Comentário por Marcos
25 de outubro de 2007 às 3h49
Sempre que eu vejo as faculdades de Comunicação lotadas de adolescentes idealistas, digo que a culpa é do Clark Kent. Ele faz a molecada acreditar que vai poder passar semanas apurando uma pauta e ganhar a primeira página do Planeta Diário.
Mas a escolha da profissão, agora que você comentou, parece óbvia. Super-heróis precisam justamente de um trabalho que não exija sua atenção e sua inteligência, que assim ficam preservadas para o combate aos supervilões.
Comentário por metaleiro
26 de outubro de 2007 às 22h17
Fui na formatura de Jornalismo de minha cunhada.Homenagearam os professores, os funcionários, os pais, Deus e até o Povo Brasileiro.O que discursou na homenagem ao Povo falou em justiça social, distribuição de renda e reforma agrária.Pensei com meus botões (argh, como sou velho!):Esse vai trabalhar no valor Econômico, caderno de Finanças.Como era na UFF, a formatura incluía a de Cinema.Estes deverão estudar bastante o Código Tributário, essencial para a função de cineasta.Já os de Publicidade: as gostosas têm futuro, os homens vão me encher o saco tentando me vender anúncio no Globo Barra.
Comentário por dennis
28 de outubro de 2007 às 18h24
“A diversidade de idéias costuma confundir nossos bravos operários da palavra, que preferem suas próprias versões do fato não importa o quanto você tente oferecer a sua”
Versões deles nada, do veículo, man. Ao menos comigo é assim, meu texto sempre entra na faca. Depois sobra pra se explicar com a fonte.
Comentário por Bruno
30 de outubro de 2007 às 16h08
A idéia de um superherói trabalhar como jornalista, ao menos para o Super-Homem, é que ele trabalhando em um jornal, estaria em vantagem, sabendo das notícias em “tempo real”. Alem disso, dava para sumir no meio do expediente para combater o crime/deter a invasão da galáxia X e usar a desculpa que estava apurando fatos, checando fontes etc.
Já o Pete Parker é um pulha mesmo. Ele inventa as notícias (pega ladrão de banco, se pendura pela cidade, briga com o Kraven etc.) e tira fotos de si mesmo para vender ao Clarim Diário…
Comentário por João Porto
12 de novembro de 2007 às 15h42
Seu argumento pode até ser divertido, mas não se deve generalizar as atitudes de uma classe profissional por um ou outro veículo tendencioso que paga nossos salários.
Realmente é muito chato ser entrevistado por pessoas que mal sabem o que você faz, mas quero ressaltar que nem todos os jornalistas são assim.
Na academia os jornalistas são treinados para contar fatos com artifícios técnicos respeitando os conceitos básicos da ética profissional.
Nem sempre o que circula na grande imprensa é jornalismo, mas generalizar os profissionais como pulhas é uma afirmação capciosa.
Sei que o humor tem dessas coisas… “O humor tende a ser anarquista”.
Mas como diz um ditado “Pimenta nos olhos dos outros é refresco!”
25 de outubro de 2007 às 3h49
Sempre que eu vejo as faculdades de Comunicação lotadas de adolescentes idealistas, digo que a culpa é do Clark Kent. Ele faz a molecada acreditar que vai poder passar semanas apurando uma pauta e ganhar a primeira página do Planeta Diário.
Mas a escolha da profissão, agora que você comentou, parece óbvia. Super-heróis precisam justamente de um trabalho que não exija sua atenção e sua inteligência, que assim ficam preservadas para o combate aos supervilões.
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25 de outubro de 2007 às 13h31
hoje eu sou feliz por não ter passado pra jornalismo e ter ido parar em letras…
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25 de outubro de 2007 às 14h00
Arnaldo, vc é ótimo.
Textos curtos engraçados e com conteúdo, excelente síntese! Lembram os quadrinhos do Dahmer…
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26 de outubro de 2007 às 22h17
Fui na formatura de Jornalismo de minha cunhada.Homenagearam os professores, os funcionários, os pais, Deus e até o Povo Brasileiro.O que discursou na homenagem ao Povo falou em justiça social, distribuição de renda e reforma agrária.Pensei com meus botões (argh, como sou velho!):Esse vai trabalhar no valor Econômico, caderno de Finanças.Como era na UFF, a formatura incluía a de Cinema.Estes deverão estudar bastante o Código Tributário, essencial para a função de cineasta.Já os de Publicidade: as gostosas têm futuro, os homens vão me encher o saco tentando me vender anúncio no Globo Barra.
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27 de outubro de 2007 às 18h18
Te linkei no blog do Pedro Doria, OK?
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28 de outubro de 2007 às 18h24
“A diversidade de idéias costuma confundir nossos bravos operários da palavra, que preferem suas próprias versões do fato não importa o quanto você tente oferecer a sua”
Versões deles nada, do veículo, man. Ao menos comigo é assim, meu texto sempre entra na faca. Depois sobra pra se explicar com a fonte.
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29 de outubro de 2007 às 12h33
Não no meu caso, Dennis. Só dou entrevistas inofensivas sobre quadrinhos, nada que os editores tenham muito interesse em censurar…
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30 de outubro de 2007 às 16h08
A idéia de um superherói trabalhar como jornalista, ao menos para o Super-Homem, é que ele trabalhando em um jornal, estaria em vantagem, sabendo das notícias em “tempo real”. Alem disso, dava para sumir no meio do expediente para combater o crime/deter a invasão da galáxia X e usar a desculpa que estava apurando fatos, checando fontes etc.
Já o Pete Parker é um pulha mesmo. Ele inventa as notícias (pega ladrão de banco, se pendura pela cidade, briga com o Kraven etc.) e tira fotos de si mesmo para vender ao Clarim Diário…
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12 de novembro de 2007 às 15h42
Seu argumento pode até ser divertido, mas não se deve generalizar as atitudes de uma classe profissional por um ou outro veículo tendencioso que paga nossos salários.
Realmente é muito chato ser entrevistado por pessoas que mal sabem o que você faz, mas quero ressaltar que nem todos os jornalistas são assim.
Na academia os jornalistas são treinados para contar fatos com artifícios técnicos respeitando os conceitos básicos da ética profissional.
Nem sempre o que circula na grande imprensa é jornalismo, mas generalizar os profissionais como pulhas é uma afirmação capciosa.
Sei que o humor tem dessas coisas… “O humor tende a ser anarquista”.
Mas como diz um ditado “Pimenta nos olhos dos outros é refresco!”
Abraços.
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12 de novembro de 2007 às 16h03
P: O que o português disse no show do Ary Toledo?
R: Não bamos a generalizaire…
Abraço!
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