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A luta continua

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Continuem mandando suas suas sugestões de material de campanha (bottoms, camisetas, bonés, faixas, santinhos) para preza.presidentearrobagmail.com. Vale o livro “As aventuras do Capitão Presença”, saindo em breve pela Conrad. E ainda esta semana: primeiro pronunciamento do Preza como candidato.

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Saideira

Última entrevista que mando aqui, as outras são de uso exclusivo da F.

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Amanhã… quer dizer, ainda esta semana, mais sobre a candidatura do Preza, que está bombando.

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Inteligência emocional

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Update: o Persegonha deu o toque, na real foi a Suzana Werner – que aliás se defende até hoje dizendo que estava sendo irônica quando disse que parou de ler o livro do Jô Soares para começar a Divina Comédia. Well, mal aí, Danielle Winits, beijo no coração.

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Comunistas com a grana dos outros

Lendo uma entrevista realmente idiota desse exemplo de nepotismo e da hereditariedade da falta de talento*, me veio à cabeça a expressão que críticos e cineastas “intuitivos” gostam de usar para falar mal de filmes que, afinal, obedecem a um script: “isso é truque de roteiro!”** E aí lembrei daqueles caras que, vendo um show de mágica, te cutucam pra dizer o óbvio: “isso é só um truque!”

Yeah, cuzão, tô ligado que é truque. Então faz aí.

* – fala sério, a carreira desse Ruy Guerra é um equívoco desde os primeiros filmes: como é que em “Os Fuzis” o cara me DUBLA a voz do Paulo César Peréio? Seria o mesmo que usar um dublê de corpo nos filmes da Silvia Saint, mal comparando pra caralho.

** – uma vez li uma entrevista do cara que escreveu o roteiro de “Amores Possíveis” (Murilo Benício, Carolina Ferraz) dizendo isso de “Amnésia”. E qual é a idéia de “Amores Possíveis”? Apresentar uma situação e contar três histórias a partir da premissa, como duzentos filmes já fizeram antes, um deles “Corra Lola corra”. E o sujeito ainda teve a cara de pau de dizer que “Amnésia” roubava a idéia de “Wintersleepers”, outro filme do diretor de “Corra…”! Explanou legal – e pior que viajou, “Wintersleepers” não tem porra nenhuma a ver com o filme do Christopher Nolan.

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Nunca me enganou

Mais uma.

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Sssssssssss

Stencil que o Luke Boss, gênio da faca, fez para os grafiteiros caírem matando. O cara é muito, muito foda, cheguem no flog e vejam a arte que ele fez pra Silvia Saint.

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I’m a loser not a fighter

Saiu a Zongo, empreendimento editorial do Benett, meu parceiro nas tiras do Super Loser (estão lá na revista), nossa tentativa de vender quadrinhos para um desses Syndicates gringos que distribuem para jornais de todo mundo. Não rolou, mas na real só tentamos um Syndicate (King Features) – e não pelo canal convencional, pelo qual receberíamos ao menos uma carta de recusa, mas pela mão de um representante deles aqui, que sumiu. Como diz nosso herói, em um dos seus motes: “posso considerar isto um empate?”

De qualquer forma, valeu só por ter saído na Zongo, mais um lance do gênio do mal (ou retardado do bem, como ele talvez prefira) de Curitiba. Também featuring: Dahmer, Jean e Ziraldo. Mentira, Ziraldo não tem não.

Onde o Benett arrumou grana praquele papel fodão? Auditoria!

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Masturbação, Dreher e rock’ n’roll

Quadrinho sobre uma banda de adolescentes retardados chamada Cavera (assim, sem o “i”), só durou uma série. Talvez saia na Mosh!, se conseguir arrumar tempo um dia na minha vida pra diagramar no formato certo…

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“There’s one bitch in the world—one bitch with many faces”

Dia Internacional da Mulher, não é?

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Da Prez´s cool, man

Texto que saiu na Tarja Preta #1, dei uma mexida para entrar no álbum do Capitão Presença.

Choose life

“Esporte é vida”, eles dizem. Propaganda do governo contra as drogas é assim: no lugar do prazer que eles vão te tirar, oferecem sofrimento e abdominais. Bem, por que o espanto? Há anos a televisão mostra aqueles anúncios do Exército em que os sujeitos param de jogar bola e vão sorrindo se alistar. “Oba! Vou passar a minha Época de Ouro da Potência Sexual fazendo flexões com um bando de outros caras! Tomara que a comida seja intragável!”

A verdade é que as campanhas contra a maconha deviam ser boladas pelos usuários, porque só eles sabem o que realmente é ruim no hábito. Por exemplo: conseguir maconha. Esse é um processo deveras estressante, capaz de levar o cara mais zen a querer fumar só para aliviar a descarga de adrenalina da coisa toda. Deve ter gente que dá dois só por causa da nóia que é viver cercado de vizinhos dedo-duros.

Dizer nos comerciais que maconha faz mal é besteira. O número de pessoas que deixam de fazer alguma coisa pelos malefícios dessa coisa é residual e se restringe ao grupo dos impressionáveis – o mesmo naipe de gente que acredita naqueles e-mails que dizem existir uma gang que rouba órgãos internos e larga as vítimas em uma banheira cheia de gelo.

Várias coisas fazem mal, inclusive assistir propagandas do governo na TV. Além do quê, elas nunca mostram a verdade. Nas festas encenadas para mostrar como o adolescente deve recusar altivo toda oferta de beck de seus amigos depravados, parece que ninguém tem mais nada importante pra fazer do que convencer o calouro a dar um tapa. E na boa: nos tempos magros que rolam, ninguém oferece uma segunda vez, pode crer.

Bah, “Esporte é vida”. Diz isso pro Ayrton Senna.

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Beleza emprestada

A estrela da fotonovela da F.#4, a ESPETACULAR Carla Purcino, relaxa com o staff da revista.

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