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Pavor de gay

Semana passada dois casos de agressão a homossexuais chocaram quem acredita que qualquer segmento da sociedade pode se manifestar livremente. Elementos civis (quase todos menores de idade) e militares mostraram coesão e juntinhos fizeram um esforço de repressão a essa terrível ameaça ao status quo.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Em negação.

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Out of my class

Volta e meia alguém chama atenção para o fato de que essa coluna critica demais a classe média, como se pudesse demonizar uma faixa da população brasileira demarcada pelo rendimento familiar e como se seu autor não pertencesse a ela. Certíssima a observação.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Vestindo a camisa.

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Atualizando

Opa, adbuzido pela Rio Comicon não linkei Mundinho e coluna semana passada. Ei-los:

1) Mal Necessário da semana: Migrações internas e subdesenvolvimento.

2) Mundinho Animal:

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Vontade política

Uma história famosa do João Saldanha. Confrontado pelo técnico da seleção inglesa (Alf Ramsey) sobre a lisura dos árbitros e jogadores latinos, devolveu uma pergunta: “vocês acha que os ingleses são mais honestos?” Depois da afirmativa de Ramsey, Saldanha rebateu: “então a que se deve a fama da Scotland Yard?”

Minha coluna da semana: Scotland Yard.

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Salve

Conheço muita gente que votou no referendo de 2005 pelo direito de comprar armas de fogo. Só não conheço ninguém que tenha comprado uma arma depois.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Delegando.

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Worst nightmares

Uma crítica corretíssima da oposição na época das denúncias do mensalão era a de que o argumento muito usado pelo PT, “antes se fazia pior”, não ganhava nem discussão de criança e não tinha nem ao menos valor de jurisprudência. Mas isso deixava em segundo plano o que estava insinuado: antes se fazia – se pior ou não, aí depende de quem estiver marcando o placar.

Minha Coluna Mal Necessário: Fazer pior.

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Tudo é permitido

Escrevo sem saber o resultado da eleição de ontem, mas geralmente faço essa coluna motivado mais pelo que ignoro mesmo do que pelo pouco que (acho que) sei, então está em casa.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Agenda Oculta.

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Incréu, créu, créu

Nunca entendo esses religiosos que ficam muito revoltados com quem desdenha e faz chacota de suas crenças. Se eu tivesse a fé que eles gostam de ostentar, saberia esperar até o Juízo Final, ou seja lá que Gran Finale a religião deles prometeu, para tripudiar dos que duvidaram.

Minha coluna Mal Necessário da semana (passada): Ardil 171.

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Dúvidas

Outro dia estava lendo na banca uma manchete, pérola do wishful thinking sobre o impacto de um dos últimos escândalos na candidatura Dilma, e o que se convencionou chamar de “um popular” ao meu lado balançava a cabeça em desaprovação, fazendo o som onomatopedicamente representado por “tsc, tsc”.

Minha coluna Mal Necessário da semana (retrasada, estou atualizando o blog depois de voltar de viagem): Sei lá, não sei não.

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Nunca na História deste país

Coluna que fiz para a revista Alfa, mas acabou não rolando.

Não há

Stanislaw Ponte Preta (tcp Sérgio Porto, 1923-1968) certa vez escreveu crônica em forma de uma daquelas piadas com um americano, um alemão, algum outro representante de um país facilmente esteriotipável e um brasileiro – daquelas que sempre terminam com a vitória do jeitinho nacional sobre algum desafio feito aos representantes das bandeiras mencionadas. Mas no final o brasileiro ia lá, gingando, olhar de malandro… e se estrepava também.

Se o humorista já estava de saco cheio desse ufanismo disfarçado de blague nos anos sessenta, imagine nós, que convivemos com ele há mais tempo. Como aqueles países minúsculos e sem representatividade com hinos que prometem massacrar qualquer inimigo para resguardar a pujança da pátria, também adoramos cantar nossa presumida superioridade sem precisar prová-la na prática. Vamos analisar alguns mitos de grandeza associados ao brasileiro – pelo próprio brasileiro.

