu querido, já adquiri meu exemplar do Beijo no Asfalto e é coisa fina como suspeitava.
Abração e muito sucesso (mais ainda!)
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13 de agosto de 2007 às 23h29
meu computador tá sem som, mas eu vi q vc faz cachinhos q nem eu ;-)
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14 de agosto de 2007 às 0h11
Arnaldo kick Asses!
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14 de agosto de 2007 às 12h43
Count me in!
Porra, dia desses tava no Laura Alvin, vi o livro na vitrine e quando fui ver dentro da loja, não tinha.
Compro na terça \o/
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14 de agosto de 2007 às 12h44
Ah, sim, e manda o cinegrafista procurar um neurologista URGENTEMENTE que a situação tá complicada ali.
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14 de agosto de 2007 às 12h55
Bom sinal, Liv!
Ah, dá um desconto, o cinegrafista usou um celular – e é o genial artista plástico Rodrigo Linares: http://www.cadernosbrancos.blogger.com.br/
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14 de agosto de 2007 às 13h40
Garotão, uma má e uma péssima notícias: a má é que eu sou o editor; a péssima é que sofri 15 anos de lavagem cerebral no Globo. Perdeu, camaradinha. É o manual do LAG que dita as regras.
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15 de agosto de 2007 às 12h53
Me lembro que há uns anos atrás tive que escrever um texto pra um hot site de festival de filmes do Elvis, falando das teorias múltiplas sobre a não-morte do Rei. Pesquisa divertida de se fazer!
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16 de agosto de 2007 às 15h08
um formalíssimo “parabéns pelo trabalho” de mais uma fã do presença.
ps.: porque ele já é sucesso aqui em fortaleza. rs.
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17 de agosto de 2007 às 19h21
Pô, Tom Jobim não morreu e ninguém fala/escreve mais sobre ele.
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