Categoria: Resenha


quarta-feira, 3 de dezembro, 2008

Lembretes

1) Atualizei a Mal Necessário lá no site da Zé Pereira: Gentileza gera gentileza.

2) Continuo postando coisas como resenha de comida de boteco e tiras da série Sr. Gambá & Sr. Peixe no blog da Bavária Premium.

Postado por Arnaldo Branco às 15:15 | 2 Comentários | Permalink

terça-feira, 28 de outubro, 2008

Multi-tarefa

1) Continuo postando lá n’O de sempre nunca, o blog da Bavária Premium. Por enquanto saíram tiras da série Sr. Gambá & Sr. Peixe (a primeira e a segunda) e um texto sobre a empada de catupiry e camarão do Belmonte. Mas fiz mais coisas, aos poucos eles vão publicando.

2) Minha coluna na Zé Pereira: A vigência dos nerds.

3) E esse cartum sobre a Bienal saiu no G1.

Postado por Arnaldo Branco às 12:55 | 3 Comentários | Permalink

segunda-feira, 20 de outubro, 2008

Three for the show

Nos últimos dias, n’O Esquema:

Paul Weller pula fora do Tim Festival e Matias comenta. Realmente esse Tim promete ser o mais micado de todos os tempos, mas estou mesmo sentindo uma felicidade geral em todo mundo apontar que o festival do Terra é (obviamente) bem melhor? Uso o serviço da operadora e do servidor, os dois insatisfatórios, e não entendo se a torcida tem a ver com preferência por marca ou alguma disputa a respeito da sensibilidade pop dos departamentos de marketing rivais.

Quadrinhos com stick figures do Mini, prova dos nove pra saber se a tira vai sair legal - tem que funcionar no rascunho. E se funcionar, pra que desenhar mais? O Mini promete regularidade.

Bruno comenta a doppelganger da Sarah Palyn, Tina Fey (Aliás, falando em paródia, aqui o trailer não safo para o trampo do pornô “Who’s nailin’ Paylin?”). Sei que ela prometeu não só parar de imitar a candidata se a chapa McCain ganhar, mas também emigrar - e aposto que é a única entre seus colegas, a dupla é muito boa pra se desperdiçar a piada.

Postado por Arnaldo Branco às 18:31 | 1 Comentário | Permalink

quinta-feira, 12 de abril, 2007

Apanhadão dois

1) O rabisco abaixo é rascunho de uma série que tinha pensado em fazer, chamada “Adolf Hitler Jr.”, com a turminha do Hitler (Goebbels seria um fofoqueiro, Himmler o cara que o pequeno Adolfo paga pra protegê-lo na escola, etc.). Nem pra fazer graça com um assunto polêmico, seria mais um lance anti-criança mesmo, hehe.

Opa, update: O Benett teve essa idéia do Hitler (Hitler Kid) antes, e melhor ainda: efetivamente desenhou as tiras! Vem aí na Zongo # 2. Vai que é sua, Benett, que eu tenha pensado na mesma idéia só mostra que estava no caminho certo.

adolfhitlerjr.gif

2) Escrevi um artigo pra Folha de São Paulo! Saiu na Ilustrada de terça, resenhinha sobre os últimos lançamentos da Desiderata. Fico me imaginando naquela cena de Goodfellas em que o estreante marginal Ray Liotta sai dos tribunais e é cumprimentado pelos gângsters old skool: “you broke your cherry!” (”perdeu o cabaço” ou algo assim) - escrever na Folha é meio atestado de que você realmente exerce a profissão. Pai (Aloísio Gentil Branco, 1928-1987, jornalista desde os 17), me perdoa, eu não sei o que estou fazendo.

Curioso que falei bem da coleção Sigmund, mas vieram me cumprimentar pela única ressalva que fiz, uma alfinetada no Bruno Mazzeo. Maldade está no olho do beholder. Ei-la:

Apresentando o cartunista Bruno Drummond, “Gente fina” é uma compilação dos quadrinhos publicados toda semana na Revista do Globo, e o tema central é a classe média da zona sul carioca, da mais moderninha à mais tradicional, aquela dos cartuns de corno, de broxa e afins. Algumas piadas telegrafam o passe e você adivinha o desfecho antes da última fala, mas o resultado final é engraçado e visualmente agradável, já que o traço de Bruno não dá oportunidade ao erro. No prefácio, caso raro de um avalista com menos recursos que o beneficiário: assina o filho de Chico Anysio, Bruno Mazzeo, humorista por influência paterna (influência tem duplo sentido).

3) Last but you know what, minha coluna na Bizz.

Postado por Arnaldo Branco às 18:19 | 24 Comentários | Permalink

sábado, 25 de novembro, 2006

Vacation Report

Continuo atualizando a coluna lá no site da Bizz. Trechinho:

Sempre quis ser um Homem da Renascença, assim tipo um Miguel Falabela. Ah, escrever, desenhar, atuar. Atuar não, tive educação católica.

E também estou nesse projeto da Época, “300 Filmes para ver antes de morrer” (particularmente sugiro “O Guarani” da Norma Bengell, inclusive porque ajuda no processo - e porque diante dele, nenhuma vida parece realmente desperdiçada), com minibios espirituosas que graças a Deus foram tesouradas para coibir algumas viagens. Exemplos:

Sean Connery
25 de agosto de 1930

Descoberto para o mundo junto com o biquíni branco de Ursula Andrews em “007 contra o satânico Dr. No” (1962), Sean Connery é de Edimburgo, Escócia, e um dos raros casos de atores cinematográficos que conseguiram se livrar de papéis de heróis de seriado. Depois de seis filmes como o agente James Bond seguiu brilhante (e versátil) carreira em filmes como “O homem que queria ser rei” (1975), “Uma ponte longe demais” (1977), “O nome da rosa” (1986) e coroada com um Oscar por seu papel em “Os Intocáveis” (1987) - curiosamente votado em uma pesquisa o pior sotaque irlandês jamais levado às telas. Nada mal para um ex-leiteiro.

Oliver Stone
15 de setembro de 1946

Quando se aposentou, a implacável crítica Pauline Kael escreveu: “pelo menos não serei mais obrigada a ver mais nenhum filme de Oliver Stone”. O exagero da resenhista tem justificativa - os exageros do próprio diretor. Caso clássico de ame ou odeie, filmou com variáveis graus de arrojo sua obsessão chatinha pelo Vietnã em “Platoon” (1986), “Nascido a 4 de julho” (1989) e “Entre o Céu e a Terra” (1993); suas teorias da conspiração em “JFK” (1991) e “Nixon” (1995) e suas platitudes metidas a profundas em “The Doors” (1991) e “Um Domingo Qualquer” (1999). Mas emplacou no imaginário das platéias cenas antológicas como o fuzilamento do sargento Elias (Willem Dafoe) em “Platoon”.

E aqui um abraço para o JP Cuenca que me deu uma moral no blog dele n´O Globo.

Postado por Arnaldo Branco às 7:53 | 7 Comentários | Permalink







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