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	<title>Mau Humor</title>
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		<title>Simulação</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arnaldo Branco</dc:creator>
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		<title>Milagre</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arnaldo Branco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cartum para o suplemento Ilustrissima, da Folha de S. Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3652" title="canonizar" src="http://www.oesquema.com.br/mauhumor/wp-content/uploads/2012/05/canonizar.gif" alt="" width="330" height="415" /></p>
<p><em>Cartum para o suplemento Ilustrissima, da Folha de S. Paulo</em></p>
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		<title>Amor fraternal</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arnaldo Branco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oesquema.com.br/mauhumor/wp-content/uploads/2012/05/mundo254.gif"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3649" title="mundo254" src="http://www.oesquema.com.br/mauhumor/wp-content/uploads/2012/05/mundo254-195x195.gif" alt="" width="195" height="195" /></a></p>
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		<title>O especialista</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 13:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arnaldo Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei essas três entrevistas no meu gmail, todas sobre humor &#8211; meio que virei setorista do assunto na época do afastamento do Rafinha Bastos do CQC&#8230; de qualquer forma acho que vale a publicação. 1) Para Milton Ribeiro: 1. No passado, muitas vezes o editorial dizia uma coisa e chargista outra, isto acabou? O chargista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei essas três entrevistas no meu gmail, todas sobre humor &#8211; meio que virei setorista do assunto na época do afastamento do Rafinha Bastos do CQC&#8230; de qualquer forma acho que vale a publicação.</em></p>
<p>1) Para Milton Ribeiro:</p>
<p><em>1. No passado, muitas vezes o editorial dizia uma coisa e chargista outra, isto acabou?</em></p>
<p>O chargista, enquanto pobre vocacional, costuma ter uma visão de mundo diferente da do dono do jornal: pra ele o capitalismo é um jogo onde é um derrotado. Acho que ainda há espaço para o chargista ser a voz divergente no jornal, mas por um motivo triste: a charge já não tem a força de antigamente, talvez porque se esgotou como linguagem. É muito tempo usando as mesmas metáforas para os mesmos problemas. Para o patrão é conveniente ter alguém de idéias destoantes no staff, dá a impressão de imparcialidade.</p>
<p><em>2. O humor é melhor quando é de oposição?</em></p>
<p>Não, o humor de oposição costuma cair muitas vezes na armadilha do panfletarismo.</p>
<p><em>3. O programa Zorra Total seria o mais ingênuo de todos os gêneros de humor do país &#8212; com tipos como a gostosa burra, a muito feia horrorosa, etc. &#8212; e Millôr Fernandes a forma mais alta? Onde colocar a truculência e a encheção de saco (se concordas com estas expressões) do CQC e congêneres? E os outros?</em></p>
<p>Não tem nada de ingênuo no Zorra Total, é um programa que sabe exatamente pra quem está falando. Se é mais apelativo, pode ser &#8211; mas só lá você pode ver um gigante do humor físico atuando, Paulo Silvino; ademais, tanto o humor popular quanto o erudito se valem de arquétipos, e alguns dos clichês do Zorra são ecos distantes da commedia dell&#8217;arte. O Millôr tem um texto realmente sofisticado, mas boa parte das vezes não está nem tentando ser engraçado. O CQC só é truculento com quem não sabe se defender, toda vez que topam com o Maluf viram escada do cara.</p>
<p><em>4. A truculência e a encheção de saco de celebridades já é um gênero humorístico de nosso país?</em></p>
<p>No mundo todo, só que em alguns lugares esse humor é engraçado e corajoso. Aqui não é engraçado &#8211; é só a velha fórmula de perguntas capciosas na base do trocadilho e pegadinhas &#8211; e nem corajoso, os caras só vão nas subcelebridades (e às vezes perdem em sagacidade para elas). Celebridade mesmo, com poder, revida &#8211; como descobriu agora o Rafinha.</p>
