Arquivo: Futebol ’
30 de março de 2009 às 15h46
Jesus, homem gol
Seja na Terra, seja no mar da semana. A diferença entre Cristo e Josiel é que Cristo salva e perdoa.
12 de março de 2009 às 10h45
Perdendo o tempo da bola
Mais uma provocação com o Leo Moura (jogador que gosto, diga-se) – daí o cara come a bola e marca dois gols. E agora anuncia que está indo encontrar o Criador (Zico), vai fazer falta. Boa, Arnaldo!
Ah, pra quem reclamava de rss, reparem o enorme gif na coluna da direita. Assinaê.
3 de março de 2009 às 16h48
Magnanimidade
Seja na terra, seja no mar da semana, clique.
O, captain, my captain. Feliz natal para todos – feliz aniversário, Zico.
26 de fevereiro de 2009 às 17h03
Barca do Inferno
Atrasado – o Arthur não atualizou lá no Urublog, mas ainda dá para comentar o malfadado jogo de sábado.

18 de fevereiro de 2009 às 12h43
Futebol e novela
1) Adianto aqui a tira do Seja na Terra, seja no mar que ainda vai sair no Urublog.

2) E minha coluna para a Zé Pereira sobre Caminho das Índias: Teoria do autor.

4 de fevereiro de 2009 às 10h01
Dose dupla
Minha coluna Mal Necessário, toda semana na Zé Pereira: Fase de crescimento.
&
Seja na Terra, seja no mar, com mensagem séria ;)
21 de janeiro de 2009 às 18h50
Três cousas
1) Cartum antigo que saiu em um livro:

2) Seja na Terra, Seja no Mar da Semana:
3) Minha coluna Mal Necessário para a Zé Pereira: Tempos difíceis para um stalinista.

16 de dezembro de 2008 às 10h05
Apanhadão
1) Seja na Terra, Seja no Mar lá no Urublog, cliquem.
2) Minha coluna Mal Necessário no site da revista Zé Pereira: A banalização da misantropia.
3) E o Mundinho Animal da semana que tem o mesmo tema? Venda casada, senhores, isso é proibido por lei… clique para ler.
4) No blog da Bavária Premium, seguem coisas como a série Sr. Gambá & Sr. Peixe e resenhas sobre comida de bar.
5) E uma história que não interessa a vocês, mas resolvi contar aqui de qualquer maneira. Folheando livros, descobri que a Banda de Ipanema foi criada no meu prédio, exatamente no apartamento de baixo – lugar onde Hugo Bidet, um dos fundadores e eminência parda do bairro (bolou a feira Hippie, por exemplo), deu um tiro na cabeça – para sobreviver por nove dias, arrependido do gesto. Engraçado que na minha admiração pelo pessoal do Pasquim esse era um dos endereços que povoavam a minha imaginação, por conta das estórias que li em incontáveis entrevistas – e da ata da primeira reunião da Banda, rabiscada pelo Jaguar, que sobreviveu a anos de negligência com documentos em tese até mais importantes. Enfim, era isso.
4 de novembro de 2008 às 22h22
Um ortopedista também era uma
Pedido de desculpas público: mal aí Jaílton, um dos poucos jogadores que parecem interessados nesse campeonato. Eu sei que é longo e tão chato que ultimamente só tem dado São Paulo, a Imperatriz Leopoldinense do futebol, mas é a competição que está rolando – e o time parece mal poder esperar pelo Carioca…

7 de maio de 2007 às 16h20
Caos colunístico
Texto da Bizz da semana passada, mega atrasado.
And now, sports: gostaria de frisar três pontos, a meu ver pertinentes, na conquista rubro-negra de ontem. O primeiro: botafoguenses, podem enxugar as lágrimas na minha faixa de campeão. O segundo: lindo o gol inútil do Dodô, mas como diz o Tony Wilson em “24 hour party people”, acho que citando Oscar Wilde, nada que é inútil pode ser verdadeiramente belo. E, por último mas nem por isso menos importante: inho, inho, inho, carrossel de parquinho. É só.
17 de junho de 2006 às 22h00
3 paradinhas
Como dizia o Milan Kundera, quando morremos somos transformados em kitsch (aliás, essa frase se transformou na “tu te tornas responsável por aquilo que cativas” dele, e o próprio Kundera se transformou em uma espécie de clássico infantil para uma crítica arrependida pelo hype nos anos 80).
Chamada do GlobOn: “sucesso de Bussunda começou com mistura de humor e crítica política”. Porra, o cara que foi um dos fundadores do AntiPasquim está sendo enterrado como um colega do Chico Caruso. Putaqueopariu.
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Quando o Bento XVI disse “Onde estava Deus?” em um passeio por Auschwitz fiquei esperando que alguém mandasse o evidente cartum em que Deus responderia: “Onde estava a Igreja?”, mas ninguém fez. Você vê como futebol muda o foco das atenções rapidinho…
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E falando em futebol: o mundo é um enorme Casagrande. Como o comentarista que se especializou em falar para o espectador, com palavras demais, exatamente o que o espectador acabou de ver, assim são as pessoas. O Brasil joga mal, não vamos ganhar essa Copa. Joga bem a Argentina, favoritíssima. Ronaldo joga mal, a culpa é dele, lima o cara.
Todo mundo se arriscando a morder a língua na próxima rodada. A capa do caderno de esportes do Globo hoje, sobre os argentinos, era algo como “eles têm futebol – e não têm bolhas, estresse, febre, favoritismo”. Cara, esta parece ser uma das seleções mais tranquilas jamais concentrada: não tem problemas de dinheiro; não tem bad boys (o que acho uma pena); um diz que prefere ser reserva do craque na berlinda; outro que devia ser titular sem causar chilique no tal titular – essa histeria com favoritismo e bolhas é total coisa do Casagrandismo da torcida e da imprensa. Sobre esta: Lula estava errado, Ronaldo tem razão.
