País do futuro – Uma das manobras psicodiversionistas mais comuns para exaltar nossa potência sem precisar demonstrá-la é situá-la no porvir. Desde pequeno ouço essa do País do Futuro (expressão cunhada, menos mal, por um estrangeiro desavisado, Stefan Zweig), que transformava nossa desejada Liderança Mundial em uma cenoura motivacional eternamente suspensa à frente para continuarmos avançando. Hoje já não se fala muito nisso, até porque perceberam que toda Utopia tem prazo de validade. Viramos o País do Futuro do Pretérito. (O Millôr tinha uma frase ótima sobre como quando tudo estava pronto pra dar certo, para as instituições funcionarem e as reformas necessárias entrarem em marcha; aí choveu)

Humor – Ah, o famoso humor brasileiro… famoso onde? Só entre nós temos fama de engraçados. Esse clichê dá a impressão de que nesse exato momento uns dois milhões de usuários de todas as procedências estão congestionando a rede baixando episódios de Os Trapalhões. Cultivamos a fama de palhaços da classe, de termos sempre uma piada para aliviar qualquer momento tenso – o que até procede; o problema é qualidade do texto. Experimente quebrar um copo em qualquer lugar do mundo: o cara que puxar o coro de “êêêêêêêê!” é o brasileiro. É isto que ele entende por wit.

Senso de humor – Não só somos engraçados; sabemos rir de nós mesmos, não nos levamos a sério, a vida é curta, nem te ligo. Claro que sim, deve ser por isso que temos uma lei medieval de direito de imagem que torna inviável qualquer coisa levemente parecida com South Park ou Family Guy. Tudo gera nota de desagravo, pedido de direito de resposta e moção de repúdio.

Publicidade - “Temos a melhor publicidade do mundo”. Não sei se essa ainda é popular. E também não faço a menor idéia de como se mede isso – talvez seja pelo desempenho dos publicitários conterrâneos em Cannes, a única cerimônia de premiação com mais categorias que o Grammy. Acho que o único critério com sentido seria calcular a relação investimento/retorno para o cliente, mas não vamos submeter os profissionais da área a essa saia justa. Sempre acreditei que a falácia da Melhor Publicidade era um mecanismo compensatório pela falta de uma indústria de cinema de verdade.

Futebol – Bem, somos os melhores mesmo, em estatística, retrospecto e autopromoção. Com o brasileiro, não há quem possa.

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Ponto de saturação

Recomendei no twitter um texto do Márvio dos Anjos sobre o filme espírita Nosso Lar e fui interpelado por adeptos da religião com mais afinidade com a ficção científica de todos os tempos, todos eles achando que não há nada demais em usar o cinema para passar mensagens edificantes. Isso em plena era da comunicação, com tantos meios mais eficazes e menos dispendiosos.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Mil vezes favela.

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The only notes that really count are the ones that come in wads

Não entendo nada de política, mas muitas das pessoas que leio por aí, discorrendo com autoridade de expert, também não sacam nada, e isso não as impede. Me senti no direito de fazer o mesmo – tirando a parte da autoridade e tal.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Dinheiro fala.

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I wish i was special

Existe uma linha de abertura muito comum quando vamos expressar uma opinião que julgamos muito pessoal e controversa: “Será que só eu acho que…”. Uma variante comum: “Desculpem, mas eu acho…”. Não, não é só você.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Não é só você.

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So far so bad

Mudando um pouco a frase do Oswald de Andrade: o Brasil é uma república federativa cheia de árvores e gente dizendo a que ponto nós chegamos. Taí a invasão do Hotel Intercontinental inspirando vários comentários tipo classe média apavorada em vários portais de notícias.

Minha coluna Mal Necessário da semana: A que ponto nós chegamos.

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Bizarre hate triangle

Minha mãe sempre odiou o PT, mas nunca soube explicar por que; tinha algo a ver com maus modos, aquelas barbas, o português truncado de sindicalista. Por isso mesmo eu gostava, pra mim eram os forasteiros de western spaguetti que já chegavam botando o pé em cima da mesa.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Petistas do Mundo Bizarro.

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O amor em fuga

Mais uma coluna da série para a Monet: Histórias (Inventadas) da Televisão.

Ilustração: Fernando de Almeida.

Programas do tipo cupido eletrônico, em que almas solitárias e algo desesperadas pagam mico para encontrar um par existem aos montes. Mas um programa correlato quis inovar, mostrando o doloroso processo de separação de um casal pelos números de audiência.

