25 de outubro de 2011 às 12h05
Cool
Mundinho Animal (como “Mundinho Legal”) e Malvados (“Danados”) citados no ótimo livro Aparecida Blues, de Biu e Stêvz (que está lançando livro novo nessa quarta, acompanhem).

Mundinho Animal (como “Mundinho Legal”) e Malvados (“Danados”) citados no ótimo livro Aparecida Blues, de Biu e Stêvz (que está lançando livro novo nessa quarta, acompanhem).

O documentário Malditos Cartunistas dos Daniéis Garcia (o Juca) e Paiva vai passar na mostra de cinema de São Paulo. Abaixo o serviço e eu dando um depoimento.
"Malditos Cartunistas"
FAAP, 26/10, (quarta), 19h00, sessão 452 Cinema Sabesp, 27/10, (quinta), 22h10, sessão 498 Cinesesc, 31/10, (segunda), 22h10, sessão 854 Cinemateca - sala BNDS, 01/11, (terça), 20h40, sessão 984 reserva Cultural 1, 02/11, (auarta), 22h50, sessão 1051
Como diria o velhinho da piada, é hoje! Apareça lá na Saraiva do popular Botafogo Escada Shopping para levar um papo comigo e com o sensacional Daniel Lafayette. 19h a bagaça.

Semana que vem (a partir do dia 19) vou gaguejar ao vivo para vosso desagrado no Pólo de Pensamento Contemporâneo (POP). Comigo nessa o Sieber e o Dahmer, clica aí pra ter uma idéia do nosso projeto de aliciamento. A inscrição é aqui.

Promoção Salve o Carnaval: Matias Maxx, o Capitão Presença da vida real, vai dar um kit (com a revista tarja preta, sedas e outras paradas) quem sair de Preza nos blocos de todo o país. E a melhor fantasia ganha um bong sensacional. Mais detalhes aqui.
E você pode baixar a máscara do Presença (melhora fazer a sua pra ganhar o bong, né) clicando na imagem abaixo:
É isso, lançamento do livro do Mundinho Animal (só R$ 12,90!) no Rio de Janeiro, esta sexta (27/08) na La Cucaracha. Drinks grátis, garotas de Ipanema, todo um fim de semana pela frente. Como não ir? Será épico.

Na labuta desde (pelo menos) 1988:

Quarta-feira (18/08) vou estar em São Paulo, na Livraria Cultura (Loja das Artes – Conjunto Nacional – Av Paulista 2073) a partir das 18h30 autografando o livro com as tiras do Mundinho Animal – a propósito, é um pocket book, quero crer que bem barato ;) – que a editoria Leya (pelo selo Barba Negra), com um entusiasmo que me deixou algo perplexo, resolveu botar na rua. O lançamento faz parte de uma coleta de autores de humor e juntos nessa empreitada estão os finos Ulisses Mattos e Silvio Lach (responsáveis pelo Na_Kombi), o grande Ota e o campeão Jean. Todos estão convidados para o evento e a para a cerveja posterior, de preferência em um bar com lareira industrial.

Amanhã, dia 28, quinta, vai rolar esse debate com gigantes da internet na Campus Party. 10:30 da manhã, amigos, dureza. Como é possível palestrar com o mínimo de isenção alcoólica nessa hora? Bem, vamos tentar. Espero vocês.

Duas coisas que fiz recentemente: um mascote das Olimpíadas 2016 para uma matéria do jornal Extra, o Caipirito – sempre achei engraçado o drink nacional ser essa coisa débil de fazer, só perde em tosquice na categoria “bebida que representa o país” para a Cuba Libre. Toda vez que vejo esses turistas e artistas gringos fazendo hinos para a caipirinha, penso: não tem limão, gelo e açúcar na terra desses caras? Bem, talvez não em Cuba.

E essa é uma idéia não aproveitada para uma camiseta de bloco (a primeira que faço, rito de passagem cartunístico, emossaum), o Imaginô agora amassa – que é composto por advogados, talvez ficasse melhor em uma agremiação de médicos. Alguma interessada?

Quer ganhar essa camisa oficial do Flamengo (tamanho G, número 10)? Bota aí nos comments nome e email ativo. Amanhã sorteio e aviso o vencedor.
Promo encerrada, amiguinhos. O vencedor foi o comentário de número 140, Henrique Plácido. Parabéns, cara.

Hoje tem lançamento (na La Cucaracha, Teixeira de Melo 31-H, 20h) da coletânea de tiras Vida Boa, de Fabio Zimbres. Entre outras coisas, Zimbres é autor da melhor HQ já publicada no Brasil: O Pato em Marte.

Pequena história pessoal com essa tira do Zimbres, Vida Boa. Em 1999 estava participando de um concurso de quadrinhos da Folha de São Paulo – concorria com Mundinho Animal, na época com outro nome. Só o primeiro lugar ganharia o prêmio, um contrato de publicação de sei lá quanto tempo com o jornal. O segundo e o terceiro? Parabéns e nome em uma matéria. Toca o telefone, um cara com sotaque do interior paulista me diz que tirei o segundo lugar; deu aquele gosto amargo das vitórias inúteis, para cumprir tabela. Por curiosidade, pergunto quem levou. Resposta, “um tal de Fabio Zimbres com uma tira muito esquisita, se serve de consolo votei na sua”.
Consolo? Foi gol no último minuto. Acompanhava o trabalho do Fabio tinha tempo, lia tudo que ele publicava na revista Animal e aqui e ali. Se eu estava a penas uma posição no grid do cara, porra, podia me considerar na primeira divisão.
Sei que o trabalho dele é controverso (graficamente não deveria ser, mas entendo que somos formados com Ziraldo e Maurício e que por associação pavloniana traço tremido = ruim, mas não é errado esperar que as pessoas cresçam), porque não tem o humor imediato do que se entende por quadrinho de jornal (Vida Boa era campeã de reclamação dos leitores), mas essa coleção é perfeita para tirar a limpo o big picture da obra Zimbreana. Principalmente quando você percebe que a saga do cachorro sofredor se passa em apenas dois dias, planejados com muito esmero. Gênio.
Lançamento do livro Manual do Rubro-Negrismo Racional, do campeão de acessos, credibilidade e acúmulo de bad karma Arthur Muhlenberg. Chego lá mais tarde porque bato ponto no coquetel de lançamento da mostra A Elegância de Woody Allen, mas chego. Zezim e Ará aprovam!


