OEsquema

Até parece artista

Mal Necessário.

6 Comentários
por: Arnaldo Branco postado em: Coluna tags: ,

6 Comentários

Comentário por Renata Paraguaçu
20 de setembro de 2007 às 20h05

Li teu texto na zepereira sobre bom gosto.
Isto não pode implicar numa censura prévia, gerada por grupos influentes?
Pegando dois artistas cômicos populares já falecidos como exemplo:
o que o lobby gay – que tem grande poder no jornalismo cultural -
acha do Costinha contando piadas de bicha?
Ou o movimento negro vendo o Mussum sendo chamado de ‘grande pássaro’?
Os trabalhos dos dois – entre outros – não correm
o risco de serem varridos pra baixo do tapete por questões extra-arte?

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Comentário por Arnaldo
20 de setembro de 2007 às 20h57

Renata, já foram varridos. Nunca um personagem como o Mussum vai vingar outra vez, embora sejam “perdoados” agora enquanto “homens de sua época”; assim como a humanidade foi perdoada por um dia ter achado graça nos ministrel shows – mas agora chega.

O Politicamente Correto considera o tempo em que não havia patrulha sobre a arte como uma espécie de Idade Média – quando para mim (e acredito que pra vc também), a Idade Média é agora.

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Comentário por Luiz Castro
21 de setembro de 2007 às 9h11

O texto da Zé Pereira era sobre arte, a discussão caiu pra televisão?
Era engraçado ver o Mussum sendo chamado de Grande Pássaro no domingo, mas imagine
quantas crianças negras não tinham que ouvir gracejos semelhantes de segunda à sexta,
por conta da influência da TV?

Censura prévia é algo indesejável, mas a televisão entra na casa das pessoas, não dá pra
ignorar o impacto social dela.
Ainda mais num programa voltado para o público infantil, no horário de domingo às 19:00.

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Comentário por Arnaldo
21 de setembro de 2007 às 9h52

Acho Mussum mais artista que muito auteur por aí…

Bem, milhares de crianças negras viam os Trapalhões – lembrar que na época tínhamos 5 canais e a Globo mantinha uma média geral de 60% de audiência. Talvez seja o caso de perguntar a elas.

Acho que superestimam a inflência (nefasta ou positiva) da TV. E subestimam a capacidade de julgar, inclusive das crianças. O Politicamente Correto é contra o livre arbítrio.

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Comentário por pqp
21 de setembro de 2007 às 13h00

ainda bem que o arnaldo não tá nem aí pro nefasto politicamente correto, caso contrário, não criaria o super massa capitão presença (mesmo este sendo “baseado” num cara real): sobre a tal co-responsabilidade da classe média na existência do tráfico de drogas no rio e suas conhecidas conseqüências: essa tese é defendida no filme “tropa de elite”…

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Pingback por Eles sabem o que é melhor pra você « comoeueratrouxaaos18anos
4 de janeiro de 2011 às 21h13

[...] Saiu um texto do Arnaldo Branco na Zé Pereira – http://revistazepereira.com.br/node/45  – que suscitou uma discussão interessante – http://www.oesquema.com.br/mauhumor/2007/09/19/ate-parece-artista.htm [...]

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