Comentário por Gabriel Gabardo
3 de março de 2009 às 11h02
Muito bonito, muito bacana. Aproveita então pra MANDAR MEUS CINZEIROS DO PREZA, que paguei e ainda não recebi. “Por favor”, como bem manda a senhora sua mãe.
Comentário por Luiz Castro
3 de março de 2009 às 14h07
“Para as empresas brasileiras, o consumidor é um empecilho para o consumo em si. Não é alguém que você deva conquistar pela excelência, mas que é necessário ludibriar até o momento da venda e depois manter como cliente pela tática da dificuldade do descadastramento e da falta de outra opção.”
Bom, o serviço público não é melhor. Vc paga os impostos, mas é melhor não botar seu filho num colégio público, e, se ele ficar doente, não o leve num hospital público, pois ambos são, via de regra, umas porcarias. A diferença é que vc é obrigado a pagar o imposto, quando o plano de saúde ou o colégio particular vc paga por necessidade.
Mas no caso das instituições particulares, vc só paga se vc tiver filho. Se vc optou por não ter, não precisa pagar. Já o imposto, vc paga tendo filho ou não, vc tem que bancar o simulacro de educação dos que tiveram filhos mesmo sem poder pagar um colégio ou plano de saúde – e estes são sempre os que tem mais filhos!
Além disso, o dinheiro do imposto que vc paga é usado para financiar coisas como o MST – cujos assassinatos o ministro Tarso Genro qualifica como ‘arrojo’.
Comentário por Luiz Castro
4 de março de 2009 às 5h03
“Lindo. Agora me mostra o trecho em que eu livrei a cara das estatais. Mania!”
Vc livrou a cara das estatais simplesmente por não mencioná-las e falar em “Lei do Mercado” e “o predador mais nocivo do capitalismo selvagem, o empresário brasileiro.”
É o mesmo que, numa crônica sobre o primeiro turno do campeonato carioca vc dizer que o Vasco foi uma decepção, não fez nada direito, etc.
Aí um leitor comenta: e o lado pelo qual vc torce, fez algo direito?
Aí vc pode dar a mesma resposta:
- Lindo. Agora me mostra o trecho em que eu livrei a cara do Flamengo. Mania!
Queira ou não, livrou a cara, por atribuir defeitos apenas ao lado que não lhe agrada na peleja. É o que se chama de jornalismo assimétrico, um truque batidíssimo da comunicação.
Comentário por Arnaldo Branco
4 de março de 2009 às 7h38
Obrigado pela aula de retórica, Captain Obvious! Não vou esquecer mais de em toda coluna escrever “por outro lado…” e pedir a sua opinião.
Saquei – vc é daqueles caras que pedem menos estado como se fôssemos entregar a direção das empresas para membros da câmara dos Lordes, e prefere ser sacaneado por um empresário do que por um funcionário público. Pra mim é tudo a mesma merda, mas falei da minha experiência no mercado de trabalho, posso? Nunca trabalhei pro estado. Mania 2!
3 de março de 2009 às 11h02
Muito bonito, muito bacana. Aproveita então pra MANDAR MEUS CINZEIROS DO PREZA, que paguei e ainda não recebi. “Por favor”, como bem manda a senhora sua mãe.
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3 de março de 2009 às 11h10
Postei no dia 26 de fevereiro. Se quiser acompanhar pelo site dos Correios, em rastreamento, é só procurar pelo código EC813474987BR
Bem, taí um exemplo de empresa que sucateou seus serviços, a ECT…
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3 de março de 2009 às 11h29
“Encaminhado para CTE PORTO ALEGRE – PORTO ALEGRE/RS”
Tu é o cara!
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3 de março de 2009 às 14h07
“Para as empresas brasileiras, o consumidor é um empecilho para o consumo em si. Não é alguém que você deva conquistar pela excelência, mas que é necessário ludibriar até o momento da venda e depois manter como cliente pela tática da dificuldade do descadastramento e da falta de outra opção.”
Bom, o serviço público não é melhor. Vc paga os impostos, mas é melhor não botar seu filho num colégio público, e, se ele ficar doente, não o leve num hospital público, pois ambos são, via de regra, umas porcarias. A diferença é que vc é obrigado a pagar o imposto, quando o plano de saúde ou o colégio particular vc paga por necessidade.
Mas no caso das instituições particulares, vc só paga se vc tiver filho. Se vc optou por não ter, não precisa pagar. Já o imposto, vc paga tendo filho ou não, vc tem que bancar o simulacro de educação dos que tiveram filhos mesmo sem poder pagar um colégio ou plano de saúde – e estes são sempre os que tem mais filhos!
Além disso, o dinheiro do imposto que vc paga é usado para financiar coisas como o MST – cujos assassinatos o ministro Tarso Genro qualifica como ‘arrojo’.
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3 de março de 2009 às 14h36
Lindo. Agora me mostra o trecho em que eu livrei a cara das estatais. Mania!
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3 de março de 2009 às 17h52
Mr. Obvious passou por aqui…
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4 de março de 2009 às 5h03
“Lindo. Agora me mostra o trecho em que eu livrei a cara das estatais. Mania!”
Vc livrou a cara das estatais simplesmente por não mencioná-las e falar em “Lei do Mercado” e “o predador mais nocivo do capitalismo selvagem, o empresário brasileiro.”
É o mesmo que, numa crônica sobre o primeiro turno do campeonato carioca vc dizer que o Vasco foi uma decepção, não fez nada direito, etc.
Aí um leitor comenta: e o lado pelo qual vc torce, fez algo direito?
Aí vc pode dar a mesma resposta:
- Lindo. Agora me mostra o trecho em que eu livrei a cara do Flamengo. Mania!
Queira ou não, livrou a cara, por atribuir defeitos apenas ao lado que não lhe agrada na peleja. É o que se chama de jornalismo assimétrico, um truque batidíssimo da comunicação.
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4 de março de 2009 às 7h38
Obrigado pela aula de retórica, Captain Obvious! Não vou esquecer mais de em toda coluna escrever “por outro lado…” e pedir a sua opinião.
Saquei – vc é daqueles caras que pedem menos estado como se fôssemos entregar a direção das empresas para membros da câmara dos Lordes, e prefere ser sacaneado por um empresário do que por um funcionário público. Pra mim é tudo a mesma merda, mas falei da minha experiência no mercado de trabalho, posso? Nunca trabalhei pro estado. Mania 2!
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4 de março de 2009 às 19h35
Caralho, maldita viagem, perdi os posts do Diogo Mainardi! Nem adianta que cê não me engana com esse nome fake, Diogão…
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3 de abril de 2009 às 19h45
Hum. Fui censurado.
Que surpresa.
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3 de abril de 2009 às 19h46
Hehehehe… q vergonha…
Na verdade fui retardado, porque eu comentei no Mal Necessário e não no Mau Humor.
A bebida está me fodendo mesmo. Move along, nothing to see here. :-)
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3 de abril de 2009 às 19h58
Qualquer idiota pode publicar aqui. CQD.
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