“Divórcio na TV”, com esse nome que parodiava um programa famoso de namoro ao vivo era uma atração bem apelativa. A produção convocava casais que estivessem pela bola sete a se apresentar na emissora (Record) com a promessa de arcar com os custos do processo legal – o que formava filas gigantescas no edifício-sede.

Detetives eram contratados para encontrar provas de infidelidade ou negligência conjugal (recibos de motéis, relatos de vizinhas fofoqueiras) que eram apresentadas em um auditório, com as câmeras filmando a reação do parceiro traído e/ou maltratado e as explicações do adúltero e/ou insensível.

Os advogados davam um espetáculo à parte, usando a mesma teatralidade que ostentam nos tribunais, com a diferença que em “Divórcio na TV” eles procuravam as câmeras para tirar mais efeito das frases em latim. Mais de um participante caiu em prantos (ou voou no pescoço do causídico) ao ouvir algum termo jurídico obscuro com pinta de xingamento.

As agressões físicas viraram marca registrada. Os cônjuges saíam tanto no braço que os criadores do programa resolveram adotar um cenário acolchoado – embora alguns membros da equipe tenham sugerido um incremento na violência criando um palco em forma de cozinha, com muitos utensílios arremessáveis e perfuro-cortantes.

O programa durou poucas edições. Foi cancelado depois que os primeiros litigantes descobriram que as decisões do juiz de mentirinha do programa não tinham realmente valor para a justiça brasileira. Alguns casais até se reconciliaram, pra não ter que passar de novo pela mesma maratona emocional.

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Bye bye Brazil

Semana passada apareceu esse manifesto separatista em São Paulo, assinado por uma organização chamada Movimento Juventude Paulistana. Sabemos por antecedentes históricos que é só botar a palavra juventude no nome de qualquer grupo manifestante que lá vem bobagem.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Separações.

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Ração Humana

Mais uma coluna Histórias (Inventadas) da Televisão para a Monet.

Ilustração: Fernando de Almeida.

Alimentação saudável e programas de culinária estão na moda, mas não pela primeira vez. Houve uma atração  televisiva que foi a primeira a exaltar as vantagens da comida natural, ensinando a prepará-la, e que fracassou por conta dos exageros de seu idealizador.

O programa “Não me coma, sou um ser vivo” surgiu no início dos anos setenta, na rebarba do movimento hippie que chegou aqui com atraso. Seu apresentador, um sujeito já um tanto entrado em anos para falar em nome da revolução jovem e com poucos cabelos para ornar com flores, se chamava Florêncio Silvestre. Ele mudou para algo que soava mais flower power, Flor Silvestre, o que lhe rendeu muitas piadas nos corredores machistas da TV Excelsior.

Tudo era muito radical. Era filmada em externas, e todos os objetos de cena eram tirados da natureza. A mesa era um tronco de árvore, os utensílios quase da pedra lascada; os produtores reclamavam que Flor levava o dobro do tempo de uma dona de casa média para picar salsinha. O patrocinador de “Não me coma…” era o Ceasa.

As receitas não pareciam muito apetitosas, mas ficavam em segundo plano em relação aos discursos de Flor contra os hábitos carnívoros. Ele fazia questão de apresentar o programa cercado de pequenos animais silvestres que interferiam comendo ingredientes. Os esquilos não raro o atacavam.

As únicas imagens feitas em estúdio, inseridas em um bloco entre duas etapas da receita do dia, eram vídeos educativos mostrando as verdades sobre o preparo de pratos convencionais: porcos sendo estripados, gansos vivos recheados por um funil inserido no tubo digestivo, o que criava o estranho efeito de um show de culinária que fazia perder o apetite.

A ruína de Flor foi o churrasco de confraternização da emissora, no fim do ano de 1972. Apesar de ter levado sua marmita de berinjela e uma braçadeira de luto pelos animais abatidos, sua pouca resistência a bebida fez com que se atracasse, delirando de prazer, com alguns quilos de picanha sanguinolenta. As fotos vazaram para a imprensa e a sua credibilidade foi a zero.

Depois entrou para a política, onde isso não faz diferença.

