13 de março de 2008 às 16h08
Aposentadoria compulsória
Well, março foi a última colaboração minha e do Leo com a Sexy – não sei se foi só para consolar que disseram que não fomos demitidos por incompetência, mas por reengenharia. Aqui está a desova das últimas edições. Não sei qual será o futuro do Joe Pimp, agora que seu nada pró-ativo desenhista não tem mais nenhuma desculpa pra fazer as tiras. Finalmente entendo todas aquelas piadas do Pasquim e da Chiclete com Banana sobre os cartunistas mineiros…
Mas como tudo na minha vida (como naquele episódio do Seinfeld) tende ao empate, começo em abril uma coluna na última página da revista da NET (Monét ou Mônet? Nunca soube). O título é “Histórias (Inventadas) da Televisão” – são episódios mentirosos que teriam acontecido paralelamente a grandes eventos da história da TV. O conceito não é meu, mas acho que grampeei a idéia direitinho. Fé em Deus e até a próxima!











13 de março de 2008 às 19h04
velho, tu eh mto foda!
eu não conhecia teu trampo, eu criei hoje um blog pra publicar minhas tiras imbecis e acabei achando seu site por acaso! fiquei mais de 3 horas vendo suas tiras!
o preza é o personagem mais foda que eu ja vi, definitivamente.
como tu fazes pra colorir tuas tiras, velho?
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13 de março de 2008 às 19h06
velho, tu eh mto foda!
eu não conhecia teu trampo, eu criei hoje um blog pra publicar minhas tiras imbecis e acabei achando seu site por acaso! fiquei mais de 3 horas vendo suas tiras!
o preza é o personagem mais foda que eu ja vi, definitivamente.
como tu fazes pra colorir tuas tiras, velho?
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13 de março de 2008 às 19h13
A segunda já tinha rolado com desenho seu, não?
:*
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14 de março de 2008 às 0h51
Baldinho de tinta do Photoshop, Marcus. Se bem que essas de cima quem desenha é o Leo, mas deve usar o mesmo método.
Já, Liv, no Diário da Manhã de Goiânia, devo ter reproduzido nos finados arquivos de 2005…
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14 de março de 2008 às 15h11
Essa do eu tenho um pênis de 34cm é crássica. Equivale ao feminino “sou muito sensível e gozo em qualquer lugar, inclusive elevadores e ônibus, socorro, aiúto!”. As pessoas não têm noção de que as outras vão sacar a esperteza…?
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14 de março de 2008 às 21h34
Uma pena! Gosto mesmo do Joe Pimp. Mas, já que o empate é um bom resultado, tenho certeza que a coluna na Monet (seja lá qual for a pronúncia) vai ser ótima. Gosto muito das coisas que faz.
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14 de março de 2008 às 23h09
porra, sexysta é ducaralho! Acho genial o Joe, mas ja tive o impacto comico nas F com ele. O desenho tá mais acabado, mas a primeira olhada, no teu traço tosco, foi mais marcante. Parcerias entre tu e o leo devem continuar, mesmo que so pra postar em blog
abs
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15 de março de 2008 às 14h15
Fala, Arnaldo! Seguints, sou redator do Casseta & Planeta e a gente quer trocar umas idéias sobre animações para o programa. Adaptar umas tiras…Não achei seu e-mail por aqui, por isso escrevi nos comentários. O meu e-mail é: haroldo.harold@gmail.com. Vamo marcar essa conversa!
Abs!
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16 de março de 2008 às 20h31
Arnaldo, meu bom, preciso do seu e-mail. Quanto mais cedo, melhor. Mando pro e-mail que tá aqui neste comentário.
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17 de março de 2008 às 13h08
Eu poderia abrir as portas da minha embarcação lá pro Joe, mas acho que a falta de mulher pra gigolar (afinal as meninas de Millicent ficam é no porto), a escassez de dólares (o soldo são duzentos gramas de pistache por semana e só) e a ameça de escorbuto não seriam atributos exatamente vendáveis. Sem falar na brusca queda de audiência que ele passaria a experimentar.Hm. Melhor não. :-)
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1 de abril de 2008 às 11h46
300.000 vezes por dia e nenhuma destas é um homem. Gozado não?
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1 de abril de 2008 às 13h33
Aí é que seria um milagre, mané.
Um post do Soares Silva pra você
http://soaressilva.wunderblogs.com/
Mulheres
Existem coisas que as pessoas escrevem para causar uma reação, mas às vezes existem coisas, como a que vou escrever agora, que não são escritas para causar reação nenhuma, mas porque o pensamento ocorreu quando a pessoa estava sozinha e quieta e tal.
E por que esse pensamento não seria escrito, mesmo sem nenhuma argumentação o defendendo? Talvez as pessoas tenham a curiosidade de saber que pensamento é esse que surgiu na sua cabeça com tanta convicção. E o pensamento que tive agora pouco enquanto tomava café com leite às quatro da manhã é que, Jesus Cristo, como os homens feministas são gays.
Não tenho uma argumentação por trás disso, é só uma certeza instintiva. E, quer saber, o seu feminismo nem vai fazer com que as mulheres gostem de você. Talvez elas o achem tão maternal que acabem dormindo enrodilhadas em você, inconscientemente sugando os seus mamilos na esperança de que saia leite em algum momento da noite, mas isso é o máximo de ação que você vai conseguir.
Um dos momentos mais reveladores da minha vida aconteceu quando saí com um amigo para ir ver o São Paulo Fashion Week, anos atrás, e tínhamos passes para ir nos bastidores ver as modelos e tudo. No carro a caminho de lá, quando estávamos só eu e ele, eu falei bem das mulheres de modo geral e ele disse: “Cara, pode ser até verdade, mas uma coisa que eu aprendi sobre as mulheres é nunca falar bem de mulher. Mulher odeia mulher. Você tem que falar mal de mulher, porque elas sempre acham que são a exceção e adoram que você fale mal de mulher. Pelo menos as mais inteligentes, as burras e as malucas não contam.”
Não acreditei, embora essas palavras tenham o tom imediatamente reconhecível da sabedoria perene. Alguns minutos depois estávamos numa sala lá do prédio, acho que era no Ibirapuera, cercados de modelos e tal, e o meu amigo começou a reclamar de como mulher dirige mal. As mulheres ouviam sorrindo. Deliciadas, old boy. Ele imitando uma mulher dirigindo, fazendo gestos estabanados e mímica de quem passa batom, e elas gargalhando, as pupilas aumentadas de pura atração sexual animalesca.
Eu, como um cretino, disse que discordava, e citei um estudo bobo qualquer sobre seguros cobrarem menos de mulheres motoristas ou algo assim. Imediatamente duas mulheres indignadas quase gritaram que o estudo devia ser mal-feito e que mulher dirige muito mal mesmo, vixe, embora elas mesmas dirigissem bem.
Tive medo que me unhassem. Nunca mais falei bem de mulher. No início eu tinha que me forçar para falar mal de mulher – você vai ter que se forçar também – mas com o tempo foi ficando mais fácil, e mais gostoso.
A verdade é que talvez exista um mercado para garotos feministas que andam descalços e tocam violão e falam bem de mulher e choram bastante, mas é um mercado restrito, e no fundo elas não te respeitam, Cauê (ou “Duda”, “Dudinha” etc). Portanto, vê se aumenta um pouco o seu nível de testosterona e passa a falar mal de mulher, feito homem.
Além de ter a vantagem adicional de ser verdade, funciona. E, como disse o meu amigo, as burras e as malucas não contam.
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