Comentário por Arnaldo
31 de agosto de 2007 às 19h27
Pro meu gosto, Dig é sensacional – não que Brian Jonestown Massacre ou Dandy Warhols valham o ingresso, mas a mina passou 7 anos com os caras, muito revelador sobre os mecanismos do sucesso (relativo) e fracasso (absoluto) de uma banda.
Parece uma comédia: vc não acredita em como todo mundo trata esse sujeito Anton, vocalista do BJM, como um gênio imortal, quando é um dos caras mais malas já registrados em vídeo – sem contar que as músicas dele NÃO PODEM ser a razão desse julgamento equivocado. Recomendo dicumforça.
Spinal Tap, claro, inspirou várias comédias de documentários fakes e os Stones – embora seja um show em câmera lenta, Gimme Shelter dá de vinte.
Comentário por Guilherme
1 de setembro de 2007 às 12h33
O mais bonito disso tudo é quando algum crítico genial justifica essa merdança explicando que o nosso cinema procura traçar um perfil sócio-étnico-cultural da brasilidade, inserida num contexto mais amplo enquanto identidade.
31 de agosto de 2007 às 16h53
consultoria aleatória: http://www.totemnet.com.br/e_cards/mostra.html -> vale a pena?
também adorei “tropa”, soco no estômago bem dado
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31 de agosto de 2007 às 19h27
Pro meu gosto, Dig é sensacional – não que Brian Jonestown Massacre ou Dandy Warhols valham o ingresso, mas a mina passou 7 anos com os caras, muito revelador sobre os mecanismos do sucesso (relativo) e fracasso (absoluto) de uma banda.
Parece uma comédia: vc não acredita em como todo mundo trata esse sujeito Anton, vocalista do BJM, como um gênio imortal, quando é um dos caras mais malas já registrados em vídeo – sem contar que as músicas dele NÃO PODEM ser a razão desse julgamento equivocado. Recomendo dicumforça.
Spinal Tap, claro, inspirou várias comédias de documentários fakes e os Stones – embora seja um show em câmera lenta, Gimme Shelter dá de vinte.
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1 de setembro de 2007 às 12h33
O mais bonito disso tudo é quando algum crítico genial justifica essa merdança explicando que o nosso cinema procura traçar um perfil sócio-étnico-cultural da brasilidade, inserida num contexto mais amplo enquanto identidade.
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3 de setembro de 2007 às 19h49
Só faltou falar que além de chato pode ser engraçado de ridículo, né?
Luv
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3 de setembro de 2007 às 20h03
Exatamente, honey, como em Araguia a Conspiração do Silêncio…
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4 de setembro de 2007 às 19h19
Hummm
texto bacana, até virei leitor agora da Mal Necessário.
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