Nunes em 31 de março, 2009 às
11:33 am
Texto divertido e bem direto. Mais agressivo do que de costume, mas sem perder o foco. Parabéns de novo.
Gabriel Gabardo em 31 de março, 2009 às
2:06 pm
Não sei qualé tua birra com o Marcelo Tas, a impressão que dá quando tu escreve é que o cara comeu a tua mulher, ou algo parecido. Enfim, só resolvi comentar porque discordei da coluna, o que é raríssimo. O CQC não é raso quando expõe políticos ao ridículo em rede nacional. Se mostrasse a ignorância de empregadas domésticas seria ordinário, sim, mas tratando-se dos nossos homens públicos, é válido que se exponha a cultura nula da maioria dos caras. A princípio não se trata de um programa de sacanear gente. Ou eu não entendi o CQC até hoje. Ou não entendi a coluna. Abraço.
Arnaldo Branco em 31 de março, 2009 às
2:13 pm
Ah, a intimidade… podia meter a mãe no meio para perguntar se ele é seu parente, mas deixa pra lá. Esse tipo de papo de “só pode ser birra pessoal” é coisa de gente que escreve “sua inveja faz a minha fama” no about me do Orkut.
Cara, foi o texto que mais repercutiu na Zé Pereira, de todos que escrevi. Várias pessoas no twitter repassaram com o adendo “tudo o que penso sobre o cqc”. Ou seja, mais gente percebe o programa da mesma forma. Acho chapa branca, puríssima, ariana. Mas beleza. O FHC disse que se pelava de medo do Chico Caruso, e todo mundo finge que acredita. Abs.
Nunes em 31 de março, 2009 às
6:20 pm
Também, Arnie, cê foi mexer logo com o maluco que é tipo o Cristo do twitter…
Eu não tenho essa bronca toda com o Tas porque ele me divertia no Ratimbum. Além disso, acho que o formato - que já veio pronto - mata bastante ele, mas quem tá obrigando o cara a usar, né?
O fato é que pra mim pior do que ser humor raso é que não é engraçado. Ou seja, um pânico, com “repórteres” menos sagazes, sem gostosas, amontoado de publicidade e ainda com o Marcelo Tas fazendo a mesmo vozinha do hit da TVE “Sujeira dá coceira/ cheiro ruim/ Futum, chulé”
Tou fora.
Liv em 31 de março, 2009 às
7:44 pm
Não gostava do Tas quando era criança, continuo não gostando depois de velha. O problema do CQC, além de ser chapa-branca e de servir de escada pra político idiota, é que as piadas são tão rasas que chegam a ser constrangedoras. Tipo nego abordando o público do R.E.M. na porta do show: um festival de comentários sem-graça sobre as pessoas. Se o CQC é a imitação do Pânico, eu fico com o original, que pelo menos é engraçado.
Cardoso em 31 de março, 2009 às
8:18 pm
Só pra dar meus DOIS CENTAVOS: também não consigo entender tanta gente gostar do CQC. Vez que outra eles até acertam (achei massa aquela pilha do Rafinha tentar viver um mês com apenas 1/4 de cesta básica, por exemplo), mas em geral é realmente MUITO raso, MUITO atrolhado de propaganda e praticamente NADA engraçado. Nunca consegui rir de NADA que vi por lá. Ou seja, pra HUMOR não me serve.
Elesbão em 31 de março, 2009 às
8:25 pm
Eu curti o Varela e algumas das personas dos anos seguintes, mas atualmente o discurso do “tio” dos adolescentes não cola mais.
Virou um Serginho Groisman para universitários. Adware.
Serjão em 31 de março, 2009 às
10:29 pm
Sensacional a sua coluna.
O CQC é chato demais, além do que já cruzei com os playboizinho de preto em pautas, e são arrogantes e se acham geniais demais.
Pra mim, um bando de babaca que só tá aí pra impressionar as menininhas da vila madalena.
Azar de quem gosta.
Paz!!!
Nunes em 1 de abril, 2009 às
2:30 am
É. Eu também já cobri umas pautas em que CQC ficava atrapalhando minhas reportagens medíocres e não era nada legal. Tou bêbado, masconcordo com o Serjão, além de sem-graças, os caras atrapalham as nossas pautas.
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