<p><em>5. Há uma marca humorística nossa ou as pessoas atuam em faixa própria? Pergunto porque a CQC é uma franquia argentina.</em></p>
<p>Não conheço a versão argentina, mas esse tipo de humor de abordagem franca é tendência mundial. Mas vamos pegar os Estados Unidos, por exemplo: lá tem gente realmente testando os limites, o Stephen Colbert dizendo barbaridades na cara do Bush, o Ricky Gervais (que é inglês) apresentando o Globo de Ouro em estilo kamikaze. Aqui se o patrocinador chiar, demitem todo mundo.</p>
<p><em>6. O escracho é contra os desfavorecidos de um modo geral?</em></p>
<p>As minorias viraram saco de pancada porque o humorista se sente instantaneamente desbravador, pisando em terreno sagrado &#8211; quando na verdade está só experimentando um caminho seguro: além de ter vários colegas fazendo a mesma coisa, é mais fácil ser cruel com os desfavorecidos do que com os poderosos.</p>
<p><em>7. Há uma infantilização do humor?</em></p>
<p>Sim, principalmente porque você sente os caras se comprazendo com a molecagem, com a própria &#8220;ousadia&#8221; &#8211; mais do que sentindo orgulho autoral de uma piada bem elaborada.</p>
<p><em>8. E a canastrice dos caras? Era melhor qdo os humoristas eram gente como Jô ou Chico Anísio, que ao menos eram atores?</em></p>
<p>Vários excelentes humoristas também não tiveram formação dramática e se saem bem. O problema é mesmo a qualidade do texto.</p>
<p>2) Para Gabriel Gabardo:</p>
<p><em>1. Uma quantidade enorme de vídeos, fotos e outros tipos de conteúdos produzidos de forma amadora viram hits na internet. Por que tu achas que as pessoas se interessam por esse tipo de conteúdo?</em></p>
<p>Porque são ou genuinamente engraçados (e/ou involuntariamente engraçados). Acho que a internet ajudou a reformular o conceito de amador, porque muita coisa feita profissionalmente no Brasil, envolvendo equipe, estrutura e orçamento, olhando de perto é amadorismo disfarçado. Quantos esquetes com elenco gigantesco feitos para as grandes emissoras não passam de fórmulas requentadas de humor radiofônico? Já vi dramatizações em seminários de escola mais bem estruturados que muito programa de TV. Nos quadrinhos, por exemplo: antigamente muitas tiras eram rejeitadas pelo diretor de arte dos jornais por conta do desenho tosco. Hoje, com a internet, boa parte dos quadrinhos que todo mundo curte são feitos por gente que não sabe desenhar.</p>
<p><em>2. Espaços como o Kibe Loco, Não Salvo e Ñ Intendo utilizam essas produções em montagens, colagens ou simplesmente as reproduzem, com o intuito de fazer rir. Existe aí a elaboração necessária pra que isso seja considerado um gênero de humor?</em></p>
<p>Mas falta de elaboração também é gênero: o pastelão taí firme e forte. Acho que você pode chamar um certo humor de internet, baseado em memes, trollagens e fotos de gatinhos de subgênero. Mas acho que boa parte desse material tem prazo de validade curto, em breve as piadas vão precisar de verbete na wikipedia para explicar o contexto histórico. Na verdade várias já ganharam.</p>
<p><em>3. A facilidade com que se pesquisa, publica e edita conteúdo na internet torna o humor mais raso (qualquer um vira “humorista”) ou pode torná-lo mais sagaz? (Ou a ferramenta não tem influência?)</em></p>
<p>Agiliza a coisa toda, não? Se preciso de uma imagem para um cartum, de uma citação ou mesmo se quero roubar uma idéia (a cópia está virando quase um gênero a parte do humorismo). Mas é aquilo, a internet é só o meio. Imagino que a humanidade desde sempre produza uma percentagem x de gente com talento no mundo, mas antigamente tínhamos pouco recursos para ter acesso ao trabalho dessas pessoas. Hoje é mais fácil, mas tem gente demais produzindo (e muita porcaria), a velha história do cara perdido na ilha deserta X o cara perdido na multidão.</p>
<p><em>4. Como tu achas que esse tipo de piada da internet, mais imediata e sem roteiro, pode influenciar o humor em uma mídia mais tradicional, como a televisão?</em></p>
