23 de setembro de 2008 às 13h21
Think different
Matias – e mais uns oitocentos mil blogueiros – escreve de novo sobre a guerra de comerciais da Microsoft contra a Apple, em favor da última, assim como os oitocentos mil. Bem: são empresas, azar se uma é mais ou menos monopolista – pergunta se os carinhas do departamento financeiro de qualquer uma delas são estimulados a pensar diferente. Quase torço para descobrirem que o Steve Jobs usa trabalho escravo de programadores júnior em sweat shops na Indonésia pra lua de mel acabar…
Bruno fala sobre Mallu Magalhães. Bem, o mais perto que cheguei de um show da mina foi ouvir a passagem de som, do lado de fora do Circo Voador: a música era Beth Balanço. Pensei na hora, essa mina é a nova Cássia Eller – no que isso tem de pior, um veículo semiacústico pra poesia beat de araque. Só que a Cássia Eller era uma artista, evidentemente feita para o palco – e o que os que gostam da Mallu parecem curtir nela é alguma espécie de inadequação bonitinha. Quem viu um show inteiro fala da coisa como um Evento do Bem, com a platéia torcendo, exatamente como em um sarau, ou show de calouros. As músicas próprias são muito subproduto de folk, e longe de mim cobrar crédito de rua para alguém, mas “atirei em um cara lá em Reno só pra ver ele morrer” com voz de Rock-a-bye baby é muita suspensão da descrença. Mas claro que ela vai longe, comigo na direção oposta.
Mini faz a resenha em tempo real de um livro do Henry Jenkins sobre convergência. Vale uma lida, até porque sou muito binário para entender ou explicar. ;)
12 Comentários








23 de setembro de 2008 às 13h47
“Pensei na hora, essa mina é a nova Cássia Eller – no que isso tem de pior, um veículo semiacústico pra poesia beat de araque.”
È por essas que sou seu fã!
Preconceito musical rules!
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23 de setembro de 2008 às 13h56
Boa arnaldo, tambem nao entendo esse oba oba com a tal da Malu, realmente ta todo mundo torcendo como num show de calouros.
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23 de setembro de 2008 às 15h55
supressão da descrença de cu eh rola
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23 de setembro de 2008 às 18h38
nossa, que alívio saber que não sou a única que não entende todo o sucessão da mallu. não vejo nada demais no som dela. na voz. sinceramente.
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23 de setembro de 2008 às 21h38
Salvou a pátria, Arnaldo. Que a molecada curta Mallu como ‘alguém-nerd-que-não-viveu-a-infância-como-deveria-como-eu’, tudo bem, mas esses marmanjos torcendo por ela beiram a pedofilia. Daqui a pouco o termo folk não passa mais por esses filtros anti-pornografia.
Abraços.
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24 de setembro de 2008 às 2h14
Na verdade não é supressão de descrença, é plágio do Cash mesmo.
Peloamor. E incidentalmente as pessoas competem doidamente pra trabalhar na ‘sweatshop’ da Nike no sudeste da Ásia, por exemplo. É bem melhor que labutar no campo debaixo de sol. :-)
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24 de setembro de 2008 às 7h27
Não é plágio, é a versão em inglês. Deve ser pq o termo é na real suspensão da descrença http://grandeplano.blogspot.com/2004/04/sobre-suspensa.html , estava de ressaca qdo escrevi esse supressão…
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24 de setembro de 2008 às 19h21
Pra mim, essa Mallu é tão bonitinha quanto a Jodie Foster naquelas comedinhas que já nasceram gastas do início da sua adolescência. Nem chega a ter o encanto de Taxi Driver.
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25 de setembro de 2008 às 11h50
arnaldo, chorei aqui com o seu comentário sobre a mallu. finalmente vejo alguém mandando a real em seu blog, e não sendo por picuinha ou invejinha, mas simplesmente por ser a real.
abs
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26 de setembro de 2008 às 16h27
Pelo menos o Steve Jobs dava festas na praia e distribuía ácido pra galera…
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26 de setembro de 2008 às 16h33
Pra mim ele nunca distribuiu, entonces fuck him. É a mesma parada neguinho que tenta livrar o Bill Gates pq é o maior filantropo do planeta.
Parece neguinho que chama vagabunda de namorada…
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29 de setembro de 2008 às 9h53
E ganhar dinheiro agora é crime ?? Admiro o cara por ser talentoso e ter inventado a roda mesmo (vulgo programação visual). Caguei pra briga das empresas, não me afeta em nada. Mas o cara é foda.
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