Comentário por Douglas
13 de maio de 2009 às 15h07
O Cheiro do Ralo (2)
“De tudo esse olho ainda não viu. Ele não viu a Bunda!”
Essa ‘bunda’ é uma bunda mesmo (sinônimo das nádegas), embora que bunda acho que é um palavrão já, né?
Etimologia da Bunda:
Bunda, aportuguesamento do quimbundo mbunda, significa no original como na nossa linguagem corrente «traseiro». Vários dicionários de português o referem.
No dicionário da Academia das Ciências de Lisboa vem: «s.f. (Do quimbundo mbunda, “nádegas”). Nádegas = cu (Pop), rabo, traseiro.» Já o dicionário Houaiss regista: «Região glútea; as nádegas (…) A palavra está registada no “Novo Dicionário da Língua Portuguesa” (1836), de Constâncio, como um angolismo (…). Etimologicamente vem do quimbundo “mbunda”, quadris, nádegas.»
Puta merda, tem uma parte no Cheiro do Ralo onde um cara vai penhorar a caixinha de música da mãe. E ela toca a “músiquinha do gás”. Até rola uma resposta classe, mas esqueci. Vou parar de fumar crack.
Comentário por Rogério
13 de maio de 2009 às 16h27
Essa é fácil, Bruno: O cara vende a caixinha e fala: Só vou vender porque estou precisando mutio do dinheiro, ela significa muito pra mim, eu sempre lembro da minha mãe quando escuto essa musica. Aí o Lourenço responde: Bom, meu amigo, agora quando vc quiser lembrar da sua mãe, vai ter que esperar o caminhão de gás passar.
“Mais fortes são os poderes do povo!” – Deus e o Diabo na Terra do Sol, do Glauber
“Independência ou Morte” – daquele filme do Dom Pedro I com o Tarcísio Meira, hehehe…
“Eu não sou negro!” – Bonitinha Mas Ordinária, do Otto Lara Resende
12 de maio de 2009 às 11h18
Acho que “cite uma frase memorável do cinema brasileiro” já acabaria com a discussão.
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12 de maio de 2009 às 11h39
‘Traga a Manteiga’ -Everardo em Baixio das Bestas
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12 de maio de 2009 às 12h55
Contínuo! Contínuo!
Regina Casé em Os 7 Gatinhos
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12 de maio de 2009 às 13h06
Pô, mas Nelson já vem clássico do teatro. E pô, Guilherme, falei memorável, precisa ter causado impacto tipo “Dadinho é o caralho”, etc…
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12 de maio de 2009 às 13h29
“Eu estou grávida – grávida de luis carlos prestes – e quero ter meu filho no Brasil”
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12 de maio de 2009 às 14h53
PEDE PRA SAIR, 01!!!
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12 de maio de 2009 às 18h33
“Quem tiver de sapato não vai sobrar. Não pode sobrar”. A do Tropa de Elite não vale, o filme em si já é um palavrão.
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12 de maio de 2009 às 19h17
“Glauber Rocha é uma merda” – Marcelo Madureira…
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12 de maio de 2009 às 19h18
Merda é palavrão???
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12 de maio de 2009 às 19h57
“Estão vendo o que é povo? Um imbecil, um analfabeto, um despolitizado…” (Jardel Filho em “Terra em Transe”)
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12 de maio de 2009 às 22h38
Contínuo! Contínuo! mas vem depois: “eu sou contínuo e vc é um filha da puta!!” palavrão é inevitável.
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13 de maio de 2009 às 1h19
“Eu quero saber quem foi que desenhou CARALHINHOS VOADORES no meu banheiro? Quem foi?”
Lima Duarte, no já citado 7 gatinhos do Nérso Rodrigues
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13 de maio de 2009 às 1h23
porra
o jegue aqui citou uma frase sem nem ler a tirinha antes
só lendo os comentários
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13 de maio de 2009 às 8h45
Eu ia usar a frase do Olga, mas já usaram.
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13 de maio de 2009 às 10h08
Mulher é tudo igual… Se vc bobear os convites vão pra gráfica.
´´ O cheiro do ralo´´
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13 de maio de 2009 às 14h54
Eu tenho certeza que o filme “Chatô” terá uma frase memorável, que ficará tão famosa como “Jamais sentirei fome novamente” e “I see dead people”…
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13 de maio de 2009 às 15h07
O Cheiro do Ralo (2)
“De tudo esse olho ainda não viu. Ele não viu a Bunda!”
Essa ‘bunda’ é uma bunda mesmo (sinônimo das nádegas), embora que bunda acho que é um palavrão já, né?
Etimologia da Bunda:
Bunda, aportuguesamento do quimbundo mbunda, significa no original como na nossa linguagem corrente «traseiro». Vários dicionários de português o referem.
No dicionário da Academia das Ciências de Lisboa vem: «s.f. (Do quimbundo mbunda, “nádegas”). Nádegas = cu (Pop), rabo, traseiro.» Já o dicionário Houaiss regista: «Região glútea; as nádegas (…) A palavra está registada no “Novo Dicionário da Língua Portuguesa” (1836), de Constâncio, como um angolismo (…). Etimologicamente vem do quimbundo “mbunda”, quadris, nádegas.»
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13 de maio de 2009 às 15h10
lembrei de uma
“Ó pai ó”
do filme homônimo
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13 de maio de 2009 às 16h06
Puta merda, tem uma parte no Cheiro do Ralo onde um cara vai penhorar a caixinha de música da mãe. E ela toca a “músiquinha do gás”. Até rola uma resposta classe, mas esqueci. Vou parar de fumar crack.
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13 de maio de 2009 às 16h27
Essa é fácil, Bruno: O cara vende a caixinha e fala: Só vou vender porque estou precisando mutio do dinheiro, ela significa muito pra mim, eu sempre lembro da minha mãe quando escuto essa musica. Aí o Lourenço responde: Bom, meu amigo, agora quando vc quiser lembrar da sua mãe, vai ter que esperar o caminhão de gás passar.
CLASSE
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13 de maio de 2009 às 16h44
Acho que o Amarelo Manga tem uma frase de efeito sem palavrão, mas eu esqueci também. Maldito crack.
Alguém imaginaria um Western feito no Brasil? Nosso Western Feijoada? (Já imagino alguém falando “E daí, mano?)
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13 de maio de 2009 às 22h18
cara, se você não lembra da frase de efeito, não serve.
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14 de maio de 2009 às 16h40
Diálogo de “Matou a família e foi ao cinema”:
– O certo é errado, e o errado é certo.
– Perfeitamente.
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15 de maio de 2009 às 23h48
“Mais fortes são os poderes do povo!” – Deus e o Diabo na Terra do Sol, do Glauber
“Independência ou Morte” – daquele filme do Dom Pedro I com o Tarcísio Meira, hehehe…
“Eu não sou negro!” – Bonitinha Mas Ordinária, do Otto Lara Resende
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18 de maio de 2009 às 13h58
“No Brasil, todo mundo é Peixoto”
Carlos Kroeber em “Bonitinha Mas Ordinária”
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27 de maio de 2009 às 3h37
” o mineiro só é solidário no câncer!!!!!!!!!!!”
parece que do otto lara resende
não lembro o nome do filme, com o josé wilker
engraçado pra caralho, viaja nessa frase
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