28 de setembro de 2007 às 10h36
Mais filmes fascistas, menos filmes inócuos
Sei que Tropa de Elite é um assunto que já está fazendo a curva, mas é o tema do Mal Necessário da semana.
26 Comentários
Sei que Tropa de Elite é um assunto que já está fazendo a curva, mas é o tema do Mal Necessário da semana.
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28 de setembro de 2007 às 11h21
Cara, é um filme policial com toques de comédia e surrealismo (para o estrangeiro que não conhece a PM,lógico).A parte do quartel é hilária; mal comparando, lembra as discussões imbecis dos personagens de um Tarantino das antigas.”Essa pica não é mais minha, é do aspira”.”essa porra tem carburador ou não, caralho”?”Corpo na praia é afogamento, você é legista?”
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28 de setembro de 2007 às 12h20
“Índia é o caralho, faca na caveira!”
“Bota na conta do papa”
E diz o Padilha que a torcida do Flamengo cantou “01, pede pra sair” quando o Souza perdeu o pênalti contra o Botafogo…
Fui em um debate com os atores e o produtor – e o André Ramiro, o Matias, reclamou que o mediador tinha esquecido de apresentar um dos caras do elenco (não tinha). O produtor estendeu o celular para o cara, que segurou nele institivamente, e mandou de primeira: “tá dormindo? Então segura a granada”.
Já é um clássico.
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28 de setembro de 2007 às 19h21
Tenho acompanhado as colunas, desde as da Bizz.
Muito bom, Arnaldo.
Abraço
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28 de setembro de 2007 às 22h06
Uma verdadeira fábrica de frases de efeito. Quero ser assim quando eu crescer.
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29 de setembro de 2007 às 19h00
Pois é , Arnaldo, aquilo (post sobre o infinito) era uma despedida sim… tava sem tempo, sem saco, aquelas coisas de blog.
Mas recentemente voltei a atualizar e inclusive com dois posts citando você!! Sobre Tropa de Elite e tal e tambem elogiando a cob ertura que a Ze Pereira ta fazendo do festival do Rio.
Insistiram tanto nisso que voltei a postar, embora continue sem tempo e saco e outras coisas, ou seja, sem escrever tanto quanto antes e mais linkando para outras coisas.
Basicamente, no momento, é porque to trabalhando muito no Festival Internacional de Quadrinhos.
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29 de setembro de 2007 às 21h06
melhor filme brasileiro sei lá desde quando (tá, isso não é mérito tão grande).
MAS…
praticamente inventou um novo gênero: o policial de guerra. Eu, pelo menos, nunca tinha visto um.
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30 de setembro de 2007 às 9h47
Eu li, Ricky, bacana! O FIQ promete, estou pensando em ir!
Exatamente, Andre.
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1 de outubro de 2007 às 16h23
Uma maldiçãozinha sempre cai bem. Ainda mais com bebida.
Obrigado
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1 de outubro de 2007 às 18h12
Só agora me interessei de me informar sobre esse filme na internet e tô bastante curioso. Só as frases que leio são ótimas. Espero que esteja no nível daquelas do sargento (ou tenente, sei lá) do “nascido para matar”.
Só que tô na maior preguiça de comprar o pirata (mas acho que vou pedir emprestado que não tô afim de enfrentar fila e público de cinema).
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1 de outubro de 2007 às 18h17
Só agora me interessei de me informar sobre esse filme na internet e tô bastante curioso. Só as frases que leio são ótimas. Espero que esteja no nível daquelas do sargento (ou tenente, sei lá) do “nascido para matar”.
Só que tô na maior preguiça de comprar o pirata (mas acho que vou pedir emprestado que não tô afim de enfrentar fila e público de cinema).
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2 de outubro de 2007 às 1h50
Maconheiro ofendidinho com as cenas de maconheiro apanhando de policial e sendo responsabilizado pelo financiamento do tráfico e com desgosto de ver o público aplaudindo isso tudo:
- Waaaaa! Waaaa! Platéia Gay jogadora de Counterstrike politicamente correta e com baixa habilidade cognitiva e sem noção!
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2 de outubro de 2007 às 1h51
Maconheiro ofendidinho com as cenas de maconheiro apanhando de policial e sendo responsabilizado pelo financiamento do tráfico e com desgosto de ver o público aplaudindo isso tudo:
- Waaaaa! Waaaa! Platéia Gay jogadora de Counterstrike politicamente correta e com baixa habilidade cognitiva e sem noção!
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2 de outubro de 2007 às 7h47
Postei no Blog do Sieber: “Gunnar: concordo com vc. Mesmo que o álcool e o tabaco se tornassem ilícitos, até parece que haveria uma diminuição significativa do consumo dessas drogas. Essa tese de culpar o consumidor final pela existência do tráfico é simplista. O maior problema é a perpetuação da ilegalidade de certas drogas como a maconha e a cocaína, fator principal para a existência do tráfico e suas nefastas conseqüências…”
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2 de outubro de 2007 às 9h44
Capitão Ausência: Comentarista analfabeto funcional (só você não entendeu que achei o filme foda) e covarde comenta anonimamente!
Já vi esse filme. Doeu-se, cuzão?
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2 de outubro de 2007 às 11h07
Ahahahah! Estava esperando um cartun seu sacaneando os fãs do filme.
Achei que não ia, mas valeu por ter publicado a minha gozação, Arnaldo!
Mas a questão não é bem achar o filme foda. Vocês acham ruim a repressão ao tráfico mas não falam nada ou falam bem pouco da repressão aos demais fumantes e outras repressões idiotas.
