Mundinho Animal.
OK, voltando com as tiras do Seja na Terra, Seja no Mar.
Fiz esse quadrinho para a Revista da Cultura. Para comentar o lançamento do sensacional livro “O pequeno livro do Rock”, de Hervé Bourhis, o amigo Pedro Jansen encomendou uma hq que falasse sobre o uso dos quadrinhos como reportagem/relato histórico. Taí, é só clicar.
Mundinho!
É isso, lançamento do livro do Mundinho Animal (só R$ 12,90!) no Rio de Janeiro, esta sexta (27/08) na La Cucaracha. Drinks grátis, garotas de Ipanema, todo um fim de semana pela frente. Como não ir? Será épico.

Na labuta desde (pelo menos) 1988:

Mundinho!
Mundinho.
Quarta-feira (18/08) vou estar em São Paulo, na Livraria Cultura (Loja das Artes - Conjunto Nacional - Av Paulista 2073) a partir das 18h30 autografando o livro com as tiras do Mundinho Animal - a propósito, é um pocket book, quero crer que bem barato ;) - que a editoria Leya (pelo selo Barba Negra), com um entusiasmo que me deixou algo perplexo, resolveu botar na rua. O lançamento faz parte de uma coleta de autores de humor e juntos nessa empreitada estão os finos Ulisses Mattos e Silvio Lach (responsáveis pelo Na_Kombi), o grande Ota e o campeão Jean. Todos estão convidados para o evento e a para a cerveja posterior, de preferência em um bar com lareira industrial.

Mundinho, clicaí.
Mundinho!
Mundinho.
Mundinho, clica aí.
Mundinho.
Mundinho!
Mundinho.
Mundinho Animal.
Mundinho.
Mundinho.
Isso aqui ficou um tempão desatualizado; é que estava de mudança e arrumei mais alguns trabalhos. Agora estou 1) na Folha de S. Paulo, na seção Ilustríssima:

2) No jornal MTV na rua:

3) na revista da Windows:

4) e continuo (junto o Claudio Mor) com o Agente Zerotreze, n’O Globo - que um herói anônimo está publicando na íntegra aqui.


Mundinho.
Mundinho.
Mundinho.
Hoje foi a estréia de Agente Zerotreze, tira que faço com o excelente desenhista Claudio Mor, no jornal O Globo. Zerotreze é um agente secreto que tem enfrentar os inimigos e seu próprio chefe, o governo brasileiro.
Agora peço desculpas antecipadas por entrar em terreno pessoal. Podem checar os arquivos deste blog, tem traço zero de qualquer babaquice sentimentalóide que odeio e condeno em colegas de letrinhas. Mas é o seguinte.
Tem esse lance especial pra mim, porque meu pai, Aloísio Branco, trabalhou n’O Globo durante dezessete anos, até seu falecimento, em 1987. Era secretário de redação, mas acumulava a função de crítico literário e, eventualmente (geralmente no carnaval), de chefe do caderno da TV. Eu e meus irmãos soprávamos notas para uma coluna de gafes televisivas porque ele nunca tinha tempo para acompanhar direito a programação. Devia ser bizarro ser um adulto e ler todas aquelas restrições aos erros de continuidade no seriado do Ultraman.
Meu pai era daqueles que todo mundo dizia ser um grande cara, mas que não parecia fazer as grandes coisas que imaginamos que um sujeito precisa para ser chamado assim. Era discreto, terminalmente tímido. Mas lembrei de uma história que o Armando Freitas Filho contou para um amigo. Assim: antes do Globo, meu pai trabalhou no Correio da Manhã, de onde o Carlos Drummond de Andrade foi demitido por alguma questão nebulosa; saiu de lá com mágoa de quem levou um puxão no tapete. A redação inteira parou para assistir o poeta esvaziar as gavetas em silêncio, no que seria chamado pelo colunismo social vigente de climão. “As únicas pessoas que ele cumprimentou no trajeto até a porta”, o Armando disse, “foram o Otto Maria Carpeaux e o Aloísio”.
Acho que os Grandes Caras, dos dois tipos, se reconhecem.
É isso. É só um quadrinho estúpido, mas é para você, pai.
Mundinho.
Mundinho!
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