
Eis o setlist do show dessa quinta (não sei se tá 100% correto, mas foi mais ou menos assim que me disseram):
“Rainy Day Women #12 e #35”
“Lay, Lady Lay”
“I’ll Be Your Baby Tonight”
“Lovesick”
“The Levee’s Gonna Break”
“Spirit of the Water”
“A Hard Rain’s A-Gonna Fall”
“Rollin & Tumblin”
“Workingman’s Blues #2″
“Highway 61 Revisited”
“When The Deal Goes Down”
“Tangled Up In Blue”
“Ain’t Talkin’”
“Summer Days”
“Like A Rolling Stone”
“Thunder In The Mountain”
“Blowin’ The Wind”
E duas impressões sobre o show de quarta. A primeira do Terron, que dá uma espetada no Thiago Ney (hehehehe):
“E isso nos traz a mais uma discussão: aquele Dylan que cantou no Via Funchal tem o mesmo valor do cantor folk dos anos 60? Acho que não. E faz diferença? Não também. Sozinho, Bob Dylan já fez mais pela música do que 93,4% dos músicos (incluindo aí o Be Your Own Pet e o Automatic, claro). Voltando ao lance do “poeta do rock”: você vai até lá ver o autor fazer uma leitura de seu trabalho e, se ela for boa, melhor ainda. Vai mudar a vida de alguém? Bom, depende mais de você do que daquele velhinho no palco. Ou, como ele mesmo diria: “Sai agora da porra do meu palco!”"
A outra é do Marcelo, que me descolou a foto aí em cima (valieo!).
A Turnê Que Nunca Termina chegou a São Paulo precedida de muita expectativa. O alto preço dos ingressos, a fama de difícil do compositor e sua (falta de) voz castigada por anos e anos de excessos dividiam o público. Na hora do show, no entanto, 90% da casa estava tomada. Bob não falou uma palavra sequer com a platéia (a não ser quando apresentou incompreensivelmente sua banda ao final do show), mas está muito longe de ser a pessoa difícil que tantas pintam. De calça preta com uma listra branca, terno prateado (que parece ser duas vezes maior do que ele) e chapéu de cowboy com uma pena colorida no palco do Via Funchal, em São Paulo, Bob Dylan, 67 anos, fez com que duas garotas invadissem o palco (a primeira tentou subir pelo lado esquerdo da platéia, no início da apresentação), e com que o ícone teen do momento, Mallu Magalhães, 15 anos, fosse conversar com os seguranças antes do show pedindo-lhes permissão para entregar ao músico algo que ela carregava em uma caixa. Isso diz muito sobre a música deste homem, sua influência e seu carisma.
Mas e o papo da Mallu chorando? Foi por isso? Enfim, vejo o sujeito no sabadão e aproveito pra convidar a cariocada pra PRIMEIRA GENTE BONITA NO RIO DE JANEIRO, logo após o show do cara. Bora?
Thiago em 7 de março, 2008 às
10:26 am
Se bem me lembro, as músicas foram essas sim, mas a ordem tá errada, Rollin’ and Tumblin’ foi mais pro começo, e Highway 61 entre o meio e o fim da apresentação, entre alguma outra coisa que pode tá diferente também. Mas é quase isso =P
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