<p>Ajudando os produtores a tentar coisas diferentes. O humor é perecível, sempre foi, mas a internet acelerou o processo, toda hora tem um tumblr ou um quadro bacana do Funny or Die mostrando formas alternativas de fazer rir. É claro que as fórmulas tradicionais tem um grande apelo de massa ainda, mas em breve as pessoas vão ter que se adaptar a um público que foi criado com as possibilidades mais amplas da internet, em vez do universo mais limitado do rádio e da TV.</p>
<p>3) Para Rodrigo Levino:</p>
<p><em>1. A que você acha que se deve essa discussão recente sobre humor no Brasil? Em pouco tempo me parece que a coisa tomou um rumo diverso que foi da consagração dessa nova geração de comediantes que saíram so stand up para a TV para um clima de cobrança permanente, como se o público estivesse reavaliando quem ele consagrou.</em></p>
<p>Talvez as pessoas tenham percebido que a maior parte desses novos humoristas não tem talento nem inteligência para negociar com os limites de sua própria platéia. Tanto é que a saída desses caras quando laçam uma piada mal-sucedida é culpar a caretice do público brasileiro ou xingar os jornalistas que os procuram &#8211; quando podiam aproveitar a oportunidade para tentar defender sua intenções cômicas, sei lá. O politicamente correto está virando uma ótima desculpa para humorista ruim &#8211; qual dessas últimas polêmicas foi em torno de uma piada realmente aproveitável?</p>
<p><em>2. Se olharmos um pouco mais para trás, é provável que nem a Escolinha do Professor Raimundo ou as esquetes dos Trapalhões passasse por esse crivo recente. O que, na sua opinião, mudou no jeito do brasileiro rir?</em></p>
<p>Não sei se mudou, é uma questão de deslocamento. Quando a Sarah Silverman fala que sente pena das crianças etíopes subnutridas (mas com barrigões de vermes) porque são crianças de um ano grávidas de nove meses, está fazendo um personagem se fazendo de idiota para criar um jogo de palavras e uma associação de idéias inteligente &#8211; você ri no limite do prazer culpado. Os nossos amigos stand ups não trabalham com camadas, na hora de imitar seus colegas gringos acham que só precisam de um microfone, uma roupa casual e as bobagens que entendem por insight &#8211; fica tudo parecendo a opinião deles, pura e simples. Quando essa opinião reflete o senso comum, tudo bem, a platéia acha graça. Quando fala em sexo com bebês, peraí.</p>
<p>É possível que os Trapalhões fossem patrulhados, mas eles estavam ali vestidos de palhaços, e o Mussum ouvia os impropérios racistas sendo negro. Acho que são universos distintos. De qualquer forma, o que mudou mesmo foi a capacidade de intervenção do público &#8211; antes o desagrado com algum estereótipo gerava apenas um pequeno ruído. Hoje, com a internet, o mundo é uma grande seção de cartas dos leitores.</p>
<p><em>3. Quando tu e o Allan entraram no Casseta, a ideia era de renovação ou isso não foi tratado explicitamente?</em></p>
<p>A idéia era dar um gás, e gente de fora, principalmente saída de outro meio (no nosso caso, quadrinhos), sempre vem com alguma coisa nova. Os Cassetas falaram mais em arejar, não nos sentimos com uma missão ou algo assim &#8211; e eles e os outros roteiristas têm talento de sobra para mudar a &#8220;linha editorial&#8221; do programa sozinhos, se fosse o caso.</p>
<p><em>4. Óbvio que o programa andava pelas tabelas na audiência, mas levando em consideração o tempo que ficou no ar isso é até inevitável. Como foi chegar com o seu trabalho que tem uma pegava mais arejada e trabalhar isso com os caras que estão nisso há 30 anos?</em></p>
<p>A audiência não era um problema, tanto é que o C &amp; P ainda era um dos líderes da programação da Globo, atrás só das novelas. Mas é claro que não mantinham os números do auge do programa, como nenhuma outra atração de qualquer canal que tenha durado tempo suficiente para ver a audiência ser fragmentada pelo aumento do número de opções (novos canais, programas) e pela concorrência com outros meios &#8211; internet inclusive, às vezes eu mesmo só tinha tempo de ver alguns quadros no site do programa. E claro que a gente trouxe contribuições &#8211; desde o timing diferente (em quadrinhos às vezes trabalhamos com humor de impacto concentrado em vez da construção em diálogos dos meios audiovisuais) até o nosso gosto maior por humor de comportamento, em vez do político. De qualquer forma, só tivemos a recomendação de fazer humor que todo mundo entendesse &#8211; natural, porque a meta é entreter e manter os índices &#8211; o que pra mim é um latifúndio. Gosto de ser eficiente E compreendido &#8211; de ser retwittado, enfim, hehe.</p>