O primeiro que me achar nessa megafoto da torcida rubro-negra no Engenhão ganha uma camisa oficial do Flamengo, e o segundo e o terceiro, uma camiseta d’ALE Mengão. Só deixar um comentário com as coordenadas. Atenção: é preciso deixar um email válido para receber o prêmio e dizer o que está escrito na faixa que leva o sujeito vestido de frentista ao meu lado (tem outros espalhados pela foto), além de dizer em que setor do Engenhão estou. Boa sorte!
Opa: tem essa promoção da Olympikus para dar uma força para talentos do audiovisual, esse meio tão carente de novos valores. Funciona assim: você bola um vídeo de um a cinco minutos com o tema “Inspire-se” (sobre esporte, mas o mote é bastante elástico na minha opinião) e inscreve o tal no hotsite da campanha até o dia 31 deste mês – link direto pro regulamento aqui. O prêmio: um ano bancado pela Olympikus (transporte, hospedagem, the works) em dez festivais de cinema e vídeo para exibir toda sua proficiência como cineasta. Também rola uma preza do pessoal do Curta o curta.
Além disso, depois de inscrever a bagaça no hotsite, você pode voltar no Mau Humor e botar o link pro vídeo para minha avaliação e de minha senhora – ambos com soberana palavra de lei. Os dois que nós escolhermos (um pra cada blog) vai levar um kit de produtos da Olympikus.
Mostra aí o que você tem, fera.
Amanhã (quinta), lançamento do ano. O livro está foda, amiguinhos, formato grande, papel couché e cores nas últimas páginas, capa grossa, coisa de fazer CPI. E dentro, o jornalismo X-9 de Allan Sieber. Digno do prêmio Pulhitzer (sic).

Hoje (21/09) tem a mais nova brasileira honorária lançando livro na La Cucarcha: Teixeira de Melo 31-H, Ipanema; começa às 20h. Quer dizer, se ela já não adotou a pontualidade local…
Clique para ampliar
Próxima parada, cânon da civilização ocidental. Vai abrindo um espaço pra mim, Harold Bloom. Brinks. Apareçam.

Toda vez que alguém pergunta “como deu certo para mim” (vamos partir dessa premissa falsa mesmo), penso no Tommy, o da ópera-rock do Who, pregando para os seus discípulos que pra ele o que funcionou foi jogar pinball sendo cego, surdo e mudo. E na revolta deles quando tentam repetir o tal método e – claro – não dá certo.
Mas enfim, vou coordenar um curso (“Arte sequencial, humor gráfico e outros eufemismos“) no Laboratório Estação, com aulas do Allan Sieber (animação), Leonardo (cartum), André Dahmer (tira diária) e Hiroshi Maeda e Leandro Assis (graphic novel e literatura adaptada para quadrinhos). Aos alunos em potencial, prometo respeitar as limitações de cada um assim como desrespeitei as minhas.
Como conheço meu gado e sei que vão chiar sobre o preço – já disse, não consigo entender a vantagem moral de alardear a própria penúria – adianto que garanto a seriedade da bagaça. Me comprometo a fazer esses professores suarem para explicar o que, como e onde fazem essa difícil arte que os tornou ricos, famosos e bonitos.
La garantia soy yo. Serviço:
De 13 a 16 de julho
Das 19h30 às 22h
Carga horária: 4 aulas
www.grupoestacao.com.br
Reservas por email
laboratorioestacao@grupoestacao.com.br
Valor para pagamento à vista: R$ 300,00 ou 2x de R$175.
Rua Voluntários da Pátria 53/ 4o andar . Botafogo . Tel +(21) 2266-9900

Dois eventos imperdíveis: amanhã, terça, tem o lançamento do livro em homenagem aos 40 anos da maior idéia de jerico já perpetrada nesse país: a criação de um jornal para (entre outras coisas) falar mal da ditadura seis meses depois do decreto do AI-5 – além do terceiro volume da coletânea do maior hebdomadário do mundo. Também entra na roda o livro de um dos malucos que tiveram essa idéia: Jaguar, “Ninguém é perfeito”. Devo tanto aos dois que estou escrevendo esse post de pé.
E quarta, o novo livro do Dahmer, “A cabeça é a Ilha”, pra quem fiz o prefácio (trecho abaixo). Muito orgulho de ser amigo do cara.
Ele sempre fala em lançar um livro apenas com suas poesias, e esse é uma espécie de livro de poesia em quadrinhos: você vai achar graça, mas também sentir o desconforto de quem suspeita que no fundo, o autor da gag está falando sério. Bem a propósito – pra rir deste mundo, só com muita licença poética.

Estejam lá, para seu próprio bem.

