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Arquivo: Futebol

Celeiro

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4:20

D’aprés Matias, cortesia de @tiagonepomuceno

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Dancinha da vitória

Essa é pra quem viu o jogo. Mas vai a cola aqui, aos 5:35 do vídeo.

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Jesus, homem gol

Seja na Terra, seja no mar da semana. A diferença entre Cristo e Josiel é que Cristo salva e perdoa.

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Loyal opposition

Opa, não saiu a da semana lá no Urublog. Não faz mal, sai aqui – meio defasada, mal aí.

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Um sonho distante

Seja na Terra, Seja no Mar da semana.

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Perdendo o tempo da bola

Mais uma provocação com o Leo Moura (jogador que gosto, diga-se) – daí o cara come a bola e marca dois gols. E agora anuncia que está indo encontrar o Criador (Zico), vai fazer falta. Boa, Arnaldo!

Ah, pra quem reclamava de rss, reparem o enorme gif na coluna da direita. Assinaê.

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Magnanimidade

Seja na terra, seja no mar da semana, clique.

O, captain, my captain. Feliz natal para todos – feliz aniversário, Zico.

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Barca do Inferno

Atrasado – o Arthur não atualizou lá no Urublog, mas ainda dá para comentar o malfadado jogo de sábado.

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Futebol e novela

1) Adianto aqui a tira do Seja na Terra, seja no mar que ainda vai sair no Urublog.

2) E minha coluna para a Zé Pereira sobre Caminho das Índias: Teoria do autor.

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We’ll meet again

Seja na Terra, seja no mar da semana.

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Dose dupla

Minha coluna Mal Necessário, toda semana na Zé Pereira: Fase de crescimento.

&

Seja na Terra, seja no mar, com mensagem séria ;)

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Mal necessário – seja na terra, seja no mar

Minha coluna da semana: Calabocracia.

E a tira, clique.

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Três cousas

1) Cartum antigo que saiu em um livro:

2) Seja na Terra, Seja no Mar da Semana:

3) Minha coluna Mal Necessário para a Zé Pereira: Tempos difíceis para um stalinista.

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Persuasão

Seja na Terra, seja no mar da semana. Clique e dê scroll.

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Apanhadão

1) Seja na Terra, Seja no Mar lá no Urublog, cliquem.

2) Minha coluna Mal Necessário no site da revista Zé Pereira: A banalização da misantropia.

3) E o Mundinho Animal da semana que tem o mesmo tema? Venda casada, senhores, isso é proibido por lei… clique para ler.

4) No blog da Bavária Premium, seguem coisas como a série Sr. Gambá & Sr. Peixe e resenhas sobre comida de bar.

5) E uma história que não interessa a vocês, mas resolvi contar aqui de qualquer maneira. Folheando livros, descobri que a Banda de Ipanema foi criada no meu prédio, exatamente no apartamento de baixo – lugar onde Hugo Bidet, um dos fundadores e eminência parda do bairro (bolou a feira Hippie, por exemplo), deu um tiro na cabeça – para sobreviver por nove dias, arrependido do gesto. Engraçado que na minha admiração pelo pessoal do Pasquim esse era um dos endereços que povoavam a minha imaginação, por conta das estórias que li em incontáveis entrevistas – e da ata da primeira reunião da Banda, rabiscada pelo Jaguar, que sobreviveu a anos de negligência com documentos em tese até mais importantes. Enfim, era isso.

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Don’t worry about a thing

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Um ortopedista também era uma

Pedido de desculpas público: mal aí Jaílton, um dos poucos jogadores que parecem interessados nesse campeonato. Eu sei que é longo e tão chato que ultimamente só tem dado São Paulo, a Imperatriz Leopoldinense do futebol, mas é a competição que está rolando – e o time parece mal poder esperar pelo Carioca…

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Frase feita

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Caos colunístico

Texto da Bizz da semana passada, mega atrasado.

And now, sports: gostaria de frisar três pontos, a meu ver pertinentes, na conquista rubro-negra de ontem. O primeiro: botafoguenses, podem enxugar as lágrimas na minha faixa de campeão. O segundo: lindo o gol inútil do Dodô, mas como diz o Tony Wilson em “24 hour party people”, acho que citando Oscar Wilde, nada que é inútil pode ser verdadeiramente belo. E, por último mas nem por isso menos importante: inho, inho, inho, carrossel de parquinho. É só.

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3 paradinhas

Como dizia o Milan Kundera, quando morremos somos transformados em kitsch (aliás, essa frase se transformou na “tu te tornas responsável por aquilo que cativas” dele, e o próprio Kundera se transformou em uma espécie de clássico infantil para uma crítica arrependida pelo hype nos anos 80).

Chamada do GlobOn: “sucesso de Bussunda começou com mistura de humor e crítica política”. Porra, o cara que foi um dos fundadores do AntiPasquim está sendo enterrado como um colega do Chico Caruso. Putaqueopariu.

xxx

Quando o Bento XVI disse “Onde estava Deus?” em um passeio por Auschwitz fiquei esperando que alguém mandasse o evidente cartum em que Deus responderia: “Onde estava a Igreja?”, mas ninguém fez. Você vê como futebol muda o foco das atenções rapidinho…

xxx

E falando em futebol: o mundo é um enorme Casagrande. Como o comentarista que se especializou em falar para o espectador, com palavras demais, exatamente o que o espectador acabou de ver, assim são as pessoas. O Brasil joga mal, não vamos ganhar essa Copa. Joga bem a Argentina, favoritíssima. Ronaldo joga mal, a culpa é dele, lima o cara.

Todo mundo se arriscando a morder a língua na próxima rodada. A capa do caderno de esportes do Globo hoje, sobre os argentinos, era algo como “eles têm futebol – e não têm bolhas, estresse, febre, favoritismo”. Cara, esta parece ser uma das seleções mais tranquilas jamais concentrada: não tem problemas de dinheiro; não tem bad boys (o que acho uma pena); um diz que prefere ser reserva do craque na berlinda; outro que devia ser titular sem causar chilique no tal titular – essa histeria com favoritismo e bolhas é total coisa do Casagrandismo da torcida e da imprensa. Sobre esta: Lula estava errado, Ronaldo tem razão.

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