<p><em>5. Renovação de humor na TV é algo demorado. Pensa que pra nossa geração pegamos um pouco de Chico Anysio, Trapalhões, Casseta, Sai de baixo e findamos em Zorra Total. A que você acha que se deve essa dificuldade de inovar em linguagem e manter a verve fresca?</em></p>
<p>É um processo demorado por conta dos meios de comunicação e das estruturas dentro das emissoras mais do que por qualquer outra coisa. O humor é dinâmico, a internet ajuda a mostrar isso: é só ver os memes, que são as piadas internas com o maior público participante da história; os vários grupos de humor que tentam surfar a onda das visualizações no youtube &#8211; alguns com muito talento. O que é engessada é a noção do que o público vai entender e gostar dentro dos departamentos de criação das emissoras, mas vivemos recebendo lições. Quando vejo o Freddy Mercury prateado, do Pânico, penso: que ácido tomou o sujeito que acreditou que isso podia dar certo? E no entanto, taí.</p>
<p><em>6. Você está envolvido nos projetos futuros do Casseta?</em></p>
<p>Adoraria estar. Esses caras são meus ídolos, tenho tudo do Planeta Diário e da Casseta Popular encadernado. Mas eu também ia querer férias prolongadas depois de trinta e tantos anos de atividade.</p>
<p><em>7. Se pensarmos em gente nova fazendo humor [não falemos de stand up paulistano constrangimento velocidade cinco] os nomes mais fáceis são de adnet e do bruno mazzeo. É nesses caras que a tv vai ou deve se apoiar pra renovar o humor ou os vícios de certa forma são os mesmos?</em></p>
<p>Curto muito o Adnet. A MTV serviu de laboratório pra muita gente boa, como Hermes &amp; Renato, que continuam fazendo absurdos sensacionais nos poucos minutos que têm no programa do Mion. O Bruno Mazzeo trabalha com humor desde os 16 anos, na gíria do futebol o cara é gato, não? Tem muita gente boa por aí, mas tem muita <em>gente</em> também. Às vezes fazer buscas na internet parece muito folhear a lista telefônica.</p>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 14:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arnaldo Branco</dc:creator>
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		<title>Justiça</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 14:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arnaldo Branco</dc:creator>
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		<title>Confessin&#8217; the blues</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 16:07:38 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Cartum para o jornal literário Cândido.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-3623" title="literaturaconfessional" src="http://www.oesquema.com.br/mauhumor/wp-content/uploads/2012/04/literaturaconfessional.gif" alt="" width="380" height="433" /></p>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 12:46:41 +0000</pubDate>
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		<title>New snob</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 17:32:46 +0000</pubDate>
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		<title>Endless summer</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 12:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arnaldo Branco</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão Presença]]></category>

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		<description><![CDATA[Trecho de HQ (com desenho do Leo) do Capitão Presença sobre o verão da lata. Em breve. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho de HQ (com desenho do Leo) do Capitão Presença sobre o verão da lata. Em breve.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3594" title="presenca_veraodalata" src="http://www.oesquema.com.br/mauhumor/wp-content/uploads/2012/04/presenca_veraodalata.gif" alt="" width="427" height="598" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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