14 de janeiro de 2009 às 17h37
Obra em progresso
O texto sobre o Obama saiu depois de uma garrafa de tequila. Are my methods unsound?

Imagem pelo pessoal do Baile Curinga; acabou virando camiseta (tenho uma, claro). Vai vender na La Cucaracha, Teixeira de Melo 31-H, Ipanema. Ou sei lá, perturbem os caras.
Obama é melhor que o Eto’o
O presidente anterior era odiado, o atual herdou uma crise bizarra e sua Potência está ameaçada. Vasco? Estados Unidos – o Vasco já passou da fase da ameaça. É, Obama, eu não queria estar na sua pele. Opa.
A eleição do cara foi a coisa mais importante de 2008, mas a concorrência era fraca, embora a suruba transexual do Ronaldo quase tenha emplacado como notícia sobre tolerância com o dessemelhante do ano. Um negro eleito presidente? Se bem que nos Estados Unidos é fácil, quero ver no Country Club.
Obama serviu pra compensar a derrota do Gabeira no Rio, outro cara em quem a gente votaria por pura simpatia mas sem saber no que ia dar. E falando em compensação, serviu para espíritos de porco ficarem putos com o fato de gente levar mais a sério as eleições americanas – ou darem uma de Cassandras cortando o barato de quem comemorou a vitória do cara dizendo que republicano e democrata é tudo igual. O RLY?
O Tiger Woods, o Lewis Hamilton e a parada de sucessos americana dominada por rap e r&b parecem comprovar a redenção da cultura negra depois de anos de segregação, mas não é bem assim. Sobre os atletas, não dá para dizer que impõem suas personalidades cativantes ao esporte; você quase só percebe que são negros porque, apesar de todo mundo falar que o racismo é tipo pólio, que está controlada mas ainda tem, todo mundo aponta o fato.
E um presidente americano negro agora que a música americana negra é uma droga é bem emblemático. Pra mim o Puff Daddy (inserir novo nome) é mais branco que o Michael Jackson. Conseguiram acabar com o racismo pelo método da camuflagem.
14 Comentários








14 de janeiro de 2009 às 19h45
Eu perdi a conexão da música com a política, mas parece promissora. Aguardo o resto do texto.
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14 de janeiro de 2009 às 21h15
Arnaldo, não tem nada a ver com a sua obra em progresso, mas você está arrebanhando fãs – um fanart de um conhecido, na verdade: http://3.bp.blogspot.com/_5BIfyUgSK88/STmGGZFKgkI/AAAAAAAAAHA/iP9pqxikFgs/s1600-h/Fam%C3%ADlia+Presen%C3%A7a.jpg:
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15 de janeiro de 2009 às 1h33
deu branquis
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15 de janeiro de 2009 às 11h14
Aaaaaaaaaaah que o que eu adorei foi ver o Mussum!!!!
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15 de janeiro de 2009 às 15h46
Muito foda essa imagem! Vc pode fornecer ela numa resolução maior??
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16 de janeiro de 2009 às 3h31
Mussumdis! Muito fodis essa imagem, realmente.
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16 de janeiro de 2009 às 8h55
Agora ele foi o primeiro presidente a tirar o retrato oficial em alta definição… mas com isso tivemos uma surpresa…
http://thecoreme.org/mdk/interneta/imagens/retrato-oficial.html
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16 de janeiro de 2009 às 13h52
demorou mas veio…. e veio bem..
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Pingback por esse é da gente « nina kitsch
19 de janeiro de 2009 às 10h55
[...] vai ter camiseta daqui a pouco – segundo o mau humor – aproveita para ler o texto sobre o obama lá) [...]
Pingback por OESQUEMA/Conector » Arquivo » 2008 para 2009: Susana Vieira
20 de janeiro de 2009 às 8h02
[...] Ainda sobre 2008 pra 2009: Arnaldo fala sobre Obama. [...]
Pingback por Obamis | Estou Entediado
21 de janeiro de 2009 às 21h43
[...] Achei aqui ó. [...]
22 de janeiro de 2009 às 14h36
tu só fala isso porque é BRANCO!!!
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3 de fevereiro de 2009 às 14h56
Velho, não entendi o desfecho.. o pressuposto do negro é ser militante anti-burguês??
Você acha mesmo que todo negro tem que ser o “negão black-power”?
Ou eu que não pesquei mesmo essa tal “camuflagem”?
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3 de fevereiro de 2009 às 15h04
Bicho, não tem tanta coisa assim para entender aqui não. Relaxa.
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