Comentário por Gabriel Gabardo
31 de março de 2009 às 14h06
Não sei qualé tua birra com o Marcelo Tas, a impressão que dá quando tu escreve é que o cara comeu a tua mulher, ou algo parecido. Enfim, só resolvi comentar porque discordei da coluna, o que é raríssimo. O CQC não é raso quando expõe políticos ao ridículo em rede nacional. Se mostrasse a ignorância de empregadas domésticas seria ordinário, sim, mas tratando-se dos nossos homens públicos, é válido que se exponha a cultura nula da maioria dos caras. A princípio não se trata de um programa de sacanear gente. Ou eu não entendi o CQC até hoje. Ou não entendi a coluna. Abraço.
Comentário por Arnaldo Branco
31 de março de 2009 às 14h13
Ah, a intimidade… podia meter a mãe no meio para perguntar se ele é seu parente, mas deixa pra lá. Esse tipo de papo de “só pode ser birra pessoal” é coisa de gente que escreve “sua inveja faz a minha fama” no about me do Orkut.
Cara, foi o texto que mais repercutiu na Zé Pereira, de todos que escrevi. Várias pessoas no twitter repassaram com o adendo “tudo o que penso sobre o cqc”. Ou seja, mais gente percebe o programa da mesma forma. Acho chapa branca, puríssima, ariana. Mas beleza. O FHC disse que se pelava de medo do Chico Caruso, e todo mundo finge que acredita. Abs.
Também, Arnie, cê foi mexer logo com o maluco que é tipo o Cristo do twitter…
Eu não tenho essa bronca toda com o Tas porque ele me divertia no Ratimbum. Além disso, acho que o formato – que já veio pronto – mata bastante ele, mas quem tá obrigando o cara a usar, né?
O fato é que pra mim pior do que ser humor raso é que não é engraçado. Ou seja, um pânico, com “repórteres” menos sagazes, sem gostosas, amontoado de publicidade e ainda com o Marcelo Tas fazendo a mesmo vozinha do hit da TVE “Sujeira dá coceira/ cheiro ruim/ Futum, chulé”
Não gostava do Tas quando era criança, continuo não gostando depois de velha. O problema do CQC, além de ser chapa-branca e de servir de escada pra político idiota, é que as piadas são tão rasas que chegam a ser constrangedoras. Tipo nego abordando o público do R.E.M. na porta do show: um festival de comentários sem-graça sobre as pessoas. Se o CQC é a imitação do Pânico, eu fico com o original, que pelo menos é engraçado.
Comentário por Cardoso
31 de março de 2009 às 20h18
Só pra dar meus DOIS CENTAVOS: também não consigo entender tanta gente gostar do CQC. Vez que outra eles até acertam (achei massa aquela pilha do Rafinha tentar viver um mês com apenas 1/4 de cesta básica, por exemplo), mas em geral é realmente MUITO raso, MUITO atrolhado de propaganda e praticamente NADA engraçado. Nunca consegui rir de NADA que vi por lá. Ou seja, pra HUMOR não me serve.
Comentário por Serjão
31 de março de 2009 às 22h29
Sensacional a sua coluna.
O CQC é chato demais, além do que já cruzei com os playboizinho de preto em pautas, e são arrogantes e se acham geniais demais.
Pra mim, um bando de babaca que só tá aí pra impressionar as menininhas da vila madalena.
Azar de quem gosta.
Paz!!!
É. Eu também já cobri umas pautas em que CQC ficava atrapalhando minhas reportagens medíocres e não era nada legal. Tou bêbado, masconcordo com o Serjão, além de sem-graças, os caras atrapalham as nossas pautas.
31 de março de 2009 às 11h33
Texto divertido e bem direto. Mais agressivo do que de costume, mas sem perder o foco. Parabéns de novo.
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31 de março de 2009 às 14h06
Não sei qualé tua birra com o Marcelo Tas, a impressão que dá quando tu escreve é que o cara comeu a tua mulher, ou algo parecido. Enfim, só resolvi comentar porque discordei da coluna, o que é raríssimo. O CQC não é raso quando expõe políticos ao ridículo em rede nacional. Se mostrasse a ignorância de empregadas domésticas seria ordinário, sim, mas tratando-se dos nossos homens públicos, é válido que se exponha a cultura nula da maioria dos caras. A princípio não se trata de um programa de sacanear gente. Ou eu não entendi o CQC até hoje. Ou não entendi a coluna. Abraço.
Responder
31 de março de 2009 às 14h13
Ah, a intimidade… podia meter a mãe no meio para perguntar se ele é seu parente, mas deixa pra lá. Esse tipo de papo de “só pode ser birra pessoal” é coisa de gente que escreve “sua inveja faz a minha fama” no about me do Orkut.
Cara, foi o texto que mais repercutiu na Zé Pereira, de todos que escrevi. Várias pessoas no twitter repassaram com o adendo “tudo o que penso sobre o cqc”. Ou seja, mais gente percebe o programa da mesma forma. Acho chapa branca, puríssima, ariana. Mas beleza. O FHC disse que se pelava de medo do Chico Caruso, e todo mundo finge que acredita. Abs.
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31 de março de 2009 às 18h20
Também, Arnie, cê foi mexer logo com o maluco que é tipo o Cristo do twitter…
Eu não tenho essa bronca toda com o Tas porque ele me divertia no Ratimbum. Além disso, acho que o formato – que já veio pronto – mata bastante ele, mas quem tá obrigando o cara a usar, né?
O fato é que pra mim pior do que ser humor raso é que não é engraçado. Ou seja, um pânico, com “repórteres” menos sagazes, sem gostosas, amontoado de publicidade e ainda com o Marcelo Tas fazendo a mesmo vozinha do hit da TVE “Sujeira dá coceira/ cheiro ruim/ Futum, chulé”
Tou fora.
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31 de março de 2009 às 19h44
Não gostava do Tas quando era criança, continuo não gostando depois de velha. O problema do CQC, além de ser chapa-branca e de servir de escada pra político idiota, é que as piadas são tão rasas que chegam a ser constrangedoras. Tipo nego abordando o público do R.E.M. na porta do show: um festival de comentários sem-graça sobre as pessoas. Se o CQC é a imitação do Pânico, eu fico com o original, que pelo menos é engraçado.
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31 de março de 2009 às 20h18
Só pra dar meus DOIS CENTAVOS: também não consigo entender tanta gente gostar do CQC. Vez que outra eles até acertam (achei massa aquela pilha do Rafinha tentar viver um mês com apenas 1/4 de cesta básica, por exemplo), mas em geral é realmente MUITO raso, MUITO atrolhado de propaganda e praticamente NADA engraçado. Nunca consegui rir de NADA que vi por lá. Ou seja, pra HUMOR não me serve.
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31 de março de 2009 às 20h25
Eu curti o Varela e algumas das personas dos anos seguintes, mas atualmente o discurso do “tio” dos adolescentes não cola mais.
Virou um Serginho Groisman para universitários. Adware.
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31 de março de 2009 às 22h29
Sensacional a sua coluna.
O CQC é chato demais, além do que já cruzei com os playboizinho de preto em pautas, e são arrogantes e se acham geniais demais.
Pra mim, um bando de babaca que só tá aí pra impressionar as menininhas da vila madalena.
Azar de quem gosta.
Paz!!!
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1 de abril de 2009 às 2h30
É. Eu também já cobri umas pautas em que CQC ficava atrapalhando minhas reportagens medíocres e não era nada legal. Tou bêbado, masconcordo com o Serjão, além de sem-graças, os caras atrapalham as nossas pautas.
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