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Tadinhos

A família é uma instituição falida, mas ainda consegue fazer vítimas, como podemos perceber nesse artigo de Cristina Grillo para a Folha de S. Paulo. A jornalista pede que pensemos no drama do pai que subornou policiais para liberar seu filho, que atropelou e matou o filho da atriz Cissa Guimarães.

Minha coluna Mal Necessário da semana: A família que atropela unida.

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Going to Brazil

Semana passada o Stallone fez algumas piadas sobre as gravações do seu último filme no Brasil. Parece que não gostou muito da experiência (embora os nativos que trabalharam com ele tenham mais do que reclamar) e descontou com frases espirituosas baseadas nos clichês do subdesenvolvimento que, infelizmente, ainda têm serventia para nos definir.

Minha coluna da semana: Macacos.

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Chauvinismo

Semana retrasada um cartum do Nani desagradou petistas e feministas, dois grupos sociais que não são exatamente fáceis de entreter. Claro que vários dos incomodados, pegos em flagrante de tentativa de censura, se retrataram atacando a graça da piada, uma manobra diversionista clássica.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Quer que eu desenhe?

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Under the influence

O caso Bruno ainda movimenta as multidões, como tudo que envolve nosso esporte favorito, a curiosidade mórbida. Embora todas as evidências apontem para o goleiro – e para uma impressionante multidão de oito cúmplices – os comentaristas estão fazendo um esforço impressionante para inocentá-lo. Vejamos.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Influência do meio.

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Estreante promissor

Guilherme Fontes prometeu entregar o filme Chatô, o Rei do Brasil, depois de mais de quinze anos de produção. Tomara, se houver mais atraso os produtores serão obrigados a reconstituir digitalmente o cabelo do Marco Ricca.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Autoconfiança.

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The joker is wild

Mais uma coluna da Monet (mosquei e deixei de publicar um tempo, acho que essa é de março). Sempre é demais lembrar, mas nunca desnecessário, a coluna se chama Histórias INVENTADAS da Televisão.

Sabemos que os críticos reclamam do uso de clichês nos humorísticos – loura burra, homossexual afetado, pobre sem noções básicas de português – mas poucos lembram que sempre foi assim, e que em uma determinada ocasião tentaram produzir uma atração de comédia sem estereótipos, para agradar os detratores.

Foi em uma época ancestral, quando se acreditava que a crítica podia ter efeito deletério sobre a audiência. Os diretores da TV Rio (eu disse que era ancestral) encomendaram para os roteiristas um programa politicamente correto avant la lettre, sem piadas depreciativas sobre nenhum grupo social. Mas com uma ressalva do Walter Clark: “Não façam o troço comunista demais”.

Apesar dessa recomendação, o programa se chamou “A Praça é de Todos” e tinha o Francisco Milani como apresentador. Ele recebia convidados no banco, todos eles usando trajes civis e falando normalmente, sem entonação ou sotaque esdrúxulos. A própria praça tinha um visual sóbrio (um projeto paisagístico do Burle Marx).

Por exemplo, uma das personagens femininas era uma secretária bilíngue – que, apesar de toda a tentação para os autores usarem os preconceitos associados à profissão, era inteligente e se vestia com recato. Seu bordão era “Por que não estudei administração de empresas?”

Outro personagem que fugia dos clichês era um português muito inteligente que contava piadas de brasileiro, ressaltando os nossos defeitos e fazendo graça das nossas mazelas. Uma delas: “Sabe o que o Brasil tem mais do que Portugal? Índice de analfabetismo…” Havia também um papagaio erudito que fazia stand up comedy, usando material traduzido de humoristas como Mort Sahl e Woody Allen.

Advogado honesto, sogra gente boa, toda reversão de expectativa era bem vinda nos scripts do programa, que foi um sucesso de crítica desde a primeira exibição. Infelizmente o público, que só se reconhecia na caricatura, rejeitou “A Praça…”. O cenário foi reaproveitado em um outro programa, que ficou bastante famoso.

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Não era mais o mesmo mas estava em seu lugar

Outro dia, o Chico Barney dizia que o rock teve mais mortes anunciadas que o Zé Alencar. A diferença é que em todas elas o rumor estava mais ou menos certo.

Minha coluna Mal Necessário da semana: Suicídio Rock’n'roll.

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