
Silveira Neto em 30 de outubro, 2009 às
2:14 pm
Excelente charge.
O pior é ver a repercussão na mídia e nos blogs, que em geral, apoiam e fortalecem um preconceito que vai além do machismo. É pura vergonha alheia.
rodrigues em 30 de outubro, 2009 às
2:50 pm
Boa!
LC em 30 de outubro, 2009 às
5:58 pm
O mesmo cara que tava lá chamando a mina de puta é o sujeito que foi alfabetizado pela TV assistindo Xuxa de minissaia, passou a adolescência batendo punheta pra Banheira do Gugu
e agora como adulto acha que Zina do Pânico é humorista.
Murdock em 30 de outubro, 2009 às
8:24 pm
Arnaldo, acertou na mosca com essa.
Acho que para casos como este da Uniban, deveria existir uma pena alternativa para aquela molecada: 10 tapas cara em praça pública.
Rozivaldo em 30 de outubro, 2009 às
8:26 pm
É o macho desprezado indo à forra contra a gostosa que nunca deu praqueles otários. Puro recalque do bando de cuzão!
Simone em 31 de outubro, 2009 às
4:27 am
Histeria coletiva.
E pra quem está esnobando porque “é interior de São Paulo”: tem muito “carioca esclarecido” que faz a mesma coisa (hostilizar gostosas por sua gostosura), especialmente quando se sente intelectualmente ameaçado.
Arnaldo Branco em 31 de outubro, 2009 às
5:46 am
É, essa do “é do interior de São Paulo” mete mais preconceito na bagaça…
Nina em 31 de outubro, 2009 às
9:59 am
É…essa foi boa.
Eu lhe sigo no twitter, Arnaldo, e vi inclusive seu ótimo comentário sobre a questão de usar “puta” como xingamento. Realmente, a situação da garota da UNIBAN reuniu vários absurdos. Nada justifica o que foi feito.
Bom…que apodreçam no inferno.
Pedro em 3 de novembro, 2009 às
1:22 am
Cara, adoro os seus traços
Jaady em 9 de novembro, 2009 às
12:47 pm
Esse foi o cartum + legal q eu ja vi
Haroldo em 11 de novembro, 2009 às
9:15 am
O pior é que não é caso isolado, em menor escala, acontece com muito mais frequência dentro das Universidades. Não são raros os comentários contra negros nas salas de aula, posicionamentos divergentes do padrão, como o gay, também é super taxado. Engraçado é que só começamos a discutir quando uma merda dessas de fato acontece.
© OESQUEMA/ 2008 | Reprodução permitida após consulta | Os textos desta página nem sempre são revisados | Créditos