E se legalizasse como é que iam poder liberar o comércio para um monte de bandidos cheios de crimes nas costas?
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2 de outubro de 2007 às 12h10
Por que motivo teria que me posicionar sobre qualquer repressão?
Não sei se você está fazendo muito esforço para não entender ou se isso é um talento natural…
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2 de outubro de 2007 às 14h27
É um talento natural que eu tenho mesmo, Arnaldo!
E fui bastante ajudado pela forma oblíqua com que você escreveu: começando pelo parágrafo avulso, passando pela parte que diz que a platéia (culpada de ser classe média) é boiola e acha o Wagner Moura gostoso e, finalmente, terminando nos 3 parágrafos dizendo que a platéia espectadora é burra e o filme, incompreendido.
“O filme é ótimo, mas essa platéia burra de classe média não entendeu e aplaudiu pelos motivos errados.” Certo?
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2 de outubro de 2007 às 15h08
Não, disse que gritar “caveira!” é viadagem, assim como comentar anonimamente. O filme é bom pra caralho, mas é um filme e não um reclame de alistamento. Se vc não sabe, o Capitão Nascimento não existe…
Mas as inscrições para o Bope estão abertas, cara. Vai lá, daí vc vai poder gritar com mais propriedade.
Engraçado neguinho se sentir doído e defender a classe média como se fosse um time… de qq forma, vale o que escrevi, sua audiência e de alguém inteligente contam o mesmo, volte sempre.
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2 de outubro de 2007 às 15h50
Obrigado pela hospitalidade, Arnaldo!
Pelo jeito, você se coloca fora da classe média.
Você reconhece que não é um time, mas falta você explicar por que você se dói tanto contra a classe média para falar que ela quer chupar os policiais.
Não é nas favelas que estão pagando as milícias de policiais fora do expediente para darem proteção às comunidades e expulsarem os traficantes? Ou será que a classe média no seu entender também inclui aquelas comunidades?
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2 de outubro de 2007 às 16h20
Engraçado esse esprit de corps. Se vc critica qualquer segmento da sociedade passível de críticas como todos, sempre são os mais medíocres que vestem a carapuça, como comentaristas anônimos de blog.
Se vc diz por exemplo que o jornalismo é uma merda, o jornalista decente tende a concordar – ele sabe que é melhor que a média. Mas se vc gosta dessa definição “classe média” para se situar no mundo, problema seu.
A milícia cobra proteção, como o governo impostos. Mas não estou defendendo os favelados não, idiota tem em tudo que é canto, na internet mormente…
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2 de outubro de 2007 às 17h09
Obrigado pela réplica!
Arnaldo, você sempre escolheu a classe média para malhar e não é de hoje. Quem escolheu essa definição e tem usado como se classe média fosse um time foi você.
“Qualquer segmento da sociedade é passível de críticas como todos”, certo, mas você até agora só chamou a classe média de boiola. Isso é apenas um desabafo. Cadê a crítica? O que a tal classe média está fazendo errado na sua opinião?
Você está evitando a questão. Por que não destampa esse bandaid e mostra essa ferida de uma vez? Por que você se dói tanto contra a classe média?
E por que você considera esses favelados como idiotas? Só por pagarem pelo serviço que o estado não provê e que finalmente livraram eles dos traficantes?
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2 de outubro de 2007 às 17h23
Por sua causa, caro anônimo. A classe média é o Botafogo das classes sociais, chorões para caralho.
Considero a Humanidade idiota, pobres ricos e remediados, com exceções que confirmam a regra. Vc faz parte da regra, claro. Abs.
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2 de outubro de 2007 às 18h35
Mais parece é que o tal choro da classe média é o único que o incomoda. No que consiste esse choro?
Fala sério. Você não sentiu raiva de ver o tal “time botafoguense da classe média boqueteira de polícia” aplaudindo as cenas de maconheiro apanhando do policial e sendo responsabilizado pelo financiamento do tráfico?
Então toda a humanidade é idiota e você se considera uma exceção. Enfim, todas as suas queixas contra a classe média, no final, não passam de um narcisimo?
Pô, decepcionante!
Afinal de contas o que você faz que é tão diferente assim de todo o mundo?
Agradeço a resposta!
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2 de outubro de 2007 às 19h20
O sistema do gardenal avisa toda vez que alguém comenta e venho aqui aprovar. A sua desculpa eu desconheço. O que faço de diferente? Pra começar não reclamo. Mas me diz vc, que volta aqui direto…
Talvez a classe média seja mais reclamona pq tem mais acesso a caixas de comentários, quem sabe a inclusão digital vire esse jogo ;)
You´re welcome, continue exercendo sua vocação para o anonimato.
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2 de outubro de 2007 às 22h06
A minha desculpa é que hoje as coisas estão meio paradas e eu estou entediado.
Ao mesmo tempo, fiquei curioso para saber do que a classe média está reclamando e que você acha que não deveria reclamar.
Valeuzis!
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3 de outubro de 2007 às 14h31
Valeu, Arnaldo!
Foi mal aí a sacanagem, é que eu tava entediado mesmo!
Eu vou parar de encher o saco e ver se consigo comprar os seus livros pela internet (se tivesse no Rio ia lá na Cucaracha mesmo) e prestigiá-lo, afinal tenho lido e me divertido com seus cartuns há mais de 3 anos.
Agora vou fazer jus ao meu pseudônimo, farewell!
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