Comentário por Nunes
13 de janeiro de 2009 às 7h55
Disse e repito: Melhor mundinho animal de todos, empatado com a família de porquinhos (pirataria), o mendigo que invade o recital e a bolsa de colostomia do Zé Celso.
linda. E nessa história da meia-entrada parece vamos nos foder de novo, acho bem interessante isso. Aqui em São Paulo já tem lugar que vende apenas 30% das entradas com disponibilidade de meia entrada, como se desse para fiscalizar, e como se não fosse ilegal também.
Comentário por Arnaldo Branco
14 de janeiro de 2009 às 13h38
Você já financia os espetáculos, através das leis de incentivo a cultura, mané. O repasse tem mais a ver com a margem de lucro do que com o sustento dos pobres artistas.
Comentário por nikolai
14 de janeiro de 2009 às 17h41
Não tô falando de sustento de artista e sim de privilégios. Se a briga é por mais transparência no repasse e contabilidade das leis de incentivo, concordo contigo, vamos nessa. A tira fala muito bem sobre esse tema.
Agora, o comentário foi uma resposta ao camarada que comentou aí em cima reclamando do limite de 30% de meia entrada. Não acho justo que uns paguem 100 enquanto eu tenho que pagar 200 pelo ingresso (citando o caso do Radiohead, por exemplo).
Assim como não acho justo que procuradores do Ministério Público tenham vaga cativa no centro enquanto outros têm que pagar 15 paus num estacionamento.
O nome disso é privilégio. Do jeito que está, a lei da meia entrada me impede de ir a um bocado de shows, porque não dá pra tirar 60, 100 pratas do bolso por semana. No final das contas, independente da questão do sustento ou lucro do artista, tô financiando ingresso dos outros.
Por isso concordo com a política do Circo, por exemplo, que também dá meia entrada para quem leva alimento ou livro, cobrando, no final das contas, o mesmo preço de todos.
A indingação, neste caso, está voltada para os estudantes que voltam suas baterias unicamente para a defesa da meia entrada. Por que não pedir mais transparência e um preço mais justo para todos?
12 de janeiro de 2009 às 22h22
Faço qualquer coisa pra matar o Gerald Thomas….
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13 de janeiro de 2009 às 2h54
nossa, essa foi uma paulada no dente!!
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13 de janeiro de 2009 às 7h55
Disse e repito: Melhor mundinho animal de todos, empatado com a família de porquinhos (pirataria), o mendigo que invade o recital e a bolsa de colostomia do Zé Celso.
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13 de janeiro de 2009 às 13h23
O da bolsa de colostomia é clássico. Eu curti o dos sintomas do fracasso..
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13 de janeiro de 2009 às 14h26
Muito bom mesmo, hahahaha… Mas esse do mendigo é foda: http://g1.globo.com/Noticias/Quadrinhos/0,,MUL258432-9662,00-MUNDINHO+ANIMAL.html
Arnie, quando é que vai rolar um livro?
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13 de janeiro de 2009 às 19h27
linda. E nessa história da meia-entrada parece vamos nos foder de novo, acho bem interessante isso. Aqui em São Paulo já tem lugar que vende apenas 30% das entradas com disponibilidade de meia entrada, como se desse para fiscalizar, e como se não fosse ilegal também.
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14 de janeiro de 2009 às 13h33
Fim da meia entrada já!
Não sou obrigado a financiar ingresso de marmanjo!
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14 de janeiro de 2009 às 13h38
Você já financia os espetáculos, através das leis de incentivo a cultura, mané. O repasse tem mais a ver com a margem de lucro do que com o sustento dos pobres artistas.
Calibra aí a sua indignação.
Responder
14 de janeiro de 2009 às 17h41
Não tô falando de sustento de artista e sim de privilégios. Se a briga é por mais transparência no repasse e contabilidade das leis de incentivo, concordo contigo, vamos nessa. A tira fala muito bem sobre esse tema.
Agora, o comentário foi uma resposta ao camarada que comentou aí em cima reclamando do limite de 30% de meia entrada. Não acho justo que uns paguem 100 enquanto eu tenho que pagar 200 pelo ingresso (citando o caso do Radiohead, por exemplo).
Assim como não acho justo que procuradores do Ministério Público tenham vaga cativa no centro enquanto outros têm que pagar 15 paus num estacionamento.
O nome disso é privilégio. Do jeito que está, a lei da meia entrada me impede de ir a um bocado de shows, porque não dá pra tirar 60, 100 pratas do bolso por semana. No final das contas, independente da questão do sustento ou lucro do artista, tô financiando ingresso dos outros.
Por isso concordo com a política do Circo, por exemplo, que também dá meia entrada para quem leva alimento ou livro, cobrando, no final das contas, o mesmo preço de todos.
A indingação, neste caso, está voltada para os estudantes que voltam suas baterias unicamente para a defesa da meia entrada. Por que não pedir mais transparência e um preço mais justo para todos?
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